sexta, 06 de fevereiro de 2026
19/05/2025

ICEI registra leve alta em maio, mas empresários da indústria seguem pessimistas, aponta CNI


O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) subiu de 48 pontos para 48,9 pontos em maio. Apesar da alta de 0,9 ponto, o indicador continua abaixo da linha divisória de 50 pontos, demonstrando que a indústria segue pessimista, cenário que se repete há cinco meses. Os dados foram divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quinta-feira (15). 

Para o gerente de Análise Econômica da CNI, o resultado é positivo, mas exige cautela.

“É cedo para dizer se esse aumento vai se repetir nos próximos meses, especialmente a ponto de reverter esse cenário de falta de confiança do empresário”, avalia. 

A falta de confiança impacta as decisões de negócio nas empresas. “Essa persistência da falta de confiança se traduz em adiamento de decisões de produção, de emprego e de investimento, uma vez que o empresário tende a ser mais cauteloso”, analisa o economista.

De acordo com o levantamento, os dois componentes do ICEI melhoraram em maio. O índice de condições atuais cresceu 1,3 ponto, passando de 42,7 pontos para 44 pontos. Isso significa que a avaliação dos empresários sobre o momento das empresas e da economia é de piora na comparação com o que era há seis meses, embora seja menos negativa do que em abril. Dessa vez, a percepção sobre a economia brasileira foi o componente que mais influenciou a alta do indicador. 

Já o índice de expectativas, que compara o presente com seis meses à frente, avançou 0,6 ponto, para 51,3 pontos. A alta representa melhores perspectivas dos empresários, explicadas, em maio, em especial com relação à economia do país. 

Mais sobre o ICEI
O ICEI é uma pesquisa mensal da CNI que mede a confiança dos empresários da indústria. Para esta edição, foram consultadas 1.175 empresas: 443 de pequeno porte; 451 de médio porte; e 281 de grande porte, entre os dias 5 e 9 de maio de 2025.

Por: Felipe Moura
Da Agência de Notícias da Indústria



Blog

Desaceleração da produção industrial é sintoma de economia fragilizada, alerta CNI

A forte desaceleração da produção industrial, que cresceu 0,6% em 2025 ante alta de 3,1% em 2024, é sintoma de uma economia fragilizada. Os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (IBGE), nesta terça-feira (3), refletem um ambiente marcado por juros altos, crédito restrito e gastos públicos em excesso, avalia a Confederação Nacional da Indústria (CNI).   

"O país precisa reajustar a rota macroeconômica se quiser retomar um crescimento de forma sustentável, com criação de empregos e estabilidade fiscal. Caso contrário, o desempenho da indústria e dos demais motores da economia continuará oscilando, com anos muito positivos, tal como 2024, e outros bem abaixo do potencial", afirma o presidente da CNI, Ricardo Alban. 

O presidente da CNI ressalta que o crescimento da produção industrial no ano passado foi determinado pela indústria extrativa, uma vez que a indústria de transformação voltou a cair, após um ano bom em 2024.

Vale lembrar que, depois de crescer 10,7% em 2024, as concessões de crédito desaceleraram drasticamente em 2025, subindo apenas 3,8%. Sensível ao custo do capital, a indústria segurou investimentos e fechou 84,2 mil empregos somente no segundo semestre do ano passado.  

“Os juros estratosféricos têm cobrado caro e, se isso não for revertido rapidamente, o quadro vai piorar em 2026", alerta Alban. Segundo estimativas da CNI, as concessões de crédito crescerão apenas 3,2%, - desempenho ainda pior do que o observado no ano passado.  

Do lado fiscal, os números também frustraram as expectativas. O déficit primário de R$ 61,7 bilhões e o crescimento real de 3,4% das despesas federais superaram as projeções da CNI, que previa déficit de R$ 54,2 bilhões e alta de 3,3% dos gastos, reforçando a trajetória de deterioração das contas públicas. 

Para Alban, os dados reforçam a necessidade de priorizar o corte de gastos para ajustar as contas públicas, em vez da estratégia equivocada de sufocar o setor produtivo com o aumento de carga tributária. As expectativas para 2026, no entanto, vão na contramão. De acordo com as projeções da CNI, o déficit primário deve chegar a R$ 75,2 bilhões e as despesas federais podem subir 4,6%, elevando a dívida bruta em relação ao PIB de 78,9% para 82,4%.

