segunda, 24 de abril de 2017
17/04/2017

Operação “carne fraca” causa prejuízos irreparáveis a indústria brasileira


Desde o início da Operação Carne Fraca, que completou seu primeiro mês hoje, 17, a JBS e a BRF perderam juntas R$ 5,47 bilhões de seu valor de mercado, segundo divulgou a empresa de informações financeiras Economatica. Ao mesmo tempo em que as exportações brasileira aumentaram em março, o preço da carne, no entanto, caiu.

No mercado financeiro, a JBS foi a mais penalizada e perdeu 15,35% do seu valor, que era R$ 32,6 bilhões antes da operação e encerrou o último pregão valendo R$ 27,6 bilhões. A BRF perdeu 1,45% do seu valor, que passou de R$ 31,9 bilhões para R$ 31, 5 bilhões. Conforme informou a Economatica, os analistas de mercado que acompanham o setor ainda têm dúvidas sobre como o dano à imagem da carne brasileira poderá impactar no preço do produto e na margem de lucro das empresas.

 



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Operação “carne fraca” causa prejuízos irreparáveis a indústria brasileira

Desde o início da Operação Carne Fraca, que completou seu primeiro mês hoje, 17, a JBS e a BRF perderam juntas R$ 5,47 bilhões de seu valor de mercado, segundo divulgou a empresa de informações financeiras Economatica. Ao mesmo tempo em que as exportações brasileira aumentaram em março, o preço da carne, no entanto, caiu.

No mercado financeiro, a JBS foi a mais penalizada e perdeu 15,35% do seu valor, que era R$ 32,6 bilhões antes da operação e encerrou o último pregão valendo R$ 27,6 bilhões. A BRF perdeu 1,45% do seu valor, que passou de R$ 31,9 bilhões para R$ 31, 5 bilhões. Conforme informou a Economatica, os analistas de mercado que acompanham o setor ainda têm dúvidas sobre como o dano à imagem da carne brasileira poderá impactar no preço do produto e na margem de lucro das empresas.

 

Discussões sobre tarifas não abala relação entre Portonove e Autoridade Portuária

O superintendente administrativo-financeiro da Portonave S/A, Osmari Castilho Ribas, garantiu nesta segunda-feira, 17, que a insistência da Autoridade Portuária de Itajaí na cobrança de tarifas portuárias do TUP - procedimento no qual a Antaq, que é a agência reguladora do setor portuário já se manifestou contrária - não macula o bom relacionamento entre o terminal privado, em Navegantes, e a Superintendência do Porto de Itajaí. Para ele são apenas visões antagônicas sobre um determinado ponto, mas que não mudou em nada a política de boa vizinhança que até dezembro do ano passado existiu entre o Porto Público e o TUP.

Segundo o gestor, tarifa é uma contra prestação de serviço por um agente público e o que a Portonave tem hoje é apenas a utilização dos acessos, pela qual paga as respectivas tarifas previstas na Tabela 1, que remuneram a utilização, manutenção e monitoramento do canal. Todo o outro processo - ISPS Code, instalações para órgãos intervenientes, o próprio processo de manutenção do terminal -, informa Castilho, a Portonave é obrigada a ter. Dessa forma, a companhia não vê que outra taxa ainda tenha que pagas à Autoridade Portuária. “E a Antaq já se posicionou dessa forma”, acrescenta.

A posição de Castilho é reforçada pela Lei 2.815, que é o novo marco regulatório do setor e definiu exatamente o que é o caso da Portonave, extinguindo qualquer discussão que possa existir com base na legislação anterior. Para ele, a nova Lei de Portos define claramente o que é um terminal de uso privado fora da área do porto organizado. Cabe agora ao Porto de Itajaí adequar a sua poligonal, de forma a retirar totalmente o TUP da área em questão. Na visão de Castilho, a Portonave já estava majoritariamente fora desta poligonal - ficando apenas uma ponta dentro, mas sem investimento público - o que a caracteriza como TUP. 

