quinta, 27 de julho de 2017
26/07/2017

Negócios realizados no II Salão Náutico Marina Itajaí ficam aquém do esperado


A realização do II Salão Náutico Marina Itajaí, de 20 a 23 de julho, registrou um volume de negócios inferior em cerca de 33% ao do ano passado. Segundo divulgado nesta quarta-feira pela organização, o volume de negócios desta edição ficou em torno de R$ 40 milhões, ante os R$ 60 milhões registrados na edição do ano passado. Aliás, esse era o volume de negócios que a organização queria superar.

Resta saber quanto mais será movimentado no pós-evento, em decorrência dos negócios prospectados. Valor que a organização afirma ser impossível mensurar. O II Salão Náutico Marina Itajaí foi uma realização da Marina Itajaí em parceria com a JG Eventos. 



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Negócios realizados no II Salão Náutico Marina Itajaí ficam aquém do esperado

A realização do II Salão Náutico Marina Itajaí, de 20 a 23 de julho, registrou um volume de negócios inferior em cerca de 33% ao do ano passado. Segundo divulgado nesta quarta-feira pela organização, o volume de negócios desta edição ficou em torno de R$ 40 milhões, ante os R$ 60 milhões registrados na edição do ano passado. Aliás, esse era o volume de negócios que a organização queria superar.

Resta saber quanto mais será movimentado no pós-evento, em decorrência dos negócios prospectados. Valor que a organização afirma ser impossível mensurar. O II Salão Náutico Marina Itajaí foi uma realização da Marina Itajaí em parceria com a JG Eventos. 

Venda da Portonave volta à tona

A venda de suas ações na Portonave S/A - Terminal Portuário Navegantes pela Triunfo Participações e Investimentos (TPI) ao armador MSC volta a ser assunto de destaque nos meios empresarial e financeiro. O negócio envolveu a cifra de R$ 1,3 bilhão e agora a TPI quer blindar os recursos contra o BNDES, para quem a empresa deve mais de R$ 1 bilhão.

Para garantir que o BNDES não tenha acesso a tais recursos a TPI protocolou na última sexta-feira dois planos de recuperação extrajudicial - sendo R$ 2,1 bilhões da holding, mais R$ 700 milhões da sua controlada Concer. Desta forma, ficam suspensas as execuções contra a TPI e, quando o pedido de recuperação for homologado, em 45 dias, as execuções serão eliminadas.

Com isso a TPI blinda os recursos que já têm destino certo: o pagamento de uma dívida que contraiu com o fundo americano Farallon em novembro - com juros de 14% ao ano mais variação cambial - pelo qual eu as ações da Portonave em garantia.

O valor a ser pago é de R$ 750 milhões. Os R$ 50 milhões restantes a TPI quer usar para reforçar o caixa da Companhia. 

Aumenta a geração de empregos em Itajaí

Itajaí voltou a gerar empregos. Estatísticas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, mostram que Itajaí voltou a ter mais contratações - apenas empregos com carteira assinada - do que demissões neste ano. Segundo o Caged, no primeiro semestre de 2017 já foram assinadas cerca de 1,2 mil carteiras de trabalho. Se o ritmo se mantiver, serão 2,4 mil empregos gerados neste ano. Nos anos de 2015 e 2016 foram fechadas mais de 5,4 mil vagas de empregos na cidade.

A administração pública gerou 356 postos de trabalho, seguida pela indústria da transformação (301), serviços (243), agropecuária e pesca (227) e construção civil (185). Já os serviços de utilidade pública fecharam seis vagas, o setor de extração mineral dez vagas o comercio foi que mais demitiu neste ano: 95 trabalhadores perderam seus empregos.

No entanto, a sensação de crise persiste, afinal ainda restam 4,2 mil empregos a serem gerados para que seja alcançado o mesmo nível de atividade econômica de 2014. Porém, é bom saber que Itajaí já deixou o pior momento para trás.

Confirmada a primeira escala do Serviço Ásia em Imbituba

Está confirmado para o dia 26 de agosto a primeira escala do Serviço Ásia - operado por joint service entre os armadores Hamburg Sud, Hapag Lloyd, Nyk, Zim, United Arab Shipping Company (UASC) e Hyundai (HMM) - no Terminal Santos Brasil. No Porto de Imbituba. A partir de então, serão realizadas escalas semanais no porto, com expectativa da movimentação de 2 mil contêineres por escala.

O serviço operava no Porto de Rio Grande e, segundo os gestores do Porto, foi transferida para Imbituba devido às tarifas competitivas e da profundidade local de 15 metros, a maior do Sul do país e uma das maiores do Brasil.