Americanas abre 60 vagas temporárias para a Páscoa em Santa Catarina

A Americanas, uma das principais empregadoras do País, abre mais de 5 mil postos de trabalho temporários para reforçar sua operação de Páscoa — considerada uma das maiores do Brasil e um dos principais eventos da companhia no ano. As inscrições podem ser feitas pela internet neste link até o dia 19/2 e a previsão das contratações é para o início de março. 
Em Santa Catarina, estão disponíveis 60 oportunidades para atuação nas cidades de Florianópolis, Balneário Camboriú, Blumenau, Chapecó, Criciúma, Guaramirim, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joinville, Lages, Palhoça, São Bento do Sul, São José e Tubarão.
 
A companhia está em busca de pessoas com idade a partir de 18 anos, ensino médio completo e perfil dinâmico, ágil e resiliente para atuar nas mais de 1.400 lojas físicas da varejista. As oportunidades não exigem experiência prévia e os interessados devem ter disponibilidade para trabalhar até meados de abril, com possibilidade de efetivação. A Americanas incentiva a participação de candidatos de diferentes faixas etárias, incluindo profissionais 50+, reforçando seu compromisso com a diversidade e a inclusão. 
 
Entre as atividades estão o atendimento ao cliente, operação de caixa, organização de itens nas gôndolas e parreiras de ovos de Páscoa, além do suporte à operação dos pedidos feitos pelo site e app da Americanas com retirada em loja. Após a contratação, todos os temporários passarão por treinamentos, integração e ambientação nas unidades de trabalho lideradas por um time experiente que conduz diariamente essa grande operação do varejo. 
 
O processo seletivo acontece de forma online e presencial, com teste online e entrevista com a liderança. Além de salário compatível com o mercado, os contratados receberão benefícios como vale-refeição, seguro de vida e acesso aos cursos do Americanas Educa, plataforma de treinamentos da rede varejista. 


"A Americanas é referência nacional no evento de Páscoa, tanto para quem quer comprar os ovos e chocolates, quanto para quem procura uma recolocação profissional ou quem deseja ingressar no mercado de trabalho”, afirma Ana Paula Martins, Gerente de Gente & Gestão da Americanas. “Esse reforço na nossa operação é necessário para garantir a melhor experiência de compra para os nossos mais de 45 milhões de clientes, além de fortalecer nossa responsabilidade social como uma das grandes marcas empregadoras do Brasil”, completa. 
 
Sobre a Americanas - A Americanas é uma das maiores varejistas do Brasil, com quase 100 anos de história. A marca, amada pelos clientes, tem o propósito de resolver a vida das famílias brasileiras de maneira simples e descomplicada. A integração das cerca de 1.400 lojas, presentes em todos os estados do país, e a um e-commerce que complementa a experiência no físico, permite a realização de uma estratégia de vendas multicanal e eficiente, com foco na geração de caixa e rentabilidade. Essa geração de valor se reflete também no seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, além do impacto social com foco na redução das desigualdades.

UniFECAF promove Mutirão de Oportunidades em Navegantes (SC) com 2 mil vagas de emprego

Com o objetivo de aproximar jovens e adultos do mercado de trabalho e ampliar o acesso às oportunidades de empregabilidade na região, a UniFECAF, um dos centros universitários que mais crescem no país, realiza nos dias  , 5 e 6 de fevereiro (quinta e sexta-feira), o Mutirão de Oportunidades UniFECAF – Polo Navegantes, em Santa Catarina. 


A ação acontece das 13h às 21h, na quinta-feira e das 11hr às 20h30 na sexta-feira na Meia Praia, em Navegantes (SC), em uma área externa próxima ao Aeroporto Internacional da cidade, local que também recebe os jogos de vôlei responsáveis por movimentar o município.


Realizado em parceria com a Prefeitura de Navegantes, o evento conta ainda com o apoio da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e reúne, em um mesmo espaço, ações voltadas à empregabilidade, educação e bem-estar. Ao todo, serão disponibilizadas cerca de 2 mil vagas, entre oportunidades de emprego, estágio e programas de aprendizagem, oferecidas por empresas parceiras.