Prossegue a parceria

A Portonave sempre foi uma grande parceira do Porto de Itajaí em ações em prol da atividade portuária e, segundo seu gestor, continua disposta a participar do processo de evolução do Complexo Portuário do Itajaí como um todo. Apenas não concorda com a Autoridade Portuária em amputar novas tarifas ao terminal de Navegantes.

Castilho diz que entende perfeitamente o posicionamento da Autoridade Portuária, respeita esse posicionamento, mas não concorda com o mesmo, porque a Portonave opera totalmente dentro da legalidade, gerindo o negócio dentro do que estabelece a legislação.

Embora garanta que não ocorreu o distanciamento dos novos gestores do Porto de Itajaí e da Portonave, Castilho assegura que o TUP deve manter sus aposição com relação a cobrança de novas tarifas, que é muito claro. No entanto, diz que essa parceria entre o Porto e o terminal beneficia toda a atividade, a cadeia logística e o estado como um todo e que nenhuma estrutura portuária pode se manter de forma isolada.

Entenda o caso: O corpo técnico da Superintendência do Porto de Itajaí (SPI) trabalha desde dezembro passado no sentido de aprovar junto a Antaq a cobrança da nova rubrica tarifária relativa às operações de cargas na área do Porto Organizado pela Portonave. A agência reguladora já havia emitido em setembro de 2015 parecer negativo a qualquer possibilidade de a SPI cobrar tarifas do TUP além da chamada “tabela 1”, que é uma taxa cobrada dos armadores que operam os navios, para cada atracação. No entanto, os gestores do Porto Público solicitam a reanálise da decisão.

O pedido é embasado, entre vários outros, no fato dos navios atracados no terminal estarem fisicamente em operação no interior da poligonal do Porto Organizado de Itajaí  e que para movimentar suas cargas, a Portonave utiliza-se do espelho d’água pertencente à Autoridade Portuária.

Mesmo em tempos de crise Portonave mantém trajetória de crescimento

O terminal de uso privado (TUP) Portonave S/A - Terminal Portuário Navegantes divulgou na manhã desta segunda-feira o seu Relatório de Sustentabilidade 2016, que traz todos os números da companhia relacionados ao exercício passado nos setores econômico, social e ambiental.

Considerado o segundo maior movimentador de contêineres entre todos os portos e terminais portuários do Brasil pela Agência Nacional dos Transportes Aquaviários (Antaq), o TUP movimentou 910,87 mil TEU (unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés) em 2016, com acréscimo de 34% sobre 2015 (679,79 TEU). Volume que respondeu por 82,64% de toda a carga operada no Complexo Portuário do Itajaí.

Já o Iceport, que é um armazém frigorífico com capacidade para 16 mil posições pallets que realiza, além do armazenamento, o manuseio e a consolidação de carga congelada, Pertencente à Portonave, operou 455,96 mil toneladas de cargas em 2016, com avanço de 48% sobre as operações do ano anterior.

Os volumes operados em 2016 impactaram no crescimento econômico-financeiro da Portonave, apesar do cenário econômico recessivo e de um cenário político instável. A receita operacional bruta foi de R$ 485,5 milhões e o lucro-base para distribuição de dividendos atingiu R$ 105,7 milhões no ano. O valor adicionado pela companhia foi de R$ 339,4 milhões, dos quais 23,8% foram destinados para a remuneração dos colaboradores.

Os resultados incluem a Portonave entre as 500 maiores empresas do Sul do Brasil, segundo a consultoria Centronave-Datarmar, com a 19ª posição em Santa Catarina e 108ª na Região Sul. Com relação aos portos catarinenses, a Portonave detém 54% do market share, enquanto o TUP Porto Itapoá detém 34%, Porto de Itajaí (APM Terminals) 12%.

 

Desenvolvimento sustentável e responsabilidade social são marcas da Portonave

Maior arrecadador de impostos do município, a Portonave recolheu R$ 10,6 milhões em Imposto sobre circulação de Mercadorias e Serviços (ISS) para a Prefeitura de Navegantes, o que representou 41,8% do total arrecadado pelo município no período. Agora, se analisado tudo o que a companhia recolheu em ISS nos seus dez anos de operações - incluindo o período em que foi beneficiada por leis de incentivo fiscal - o valor fica em torno de R$ 57 milhões.