As operações da joint devem representar uma movimentação mensal de 8 mil contêineres em Imbituba, totalizando 96 mil unidades/ano. A capacidade do Porto de Imbituba é para receber até 500 mil TEUs (Twenty-foot Equivalent Unit - unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés) por ano, ou aproximadamente 250 mil unidades de 40 pés.

 

Multilog obtém certificação OEA

A unidade CLIA Itajaí da Multilog foi certificada como Operador Econômico Autorizado (OEA). A conquista foi na modalidade OEA-Segurança, como Depositário de Mercadoria sob Controle Aduaneiro. O OEA consiste na certificação dos órgãos intervenientes da cadeia logística que representam baixo grau de risco em suas operações, tanto em termos de segurança física da carga quanto ao cumprimento de suas obrigações aduaneiras.

Além de contribuir para aprimorar os controles aduaneiros por meio da gestão de risco, as empresas certificadas como OEA ainda ajudam a melhorar a imagem do país e atrair investimentos.

No Brasil, o OEA faz farte de um programa internacional, o AEO - Authorised Economic Operator. Surgiu em 2005, durante uma convenção da Organização Mundial Aduaneira (OMA), que aconteceu em Bruxelas, Bélgica, com a proposta de integrar as aduanas e todos os operadores envolvidos na cadeia do comércio internacional.

A empresa está buscando também a certificação para sua unidade de transportes e, posteriormente, para suas demais unidades presentes nos estados do Paraná e Rio Grande do Sul.

Log-In incorpora novo navio à frota

O armador nacional Log-In amplia a capacidade para 18,1 mil TEUs (Twenty-foot Equivalent Unit - unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés) com a aquisição do cargueiro Log-In Resiliente. O porta contêineres substitui o Log-In Amazônia, com capacidade para 1,7 mil TEUs, e faz parte d a estratégia da empresa de homogeneizar a frota, por meio de navios com capacidade de transporte semelhantes. O armador não informou o valor do investimento e nem a procedência dos recursos.

O navio possui 210,92 metros de comprimento, 32,26 metros de largura e capacidade para 2,7 mil TEUs ou 38 mil toneladas de porte bruto. Segundo a empresa, além dos ganhos para o negócio de cabotagem da empresa, o Log-In Resiliente também reforça as vantagens ambientais da cabotagem.

Câmbio segura exportações via Imbituba

A baixa cotação do dólar segurou as exportações de algumas commodities, principalmente da soja e do milho e impactou nas operações do Porto de Imbituba no primeiro semestre deste ano, que comparado ao mesmo período de 2016, houve decréscimo de 10% no total movimentado. Foram 2,22 milhões de toneladas movimentadas no primeiro semestre de 2017, ante 2,29 milhões de toneladas, em igual período do ano passado. Das cargas movimentadas no primeiro semestre, destaque para os granéis sólidos (principalmente soja e coque de petróleo), que representaram 84% do volume global.

No entanto, a expectativa para o segundo semestre é que ocorra um aumento no escoamento da safra, o que certamente impactará em acréscimo nas operações. O início do novo serviço para a Ásia - formada pelos armadores Hamburg Sud, Hapag Lloyd, Nyk, Zim, United Arab Shipping Company (UASC) e Hyundai (HMM) - a partir de agosto, também deve aquecer a movimentação nesse porto.

A expectativa é da operação de 8 mil contêineres por mês, em quatro escalas semanais. O serviço operou até o primeiro semestre no Porto de Rio Grande e, consequentemente, deve trazer as cargas do porto gaúcho para Imbituba.

Vale destacar que a movimentação de contêineres em Imbituba já apresentou crescimento no primeiro semestre deste ano. Foram 20,33 mil TEUs (Twenty-foot Equivalent Unit - unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés) de janeiro a junho de 2017, com crescimento de 64% sobre 12,37 mil TEUs movimentados em igual período do ano passado.

 

Porto Itapoá aumenta operações em 34%

O terminal de uso privado (TUP) Porto Itapoá registrou em junho o recorde de 34 mil contêineres movimentados e encerra o primeiro semestre com avanço de 34% nos volumes importados, em relação ao igual período do ano passado. As exportações registraram alta de 12% no período e as cargas de Cabotagem, 24%.

Além das 34 mil unidades de contêineres operados em junho, mês que o TUP completou seis anos de operação, deste total, 11,2 mil unidades foram cargas de exportação e 8,4 mil unidades de importação. E parte deste volume é fruto de operação especial do Porto Itapoá para atender a demanda que migrou principalmente do Complexo Portuário do Itajaí, que teve dificuldade em atender seus clientes durante o período de chuvas fortes ocorridas no Estado e a consequente impraticabilidade da Barra do Porto de Itajaí.

