quinta, 13 de dezembro de 2018


Ações preventivas a emergência ambientais

Por Roberto Roche
Prevenção, segundo o dicionário, significa ato ou efeito de prevenir-se, ou seja, fazer ou ver antes. Pensando desta forma, qualquer intervenção preventiva é aquela que tenta antever e realizar ações para evitar possíveis situações prejudiciais neste caso, à impactos ambientais. Mas muitas se tornam ineficazes, sem o efeito esperado. Muitas empresas, na ânsia de prevenir, atropelam alguns critérios importantes e, por fim, acabam investindo muito dinheiro e obtendo pouco resultado.

Necessidade de Due Diligence Ambiental nas operações de M&A e IPO

Por Roberto Roche
Atualmente, o mercado empresarial do Brasil e do mundo exige, cada vez mais, transparência e segurança na realização de investimentos e transações empresariais. De alguns anos para cá, questões legislativas e judiciais envolvendo aspectos de responsabilidade sobre resíduos perigosos e passivos ambientais vem se destacando cada vez mais, ganhando considerável espaço no mundo dos negócios e até mesmo nas manchetes dos principais jornais do país. É neste contexto que a due diligence ambiental adquire um papel de destaque, tornando-se essencial para a realização de um bom negócio. Ainda mais quando o assunto é meio ambiente e se tratando de assumir passivos ambientais de outros,não é o desejo de ninguém.

Vamos ser práticos com as questões ambientais

Por Roberto Roche
Por falta de visão, bom senso e conhecimento técnico, por um longo período, as questões envolvendo o meio ambiente não mereceram da sociedade e do legislador a devida atenção, padrão que mudou radicalmente nos dias de hoje. Tanto que as inferências sobre o meio ambiente se tornaram fator de risco número um para os empreendedores, dados seus efeitos e sua complexidade para todo o mundo.

Se não cuidarem da nossa água, ela vai valer mais que petróleo!

Por Roberto Roche
No século XX forjou-se a idéia de que um dos indicadores mais seguros de riqueza de uma nação era o tamanho das reservas de petróleo em seu subsolo. Atualmente, economistas, empresas e políticos começam a levar em conta outro tipo de líquido para determinar a prosperidade futura desse ou daquele país: a água. Em tese, ela é mais abundante que o petróleo - 70% da superfície do planeta é coberta por esse líquido fundamental para a existência de qualquer tipo de vida, o que equivale a aproximadamente 1,5 bilhão de quilômetros cúbicos de água. A complicação é que menos de 1 % desse volume é apropriado para ser bebido ou usado na agricultura.

Auditoria Ambiental , ferramenta gerencial .

Por Roberto Roche
A preocupação com o meio ambiente vem ganhando força nos diferentes ramos do conhecimento humano. Temos na agilidade, na inovação e na transparência fatores fundamentais para as empresas se manterem competitivas no mercado. A incorporação da variável ambiental na gestão empresarial não é apenas um diferencial competitivo, mas uma questão de sobrevivência em longo prazo.

A influência da questão ambiental nos rumos e decisões da gestão empresarial

Por Roberto Roche
A discussão da sustentabilidade, como condição básica e indispensável para o desenvolvimento, há muito saiu do campo teórico para fazer parte das decisões estratégicas de empresas importantes no mundo .O Brasil esta inserido nesse contexto, tanto em função dos efeitos da globalização da economia que inviabiliza exportações de bens produzidos à margem das exigências ambientais, quanto em função da sua necessidade de busca de investimentos externos, inexistentes para os países que desconheçam essa nova realidade.

Plano de emergência individual – PEI: Entenda melhor a nova resolução Conama 398 e saiba como deve ser

Por Roberto Roche
Entrou em vigor desde o dia 12 de junho a resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) que trata do conteúdo mínimo do Plano de Emergência Individual para incidentes de poluição por óleo em águas sob jurisdição nacional. A norma, publicada no Diário Oficial da União de quinta-feira, revoga a de nº 293/2001.

A responsabilidade civil e criminal dos portos, terminais e empresas de navegação sobre as questões ambientais

Por Roberto Roche
Muito tem se falado sobre questões ambientais nos portos no Brasil (só se fala) por conta dos vários acidentes com vazamento de óleo em portos e terminais marítimos. Temos um exemplo bem recente que já esta sendo replicado em outros casos é a da ação do Ministério Publico de Santa Catarina na questão do vazamento de óleo na região do Porto de São Francisco do Sul. Onde o MP abriu uma cão civil contra a FATMA, IBAMA,,empresa de NAVEGAÇÃO e as três empresas de CARGA que estavam no navio, responsabilizando a todos por negligência quanto ao vazamento de óleo, ou melhor, falta de atendimento e equipamentos para a emergência (barreiras de contenção). Tais discussões levam sempre a debates sobre a responsabilidade, em matéria ambiental, do sócio e do administrador da empresa, tanto no âmbito civil como no penal.