Segundo Marcel Gama, CEO da UniFECAF, a iniciativa integra um movimento nacional da instituição para fortalecer a empregabilidade nas regiões onde atua. “Quando criamos ações que conectam candidatos, empresas e educação, estimulamos um ciclo positivo de desenvolvimento regional. A cada edição do Mutirão, vemos jovens conquistando o primeiro emprego, profissionais em busca de recolocação e pessoas descobrindo novas possibilidades de futuro por meio da qualificação.”


Aberto ao público de todas as idades, o Mutirão tem como proposta aproximar a UniFECAF da comunidade local, incentivar a empregabilidade na cidade e oferecer ativações voltadas à saúde e à orientação profissional. Durante o evento, as empresas participantes contarão com estandes para divulgação das vagas e contato direto com os candidatos.


Além das oportunidades de trabalho, o público poderá participar de testes vocacionais, receber orientações sobre carreira e efetuar matrículas em cursos de graduação, reforçando o papel da educação como um caminho estratégico para o desenvolvimento profissional. 


Atenção ao acesso: o mutirão será realizado na área onde acontecem os jogos. Para entrar no espaço, é obrigatória a retirada gratuita do voucher no link abaixo:  https://www.sympla.com.br/evento/1-etapa-circuito-brasileiro-de-volei-de-praia-navegantes-sc/3269657?referrer=v . 

Link para inscrição: https://conteudo.unifecaf.com.br/mutirao-de-oportunidades-navegantes 

Sobre a UniFECAF
Um Centro Universitário com nota máxima (5) no MEC, reconhecida pela proposta inovadora de formação prática e conectada com o mercado de trabalho. Fundada em Taboão da Serra (SP), a instituição expandiu sua atuação para todo o Brasil por meio de cursos presenciais, EAD e semipresenciais, com infraestrutura moderna e uma metodologia centrada no aluno. Com mais de 10 anos de história, a UniFECAF já impactou milhares de estudantes em busca de crescimento pessoal e profissional. Seu ecossistema educacional inclui microcertificações digitais (badges), desenvolvimento de portfólios desde o início da graduação, trilhas de empregabilidade e parcerias com mais de 3 mil empresas. O índice de empregabilidade dos alunos chega a 90% ainda durante o curso. A missão da UniFECAF é transformar sonhos em realidade por meio da melhor experiência educacional, promovendo inclusão, inovação e formação com propósito.

Azimut Yachts exporta 15% da produção e transforma a América Latina em eixo estratégico de crescimento

Em um ano de maior cautela no comércio internacional, marcado por ajustes regulatórios e incertezas nas relações com a América do Norte, a Azimut Yachts, maior fabricante de iates de luxo do mundo e que mantém no Brasil o único parque fabril fora da Itália, teve a exportação como um pilar de sua estratégia em 2025. A unidade de Itajaí (SC) destinou ao exterior cerca de 15% da produção anual, percentual estável nos últimos três anos, tendo a América Latina como o principal vetor de crescimento internacional da filial brasileira.

A maior demanda por embarcações de luxo na América Latina, especialmente na Argentina, está associada à redução de custos e à simplificação do processo de compra no exterior. Medidas recentes adotadas pelo governo argentino diminuíram entraves à importação, reduziram etapas burocráticas e ampliaram a previsibilidade cambial, fatores decisivos para transações de alto valor. Para bens como iates, em que etapas como contrato, pagamento e prazo são extremamente relevantes, a combinação de menor incerteza regulatória, acesso mais funcional ao câmbio e custo financeiro tornou as operações mais viáveis. Nos demais mercados latino-americanos, as exportações avançam porque a combinação de regras comerciais previsíveis e rotas logísticas mais curtas a partir do Sul do Brasil reduz custo e encurta prazos de entrega.

“Exportar iates produzidos no Brasil significa operar uma indústria sofisticada, intensiva em engenharia, capital e mão de obra altamente qualificada. A fábrica de Itajaí atingiu um nível de maturidade que permite competir globalmente, com eficiência logística e previsibilidade. A América Latina se tornou estratégica porque reúne demanda consistente, proximidade geográfica e um ambiente de negócios que evoluiu de forma pragmática para viabilizar esse tipo de transação”, afirma Carlo Alberto Sisto, CEO da Azimut Yachts no Brasil.