Obras em pleno vapor

Somada a intensa movimentação de contêineres no semestre, o Porto Itapoá está ampliando seu pátio de contêineres e píer, com previsão de conclusão em maio de 2018, quando o TUP passará a contar com pelo menos 100 mil metros quadrados de pátio e 170 metros de píer. Com essas dimensões a perspectiva é ter capacidade adicional de movimentação de até 1,2 milhões de TEUs/ano.

 

Complexo do Itajaí fecha o semestre com avanço de 3% na movimentação de contêineres

O Complexo Portuário do Itajaí encerrou o primeiro semestre com uma movimentação acumulada de 527,01 mil TEUs (Twenty-foot Equivalent Unit - unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés). O volume operado nos seis meses deste ano cresceu 3%, comparativamente aos 513,83 mil TEUs operados de janeiro a junho de 2016.

A margem direita - Porto Público e APM Terminals Itajaí - movimentaram 99,41 mil TEUs, com avanço de 7%, enquanto a Portonave Terminal Portuário Navegantes S/A operou 427,47 mil TEUs, com crescimento de 2% sobre o primeiro semestre do ano passado.

Se analisadas apenas as operações de junho, o Complexo Portuário movimentou 83,9 mil TEUs, com recuo de 2% com relação a junho passado. A retração pode ser creditada aos vários dias que o acesso ficou impraticável no período, devido às fortes correntezas.

Desse volume, a margem direita movimentou 14,54 mil TEUs, que é praticamente a mesma movimentação de junho do ano passado; e a Portonave operou 69,36 mil TEUs, registrando queda de 3%.

Neblina prejudica acessibilidade ao Porto de Itajaí

A forte neblina na manhã desta quarta-feira impede a visibilidade para a realização de manobras no Complexo Portuário do Itajaí e fez com que a Autoridade Marítima determinasse a impraticabilidade da barra. A praticagem e a Autoridade Portuária vão fazer o monitoramento e há possibilidade de que o acesso seja liberado ainda pela manhã.

APM Terminals reforça intenção de continuar operando no Porto de Itajaí

A empresa APM Terminals, controlada pelo Maersk Group, hoje maior operador portuário do planeta, já protocolou junto ao Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTPAC) documento afirmando que concorda com os termos do Decreto 9.048/17 - que regula a exploração de portos organizados e de instalações portuárias. Segundo o documento, a atual arrendatária do terminal de contêineres do Porto de Itajaí pretende fazer uso do direito que lhe faculta o documento, que é de sucessivas renovações, mediante investimentos, até completar 70 anos, mediante sucessivos investimentos.

Diante disso, o superintendente da APMT no Brasil, Ricardo Arten Gorzelak, disse na manhã desta terça-feira, durante solenidade no Porto de Itajaí, que o plano de investimentos da APM Terminals em Itajaí está sendo renovado. Segundo o executivo, a APMT está com um processo em tramitação na Secretaria de Portos e na Agência Nacional dos Transportes Aquaviários (Antaq), que no início previa investimentos de R$ 170 milhões na atividade portuária em Itajaí. No entanto, diante do novo rito determinado pelo Decreto 9.048/17 - que regula a exploração de portos organizados e de instalações portuárias -, a empresa está revisando os valores, porque a nova legislação permite que os investimentos ocorram de forma moderada e que se consiga, através do tempo, equipar o terminal para que ele se torne cada vez mais competitivo.

Segundo Arten, trata-se de um trabalho que está sendo feito a quatro mãos, junto com a superintendência do Porto, para que sejam definidos os melhores valores para o Porto de Itajaí.

Ordem de serviços para obras no Porto de Itajaí sai na terça-feira

Está confirmada para a terça-feira, 11, a assinatura da ordem de serviço, para a Serveng Engenharia, para a retomada das obras do berço 3, que está com cerca de 90% dos trabalhos concluídos, e para os estudos e ensaios de perfuração das lajes do berço 4, para que aí seja elaborado um novo orçamento para a aditivação do contrato ou, dependendo do valor, uma nova licitação. A conclusão do berço 3, do qual faltam praticamente as defensas e cabeços de amarração, está prevista para ocorrer no prazo máximo de 90 dias. Já os estudos referentes ao berço 4 devem ser concluídos em 120 dias.

A obra havia sido paralisada no ano passado por falta de pagamento à empreiteira. Depois de muitas tentativas junto ao governo federal, foi liberado pelo ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella Lessa, no dia 11 de maio, o montante de R$ 23 milhões. No entanto, somente agora esses recursos foram repassados ao Porto, só que em valor inferior, de R$ 18.863,669,70.

Vale ressaltar que a obra é de fundamental importância para o Porto de Itajaí, que terá na exploração dos dois berços uma nova fonte de receita, uma vez que está apenas com um berço em operação.