A Portonave também disponibiliza mais de mil vagas de trabalho em Navegantes. A empresa encerrou 2016 com 1,1 mil trabalhadores, inclusive, com crescimento em relação aos anos de 2016, 2015 e 2014. Número que salta para 4,4 mil se somados os 3 empregos indiretos gerados para cada empregado. Além destes trabalhadores, contratados no regime da CLT, a empresa ainda opera com a terceirização de serviços, o que aumenta ainda mais sua importância como gerador de trabalho e renda.

Outra grande contribuição da companhia com o mercado de trabalho de Navegantes é o programa “Jovem Aprendiz”, destinado a estudantes do ensino médio da Rede Pública, que já beneficiou 128 jovens entre os anos de 2008 e 2016. Destes, 48% foram contratados.

A empresa também investiu R$ 1,87 milhão em projetos sociais no ano passado - por meio de leis de incentivo à cultura e esporte, via Fundo da Infância e Adolescência, Fundo Municipal do Idoso, Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica e recursos próprios não incentivados.

Na área ambiental, a Portonave investiu R$ 3,8 milhões na recuperação da restinga e dunas e construção de deck de madeira por toda a orla. Já a Prefeitura de Navegantes desenvolveu projeto complementar com a construção de ciclovia, instalação de novo sistema

 

InovAmfri defende inclusão do aeroporto de Navegantes no pacote de concessões

O presidente do Conselho do InovAmfri, Paulo Bornhausen, vem buscando junto à União a inclusão do aeroporto de Navegantes na nova etapa do programa de concessões de aeroportos do Governo Federal. Bornhausen já apresentou a proposta ao ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República Wellington Moreira Franco e o próximo passo de será levar o tema à discussão com prefeitos e entidades da região que já participam e apoiam o programa InovAmfri, parceria dos municípios com o Governo do Estado.

Para Bornhausen, a inclusão do aeroporto no programa de concessões do Governo Federal possibilita a modernização do modal aeroviário da região para adequá-lo às crescentes demandas econômicas previstas para a região nos próximos anos e, ao mesmo tempo, ser mais um instrumento de atração de novos investimentos para os municípios da Foz do Rio Itajaí. 

Destino já traçado

Conforme informou presidente da Infraero, Antônio Claret de Oliveira, em visita ao aeroporto em janeiro deste ano, o lote que englobou o Aeroporto Hercílio Luz, de Florianópolis, seria o último a ser leiloado. O gestor garantiu na ocasião que as concessões iriam parar no quatro últimos aeroportos leiloados em 16 de março deste ano.

Segundo Claret de Oliveira, o que vai ocorrer a partir de agora, inclusive com o aeroporto de Navegantes, é que a Infraero vai abrir seu capital e, dessa forma, trazer para perto de si a iniciativa privada próxima, sem necessariamente passar pelas concessões. “Precisamos manter no governo a atividade”, afirmou na época. A ideia é que a parceria proposta para o Aeroporto Ministro Victor Konder, com a previsão de mais de R$ 550 milhões em investimentos públicos e privados nos próximos quatro anos, ocorra dessa forma. 

Finalmente a tão esperada dragagem do Itajaí-Açu

A tão esperada dragagem dos acessos aquaviários do Porto de Itajaí e demais terminais que compõem o Complexo Portuário do Itajaí está prestes a ser iniciada. O equipamento que executará os serviços, a draga Xin Hai Niu, já está no Brasil, em processo de nacionalização. Isso é visto pela comunidade portuária como um grande avanço, porque desde as fortes chuvas registradas em Santa Catarina em 2015, o rio Itajaí-Açu sofre com o assoreamento e a perda de profundidade.

