quinta, 13 de dezembro de 2018


A crise e o alinhamento estratégico

Por Luiz Carlos da Silva Flores
Em pesquisa realizada pelo Conselho Nacional da Indústria – CNI – identificou-se que praticamente 8 em cada 10 empresas acreditam que os efeitos da crise internacional sobre a economia brasileira se tornaram mais intensos no primeiro trimestre de 2009 quando comparado à dezembro de 2008. Mais da metade dos empresários afirmou que os efeitos sobre sua empresa também se intensificaram. Ainda, 80% das empresas adotaram medidas com relação a seus trabalhadores face à crise internacional, mais da metade cancelaram as contratações e demitiram empregados e/ou suspenderam serviços terceirizados. E, pouco menos de um terço dos empresários acredita que a crise estará superada ainda em 2009 contra quase metade dos empresários para os quais a crise não estará superada antes de 2010. (Consulta Empresarial, Mar/2009, www.cni.org.br)

O aprendizado e a mudança

Por Luiz Carlos da Silva Flores
As preocupações dominantes no mundo empresarial nos dias atuais ainda são os mesmos de décadas passadas - o lucro e o custo – além de outras mais atuais como clientes, concorrência, pessoas, ambiente de trabalho, imagem, fornecedores, governo e o meio ambiente, fazendo com que as organizações se mobilizem na busca de soluções para a adequação e ajustes às pressões internas e externas.

Análise da indústria de carnes - fornecedores

Por Luiz Carlos da Silva Flores
Na década 80, Michael Porter, pesquisador de Harvard Business School, lança a sua obra a Estratégia Competitiva, com objetivo de auxiliar profissionais no desenvolvimento de estratégias empresariais pela análise competitiva da indústria. O modelo de análise da indústria é uma ferramenta da estratégia de unidade de negócio para ser usada na análise da atratividade (valor) de uma estrutura de indústria, a partir da avaliação das cinco forças que dirigem a concorrência: entrantes potenciais, produtos substitutos, os compradores, fornecedores e os concorrentes na indústria.

Planejar é preciso!!!

Por Luiz Carlos da Silva Flores
Nestes últimos dois meses o cenário econômico mundial foi abalado pela turbulência financeira provocada pela especulação do setor imobiliário americano, ocasionando a quebra de bancos poderosos, que até poucos dias atrás seria impossível de acreditar.

Mudanças são necessárias

Por Luiz Carlos da Silva Flores
As últimas décadas foram marcadas por novos modelos organizacionais que emergiram diante deste novo cenário internacional. Estes modelos foram introduzidos para ajustar as organizações à nova economia global, num ambiente muito mais dinâmico e complexo, onde as mudanças ocorrem com maior velocidade e a participação do indivíduo torna-se essencial.

Líder não por acaso

Por Luiz Carlos da Silva Flores
Num contexto empresarial competitivo e complexo onde participam competidores ferozes disputando uma fatia do bolo, os gestores devem estar atentos à dinâmica imposta pelo mercado. Além dos competidores, outros stakeholders participam e influenciam esta dinâmica, como é o caso dos clientes, cada vez mais informados e exigentes, desejosos por produtos e serviços de qualidade, como também, fornecedores, governo, instituições financeiras, sindicatos e ONG’s, que assumem um papel fundamental de regulação das ações de responsabilidade socioempresarial.
Autor:

Luiz Carlos da Silva Flores

O autor é doutor em Engenharia de Produção e mestre em Administração, professor da disciplina de Estratégia Organizacional do Curso de Administração da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) e coordenador da Uni Júnior – empresa júnior do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (Ceciesa/Univali) e conselheiro do Conselho Regional de Administração (CRA/SC)

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