A estratégia se materializa nos embarques recentes. Uma Azimut Fly 62, com quase 19 metros de comprimento, foi enviada para a capital argentina, enquanto uma Azimut Fly 58 seguiu para Punta del Este, no Uruguai, um dos principais pólos náuticos de alto padrão da região. O mesmo modelo já tem outra unidade em fase final de fabricação em Itajaí, com entrega programada para Cartagena, na Colômbia, em abril deste ano.

“Esses mercados tratam o iate não apenas como um bem de lazer, mas também como um ativo patrimonial. Para esse perfil de cliente, fatores como previsibilidade cambial, segurança jurídica, prazo de entrega e estrutura de pós-venda pesam tanto quanto design e performance. Hoje, a sede da Azimut Yachts no Brasil opera como uma plataforma regional de exportação, preparada para atender a América Latina com padrão global”, conclui Sisto.

Sobre a Azimut Yachts

Azimut Yachts é uma marca do Grupo Azimut|Benetti, líder mundial na fabricação de iates de luxo, com matriz na Itália. Com suas coleções Atlantis, Verve, Magellano, Flybridge, S e Grande, oferece a maior variedade de iates de 40 a 120 pés. Presente em 80 países por meio de uma rede de 138 centros de vendas e assistência, conta com uma fábrica no Brasil desde 2010, que produz embarcações de 51 a 100 pés.

https://www.azimutyachts.com.br/ 

Desempenho e finanças da pequena indústria pioram em 2025, alerta CNI

O desempenho e as finanças das indústrias de pequeno porte — que representam 94,2% das empresas industriais — caíram em 2025 em relação a 2024. É o que mostra o Panorama da Pequena Indústria (PPI), divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta segunda-feira (2). 

Segundo a pesquisa, o índice de desempenho das indústrias de pequeno porte registrou média de 45,5 pontos no 4º trimestre do ano passado, contra média de 46,8 pontos no mesmo recorte do ano anterior. O resultado mostra que a atividade industrial desse segmento fechou o ano pior do que em 2024. 

Embora o índice que mede a situação financeira das pequenas indústrias tenha subido 0,5 ponto na passagem do 3º para o 4º trimestre de 2025, o indicador fechou o ano abaixo do patamar registrado no fim de 2024, apontando piora das finanças dessas empresas. 

“No ano passado, a indústria experimentou um cenário muito mais negativo e preocupante do que em 2024, quando houve um forte aumento da demanda por bens industriais e o setor mostrou um forte crescimento.”, avalia o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo. 

Para calcular o índice de desempenho, a CNI considera três variáveis: produção, utilização do parque industrial e número de empregados. Já o índice de situação financeira leva em conta a avaliação dos empresários sobre margem de lucro operacional, condições financeiras e facilidade de acesso ao crédito. Ambos vão de 0 a 100 pontos e, quanto maior o resultado, melhor o desempenho ou a situação financeira no período.

Alta carga tributária pressiona competitividade da pequena indústria
A elevada carga tributária foi apontada pelos empresários das pequenas indústrias como o principal problema enfrentado pelo setor no 4º trimestre do ano passado. O problema foi assinalado por 42,7% dos empresários da indústria de transformação e por 44,7% dos industriais da construção. 

“A elevada carga tributária tira competitividade das empresas, tanto na hora de exportar quanto na hora de competir com importados. Soma-se a isso a complexidade do nosso sistema tributário, que amplia esse problema”, explica Marcelo Azevedo. 

Em segundo lugar do ranking de principais problemas da pequena indústria de transformação aparece a falta ou alto custo de trabalhador qualificado, com 29,2%; no caso da pequena indústria da construção, é a falta ou alto custo de mão de obra não qualificada que ocupa a segunda posição do ranking, com 30,9%. 

As taxas de juros elevadas aparecem em terceiro lugar na lista das preocupações para ambos os segmentos, com 27,6% e 30,9% das assinalações. 

Falta de confiança persiste
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) da pequena indústria permaneceu em 47,9 pontos na passagem de dezembro de 2025 a janeiro de 2026. Com isso, o indicador chegou a 14 meses abaixo da linha de 50 pontos, refletindo um quadro de pessimismo persistente entre os empresários desse segmento. 