O contrato entre a União e a empresa DTA Engenharia, vencedora do processo licitatório, foi assinado em janeiro. O investimento do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil será de R$ 38,8 milhões e as obras deveriam ter iniciado em fevereiro, para serem concluídas em julho. A dragagem será executada nos canais interno e externo e serão retirados do fundo do canal 4 milhões de metros cúbicos de sedimentos.

Prejuízos sem precedentes: O assoreamento ocorrido ainda no segundo semestre de 2015 reduziu o calado (distância entre o fundo e a quilha do navio) de 12 para 10,5 metros, o que limitou a movimentação de cargas, já que os navios não poderiam entrar no canal muito pesados. De acordo com os cálculos do superintendente do Porto de Itajaí, engenheiro Marcelo Werner Salles, essa redução representou a perda potencial de 1,6 mil contêineres por navio.

Se somadas as perdas decorrentes nessa redução de volumes ocorridas nos últimos meses de 2015 e no ano passado, o montante chega a R$ 1,8 bilhões. Valor que estará próximo dos R$ 3 milhões em outubro, quando as obras forem concluídas.

 

Movimentação portuária tem ritmo lento em Itajaí

Embora tenha apresentado avanço de 8% no trimestre, com relação ao igual período do ano passado, se continuar nesse ritmo a movimentação de cargas do Complexo Portuário do Itajaí neste ano tende a ser inferior à registrada no ano passado.

Somadas as cargas operadas pela APM Terminals, Porto Público, terminal de uso privado (TUP) Portonave e demais terminais instalados a montante, de janeiro a março, o Complexo movimentou 266,07 mil TEUs (medida internacional equivalente a um contêiner de 20 pés) em 2017. Movimentação que, se continuar nessa média, chagará a 1,064 milhão de TEUS em dezembro, ficando aquém dos 1,102 milhão de TEUs operados no ano passado.

No entanto, o cenário pode mudar a partir do segundo semestre, uma vez que, tradicionalmente, ocorre um aumento nos volumes operados nos últimos messes do ano. 

Mês atípico

Embora a Superintendência do Porto de Itajaí ainda não tenha disponibilizado as planilhas estatísticas em seu portal, o que possibilita traçar um comparativo da movimentação de abril com o mês anterior, acredita-se que o terceiro mês do ano foi atípico, devido a retração nos embarques de congelados em função da “operação carne fraca” e da greve dos transportadores autônomos. Dúvida que somente será sanada após a publicação dos números oficiais.

Supremacia da Portonave

O TUP Portonave, que é entre portos e terminais brasileiros o segundo maior movimentador de contêineres, foi responsável pela movimentação de 216,8 mil dos 266,07 mil TEUs operados por todo o Complexo Portuário do Itajaí. O terminal, instalado, em Navegantes operou 81,48% das cargas, enquanto a APM Terminals respondeu pela operação de 49,27 mil TEUs, ou 18,52%.

A mais nova gigante dos mares

A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou a aprovação sem restrições de uma joint venture entre as armadoras japonesas Nippon Yusen Kabushiki Kaisha (NYK), Mitsui O.S.K. Lines (MOL) e Kawasaki Kisen Kaisha (KL). A fusão envolve o setor de transporte marítimo regular de contêineres e vinha sendo debatido desde o ano passado.

A união dos três armadores resultou em uma sociedade de responsabilidade limitada de capital fechado chamada de “JV”, cujo negócio é o fornecimento de transporte marítimo regular de contêineres e serviços de terminais de contêineres. A JV será controlada pela NYK, que terá 38% de suas ações. Tanto a Mol quando a KL terão 31% cada.

O negócio é avaliado em R$ 8,2 bilhões e resultou na sexta maior frota de navios de contêiner do mercado mundial, podendo transportar 1,4 milhão de TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) e respondendo por 7% da capacidade global de transporte marítimo de contêineres.

No Brasil, a operação envolverá apenas o negócio de transporte marítimo regular de contêineres.