Governo reduz trâmites para as exportações e promete agilidade

Novas ferramentas para agilizar as exportações já estão em operações. A informação partiu do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) na manhã desta quinta-feira, 06. O órgão informa que a partir desta semana os exportadores brasileiros poderão preencher a Declaração Única de Exportação (DU-E) na própria tela do Portal Único de Comércio Exterior ao invés de enviar os dados via Webservice.

A DU-E substitui os atuais Registro de Exportação (RE), Declaração de Exportação e Declaração Simplificada de Exportação (DSE). Segundo o governo, a DU-E também é integrada à Nota Fiscal Eletrônica e possibilita reduzir em até 60% a necessidade de preenchimento manual de dados. Com isso, obtem-se a integridade das informações, redução de erros e a facilitação da comprovação das exportações junto aos fiscos estaduais.

Espera-se redução de até 40% do prazo médio para a efetivação de uma operação de exportação.

 

Atraso nas obras dos novos acessos impactam na competitividade do Complexo Portuário do Itajaí

O retorno do serviço Ásia para a margem direita do rio Itajaí-Açu - para a APM Terminals, arrendatária das operações com contêineres no Porto Público de Itajaí - deve trazer inicialmente um incremento de 20% e não os 30,6%, conforme publicou ontem o Blog da Redação. Isso porque, enquanto o serviço mantém escalas semanais nos outros portos, no Complexo Portuário do Itajaí vai escalar quinzenalmente, devido a limitações operacionais.

A previsão para que a joint venture responsável pelo Serviço Ásia - formada pelos armadores Hamburg Sud, Hapag Lloyd, Nyk, Zim, United Arab Shipping Company (UASC) e Hyundai (HMM) - opere com frequência semanal em Itajaí é apenas depois de abril, quando a primeira etapa das obras dos novos acessos estiverem concluídas, pois conta com seis navios de 331 metros de comprimento, que não fazem a rotação na atual bacia de evolução, que comporta apenas embarcações de até 306 metros.

A Secretaria de Estado da Infraestrutura, responsável pelas obras prevê para abril de 2018, na melhor das hipóteses, a conclusão dos trabalhos da primeira fase. A obra já deveria estar concluída, mas entraves de todos os tipos e origens, vem prorrogando o seu termino.

Quando foi anunciada, ainda em 2013, previa-se que a primeira etapa estivesse pronta no ano seguinte, sob pena de um prejuízo mensal de R$ 60 milhões - que só não se confirmou porque que a retração no comércio exterior em todo o mundo atrasou a migração de navios maiores para a América do Sul.

Mas com a retomada gradativa do comércio internacional, esses navios já trafegam pela costa brasileira. Em Santa Catarina a Linha Ásia escala também  no TUP Porto Itapoá e, a partir de agosto, no Porto de Imbituba, com periodicidade semanal.

Serviço Ásia retorna à APM Terminals Itajaí

A joint venture responsável pelo Serviço Ásia - formada pelos armadores Hamburg Sud, Hapag Lloyd, Nyk, Zim, United Arab Shipping Company (UASC), Hyundai (HMM) - optou pela APM Terminals para a continuidade de suas escalas no Complexo Portuário do Itajaí. A primeira escala já está programada para o dia 09 de setembro.

A decisão era aguardada com inquietude pelos gestores da APMT e Portonave - Terminal Portuário Navegantes, pois representa uma movimentação média de 700 contêineres por semana, totalizando 33,6 mil contêineres/ano. Essa movimentação representa 5,3% de tudo o que o Complexo Portuário do Itajaí operou no ano passado, 6,4% das operações da Portonave e 30,6% das operações da APM Terminals.

O serviço Ásia fazia parte do antigo serviço ASAS, que operou em Itajaí até julho de 2015, quando passou para Navegantes. Essa transferência significou a perda de cerca de 40% das cargas de Itajaí, o que agravou a crise no terminal. De lá para cá, o antigo ASAS se dividiu em dois e parte dos armadores passou a integrar a linha SEAS.

Em Santa Catarina a Linha Ásia escala também no Porto de Imbituba e no TUP Porto Itapoá.

Operações da Maersk voltam à normalidade nesta segunda-feira

A gigante A.P. Moller-Maersk, vítima de um ataque de hacker na terça-feira, 27 de junho, espera que as operações voltadas para clientes voltem ao normal em todas as suas unidades nesta segunda-feira, com a retomada das entregas de contêineres em seus principais portos.

Em Itajaí, onde opera como arrendatária das operações com contêineres no Porto Público, a empresa voltou a operar as exportações de forma automatizada ainda no final da tarde de sexta-feira, 30, e agora está liberando gradualmente as cargas de importação.

A APM Terminals opera 76 terminais de contêineres em todo o mundo.

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