Como esta aplicação da Lei 9966/00(lei do Óleo) para os portos e terminais marítimos no Brasil?

Por Roberto Roche
Somente nestes primeiros três meses do presente ano já foram mais de 10 (dez) acidentes com vazamento de óleo em portos no Brasil com conseqüências graves ,alguns atingindo as praias e no âmbito internacional tivemos 5 (cinco)grandes que foram noticias por semana em todo mundo.

Impactos ambientais, qual a responsabilidade de quem gerencia!

Por Roberto Roche
Atualmente, quando os empreendedores resolvem se instalar com alguma atividade e os administradores em aceitar dirigir empresas, entidades e organizações é indispensável que a iniciativa tenha uma avaliação que seja “economicamente viável”, “ambientalmente correta” e “socialmente justa”.

Preservação Ambiental e Marketing

Por Roberto Roche
É inviável, hoje, a separação entre o progresso econômico e os dispositivos constitucionais da garantia universal de um meio ambiente ecologicamente equilibrado. Nossa Constituição Federal determina o controle de todos os atos que comportem risco para a vida, para a qualidade de vida e para o meio ambiente.

A ética ambiental nas empresas

Por Roberto Roche
Até pouco tempo, as empresas tratavam os impactos ambientais gerados por suas atividades “externalizando negativamente o efeito ambiental”. Ou seja: os custos das ações que afetavam a natureza eram impostos às pessoas externas às transações entre produtor e consumidor do produto poluente. As argumentações para tal iniciativa geravam em torno do comprometimento da lucratividade, conseqüentemente, da competitividade.

Auditoria Ambiental de aquisição: necessidade, na hora da compra de uma empresa.

Por Roberto Roche
Assumir débitos fiscais e trabalhistas na aquisição ou fusão de uma empresa é prática bastante comum no mundo dos negócios. Mas a assunção de passivos ambientais, de possíveis danos causados ao ecossistema, é algo novo que necessita de outros parâmetros em matéria de auditoria e avaliação de risco ainda mais quando esta intimamente relacionada principalmente à revenda de combustíveis.

Passivo Ambiental: O que fazer quando ele aparece na sua empresa?

Por Roberto Roche
Todos os dias aparecem notícias sobre o aparecimento de terrenos com passivo ambiental clandestino no território nacional, em áreas onde hoje estão conjuntos habitacionais ou chácaras de lazer. O problema, sem dúvida, tem explicações históricas. Fruto de um momento da vida nacional em que não existiam ações de controle ambiental efetivas, o lixo químico depositado em nosso solo, porém, é uma verdadeira impressão digital dos seus autores que, agora, começam a ser “procurados”.

Meio ambiente: ônus ou oportunidade?

Por Roberto Roche
O meio ambiente, costumeira¬mente encarado como um mero e pesado ônus a ser arcado pelas empresas em virtude de expressas disposições legais, tem tomado importância tamanha em nossa sociedade que não pode mais ser re¬negado pela economia. Logo, se não pode ser esquecido, que seja então gerido de sorte a que sua tutela possa traduzir-se em novas oportunidades de negócios.

A responsabilidade dos sócios sobre as questões ambientais

Por Roberto Roche
Muito tem se falado sobre questões ambientais por conta do acidente rodoviários transportando produtos perigosos. Tais discussões levam sempre a debates sobre a responsabilidade, em matéria ambiental, do sócio e do administrador da empresa, tanto no âmbito civil como no penal.

Prevenção Ambiental, um meio eficaz para economizar custos na sua empresa.

Por Roberto Roche
Sem sombra de dúvida uma boa gestão ambiental se torna eficaz quando aplicado de forma a prevenir a ocorrência de danos ao meio ambiente. Deve-se “Prevenir” para não Corrigir”.

Gestão e prevenção ambiental portuária

Por Roberto Roche
As preocupações com os acontecimentos ecológicos têm caráter universal, atingindo a todos. Nas últimas décadas, essas questões têm exercido grande influência nos custos econômicos e a proteção do meio ambiente têm se tornado um importante campo de atuação para governos, indústrias, grupos sociais e indivíduos.
Autor:

Roberto Roche

O autor é membro do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), consultor ambiental, perito e auditor para o Ministério Público Federal, auditor ambiental Lead Assessor sênior do Instituto Nacional da Conformidade (INC), Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e do Environmental Auditors Registration Association (EARA). Pós-doutor em Avaliação de Impactos Ambientais Químicos (Universidade Católica de Los Angeles), pós-doutor em Biogeoquímica de Risco Ambiental (Universidade de Abeerden), possui MBA em Gestão Ambiental Industrial (Universidade de Havard), é doutor Ph.D em Bioquímica Marinha Ambiental (Universidade Católica de Los Angeles), Mestre qum Química Marinha Ambiental (Universidade do Texas A&M) e bacharel em Ecologia Matemática (Universidade de Maryland/U.F.R.J).

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