O tiro que saiu pela culatra

Preocupados com a situação dos moradores do bairro São Pedro, mais conhecido como Pontal, os vereadores de Navegantes exigiram a presença do engenheiro do quadro da Secretaria de Estado da Infraestrutura e fiscal da obra dos novos acessos aquaviários do Complexo Portuário do Itajaí Ivan Amaral e do superintendente do Porto de Itajaí, Marcelo Werner Salles, para exporem o projeto da nova bacia de evolução aos vereadores de Navegantes.

Amaral apresentou detalhadamente o projeto e tranquilizou os moradores, uma vez que foi elaborado com base em minuciosos estudos e modelagens matemáticas feitas no Brasil e exterior. No entanto, Marcelo Salles informou aos vereadores e comunidade de que existe uma ação impetrada pelo Ministério Público Federal, em que o Porto de Itajaí e a Prefeitura de Navegantes são réus.

Segundo Salles, a área é de propriedade da União e está ocupada irregularmente, não cabendo indenização aos ocupantes no caso de sua utilização para complementar a obra. Salles informou que a área está sob judice e a Autoridade Portuária aguarda a decisão da Justiça Federal.

Se os vereadores queriam tranquilizar a comunidade com relação aos impactos da obra, isso ocorreu. O que eles não esperavam a declaração bombástica de Salles, que os deixou ainda mais preocupados, já que o destino dos moradores do Pontal está nas mão da Justiça.

 

 

Safra de sardinha deve ser a pior dos últimos tempos

As boas expectativas para a safra da sardinhas deste ano foram frustradas. As capturas iniciaram no dia 15 de fevereiro e na primeira semana a quantidade de cardumes encontrados no litoral sul animou o setor. Aliado a isso, as altas temperaturas das águas da costa brasileira neste ano era um bom prenúncio para os pescadores e armadores de pesca, que apostavam na captura de mais de 80 mil toneladas da espécie.

Só que, passados pouco mais de um mês, já tem armador desistindo das capturas. A expectativa agora é outra: que esta seja a pior safra dos últimos cinco anos. E a desistência das embarcações tende a agravar após a Semana Santa, quando a procura pelo pescado é maior e estimula novas tentativas.

A situação preocupa o Sitrapesca, sindicato que representa os trabalhadores da pesca comercial. Cada barco leva a bordo 18 pescadores. Só em Itajaí e Navegantes, 1,4 mil trabalhadores da pesca estão empregados na captura da sardinha. A desistência dos armadores deve impactar em significativa alta na tacha de desemprego.

Maior embarcação do Rio Boat Show 2017 é Azimut

A embarcação de três pavimentos e quatro suítes, da italiana Azimut Yachts, mais parece uma mansão que uma embarcação. Ela será a maior embarcação exposta no Rio Boat Show 2017, que está acontecendo, até 11 de abril, na Marina da Glória.

Seu design chama a atenção mesmo à distância, com grandes janelas que garantem excelente luz natural, assim como seu alto padrão construtivo e tecnologia empregados, além de conforto e sofisticação. A grandiosidade dos espaços internos e externos, aliada à sofisticação dos mobiliários e acabamentos também são destaques em todos os ambientes.

Seu amplo flybridge (pavimento superior), a praça de popa e o lounge de proa garantem amplo conforto nas áreas externas com sofás, áreas de refeições, sunpads e segundo posto de comando. O interior não é diferente. São quatro amplas suítes e salão com área de estar, jantar, bar, cozinha e posto de comando principal.

Além da Azimut 103S, produzida na fábrica italiana, estão sendo apresentados outros três luxuosos modelos produzidos na unidade brasileira da Azimut Yachts e que são sucesso em vendas: a Azimut 83, a esportiva Verve 40 e a Azimut 56.

Revista Portuária na maior feira de logística e comércio da América do Sul

Encerra nesta quinta-feira, 06, a 23 edição da Intermodal South America, maior feira de logística e comércio da América do Sul, realizada anualmente no Transamérica Expo Center, na capital paulista. Embora ainda não tenha números fechados, a previsão dos organizadores é receber 45 mil visitantes durante os três dias do evento, que reúne 600 expositores de 26 países.

Em mais esta edição do evento está sendo veiculada a Revista Portuária - Economia & Negócios, neste ano com o Anuário 2017. A publicação mostra ao mercado o potencial industrial de Santa Cataria, sua completa infraestrutura portuária e aeroportuária, além de completo material jornalístico relacionado a economia catarinense.

O sucesso da participação do veículo junto aos principais protagonistas do mercado internacional e nacional, que durante os três dias promoveram negócios e parcerias, foi relatado pela coordenadora comercial da Revista, Sônia Anversa, na imagem, acompanhada do diretor executivo da LogicPhrama, Josoel Pisoni.

Equipe multimídia do veículo também acompanha o evento em tempo real, mostrando por meio das redes sociais as tendências de mercado, novidades nos setores de transportes e logística e também o desempenho dos parceiros do veículo, fundamentais para o sucesso alcançado no decorrer de seus mais de 20 anos de mercado.

 

Transportadores podem parar novamente

O reajuste de 15% acordado entre o Sindicato das Empresas de Veículos de Transporte de Carga e Logística de Itajaí e Região (Seveículos) e o Sindicato dos Transportadores Autônomos de Itajaí (Sintracon) cobre apenas as despesas com a manutenção dos veículos e os transportadores autônomos continuam insatisfeitos.

A afirmação é do presidente do Sintracon, Ademir de Jesus, em entrevista exclusiva para a edição de abril da Revista Portuária - Economia & Negócios.

Em longa conversa com a reportagem, o sindicalista traça uma radiografia do setor de transportes em Itajaí e região e diz claramente que os motoristas, descontentes com o atual cenário e acumulado perdas dia após dia, poderão paralisar novamente a qualquer momento. 

Obras dos berços 3 e 4 podem ser retomadas

O superintendente do Porto de Itajaí engenheiros Marcelo Werner Salles foi informado na tarde de ontem da assinatura de termo de compromisso na recém criada Secretaria Nacional de Portos (SNC), do Ministério dos Transportes, portos e Aviação Civil (MTPAC) para a liberação de recursos na ordem de R$ 23 milhões, destinados a conclusão do berço 3 e estudos de viabilidade da obra do berço 4. Após assinado o documento foi encaminhado ao departamento jurídico do MTPAC para posterior publicação. 

Promessa antiga

Resta saber quando os recursos virão realmente para Itajaí. Em visita a Itajaí no mês de janeiro o ministro Maurício Quintella Lessa havia definido datas para a conclusão do berço. Porém, os prazos não serão cumpridos. Após a liberação dos recursos ainda há a necessidade da mobilização do canteiro de obras, uma vez que a mesma está parada desde julho do ano passado, quando o governo federal deixou de repassar verbas.

O berço 3 está com mais de 90% das obras concluídas. Já no berço 4 foram encontrados escombros remanescentes das enchentes de 1983, o que impossibilita a perfuração para cravação de estacas para o novo cais. Diante disso, será necessário minucioso estudo, com ensaios de perfuração das lajes, para que aí elaborado um novo orçamento para a aditivação do contrato ou, dependendo do valor, uma nova licitação.

Retomam as discussões da soja

Com a conclusão das obras do berço 3 voltam à pauta as discussões com relação a sua utilização. De um lado estão os gestores do porto e a empresa ZMW Operações e Logística, que movimenta soja no porto de São Francisco do Sul e quer trazer esse tipo de operação para Itajaí. De outro, a grande maioria da comunidade portuária, que defende a utilização do berço e com movimentação de veículos ou contêineres, opções bem mais rentáveis e menos agressivas.

Só que as operações com soja em Itajaí estão cada vez mais distantes da realidade. Mesmo com uma boa previsão para a safra brasileira deste ano, os Estados Unidos aumentaram em 7% a área de plantio e os preços da commoditie estão achatados no mercado internacional. Portos que exportam o grão já amargam retrações nas operações, mesmo que ainda moderadas. 

Porto de Itajaí busca a ampliação de sua poligonal

O prefeito Volnei Morastoni, acompanhado do superintendente do Porto de Itajaí engenheiro Marcelo Werner Salles e de sua procuradora jurídica, cumprem ampla agenda em Brasília nesta sema. Na pauta está a ampliação da poligonal do porto organizado de Itajaí, que deve passar dos atuais 188,3 mil metros quadrados para cerca de 420 mil metros quadrados, no prazo de 20 anos  

A proposta de expansão deve incluir boa parte da primeira quadra após o porto. O volume de desapropriações é grande, mas considerado necessário para manter o porto competitivo. Outro ponto que integra o novo Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto (PDZ) é a exclusão de um pequeno trecho do cais da Portonave, em Navegantes, da área do porto organizado. O limite da chamada poligonal, que determina a área do porto, passa a ser a linha d`água. O projeto também inclui a nova área de manobras, a bacia de evolução.

As poligonais são uma representação em mapa, carta ou planta dos limites físicos da área do porto organizado, espaço geográfico onde a autoridade portuária detém o poder de administração do porto público.

Prorrogada data para conclusão das obras da nova bacia de evolução

A necessidade de adequações no projeto inicial dos novos acesso aquaviários do porto de Itajaí e demais terminais que formam o Complexo Portuário do Itajaí, que inclui a primeira etapa das obras da nova bacia de evolução, vai atrasar a conclusão da empreitada. A obra já deveria estar concluída, mas entraves de todos os tipos e origens, vem prorrogando a sua conclusão. Vale ressaltar que o ganho de competitividade do complexo portuário, ou seja, a cada dia que passa sem a obra estar concluída diminuem as vantagens competitivas do Porto de Itajaí e seus terminais nos mercados nacional e internacional.

O último atraso anunciado pela Construtora Triunfo e governo do Estado, que é o contratante, ocorre porque a não liberação dos recursos do governo federal para a segunda etapa da obra (orçada em R$ 200 milhões) forçou mudanças no projeto para evitar que partes da obra que estão no escopo da primeira fase do projeto sejam prejudicadas. Embora essas obras, que agregam um custo adicional de R$ 30 milhões ao orçamento inicial de R$ 104 milhões estejam sendo custeadas pelo Estado, com recursos provenientes de receitas de aplicações no Banco do Brasil, essas alterações demandam autorização dos órgãos ambientais, que ainda estão em fase de aprovação. 

Perda de competitividade

A primeira fase custará ao Estado R$ 105 milhões, obtidos através de um financiamento do BNDES, e garantirá a entrada de navios de até 335 metros nos portos locais. A segunda etapa deve abrir espaço para gigantes de até 366 metros de comprimento.

A nova bacia de evolução é considerada a mais importante obra de infraestrutura do Complexo Portuário do Itajaí. Quando foi anunciada, ainda em 2013, previa-se que a primeira etapa estaria pronta no ano seguinte, sob pena de um prejuízo mensal de R$ 60 milhões - que só não se confirmou porque que a retração no comércio exterior em todo o mundo atrasou a migração de navios maiores para a América do Sul. Mas com a retomada gradativa do comércio internacional, em breve esses navios devem trafegar pela costa brasileira.

Os trabalhos começaram, oficialmente, um ano atrás. Desde então, os terminais locais já perderam a oportunidade de competir por escalas por falta de adequação dos acessos.

 

Portonave é finalista do Lloyd’s List Americas Awards 2017

Eleita o Operador Portuário do Ano em 2013 e finalista nos anos de 2015, 2012 e 2011, no Lloyd´s List Global, onde disputou com empresa do mundo todo, neste ano a Portonave está entre os seis portos finalistas da premiação internacional, organizada pelo grupo Informa, chamada Lloyd´s List Americas Awards, dedicada a empresas do continente americano. A empresa concorre na categoria “Operador Portuário do Ano” e o resultado será anunciado em uma cerimônia em Nova Iorque, no dia 25 de maio. Embora seja figurinha carimbada na edição global, onde tem mostrado sua supremacia desde 2011, esta é a primeira vez que o terminal participa da edição “America” da premiação.

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