Os empresários também estão cautelosos quanto ao futuro. O índice de perspectivas, que pondera a expectativa de demanda/atividade, número de empregados e intenção de investimento nos próximos seis meses, registrou 47,4 pontos em janeiro de 2026, abaixo dos 48,2 pontos observados no mesmo mês do ano passado. 

Sobre o PPI
O Panorama da Pequena Indústria (PPI) é uma publicação trimestral feita a partir dos resultados da Sondagem Industrial, Sondagem Indústria da Construção e Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI). 

Juros punitivos, baixa demanda e alta das importações seguraram crescimento da indústria em 2025

A perda de ritmo da atividade industrial em 2025 teve como principais responsáveis os juros altos, a demanda interna insuficiente e o aumento das importações, avalia a Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (3), a produção industrial cresceu apenas 0,6% no ano passado - uma forte desaceleração frente à alta de 3,1% em 2024.

O resultado só não foi pior por causa do desempenho da indústria extrativa — segmento que compreende atividades como mineração e extração de petróleo e gás natural —, cuja produção cresceu 4,9% em 2025. A alta ajudou a compensar a queda de 0,2% da indústria de transformação, segmento responsável por transformar matérias-primas em produtos, e que abrange a fabricação de alimentos, vestuário, veículos, eletrônicos, entre outros. Vale lembrar que a indústria de transformação vinha de crescimento de 3,7% em 2024.

Desaceleração acompanha aperto dos juros
A desaceleração industrial se deu a partir do segundo semestre de 2024, período em que o Banco Central iniciou o ciclo de aumento da taxa Selic. Depois de crescer 2,3% no primeiro semestre daquele ano, a indústria de transformação subiu 1,8% no semestre seguinte. A continuidade do aperto nos juros, que chegou a 15% na metade do ano passado, resultou em queda de 0,4% na produção do segmento no primeiro semestre de 2025 e em recuo de 0,8% no segundo semestre do mesmo ano.

“O patamar punitivo da taxa Selic encareceu o crédito ao setor produtivo, que segurou investimentos, e reduziu o apetite dos consumidores por produtos industriais. O prejuízo causado pelos juros altos é enorme: em 2024, com a Selic menor, a demanda doméstica por bens da indústria de transformação cresceu quatro vezes mais do que a demanda registrada até novembro de 2025”, pontua Mário Sérgio Telles, diretor de Economia da CNI.  

O enfraquecimento da demanda encontra respaldo nos dados da Sondagem Industrial da CNI. Segundo os empresários industriais, os estoques ficaram acima do planejado durante o segundo semestre do ano passado.

Além dos impactos negativos dos juros, a indústria teve que lidar com o aumento das importações. As compras de bens de consumo, bens de capital e bens intermediários saltaram 15,6%, 7,8% e 5,6% em 2025, capturando parcela relevante do mercado interno.

O cenário adverso impactou o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), da CNI, que teve o pior janeiro em 10 anos. Com isso, o indicador completou 13 meses abaixo da linha de 50 pontos, caracterizando quadro persistente de falta de confiança.

A falta de confiança, vale lembrar, faz com que os empresários deixem de investir, produzir e contratar, prejudicando o crescimento da indústria em 2026 e, consequentemente, da economia brasileira.

Vendas de veículos novos caem 0,38% em janeiro, diz Fenabrave

As vendas de veículos novos no Brasil caíram 0,38% em janeiro, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Segundo balanço divulgado nesta terça-feira (3) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que representa as concessionárias, em janeiro foram comercializadas 170,5 mil unidades de veículos, entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Em relação a dezembro, a queda foi de 38,96%.
Considerando-se o emplacamento de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos), o mercado de veículos começou o ano em trajetória positiva, com crescimento de 7,42% na comparação com o mesmo mês do ano passado, mesmo contando com um dia útil a menos. No total foram emplacados 366.713 veículos.

Na comparação com dezembro de 2025 houve retração de 25,54%, considerada típica do primeiro mês do ano por causa do período de férias e do menor ritmo da atividade econômica.

Para o presidente da Fenabrave, Arcelio Junior, o desempenho do setor em janeiro demonstra a resiliência da demanda brasileira por veículos novos, embora o ambiente de crédito ainda permaneça enfrentando dificuldades em função das taxas de juros elevadas.

O resultado confirma que o setor inicia 2026 com bases consistentes. Mesmo com menos dias úteis na comparação anual, observamos crescimento real do mercado, o que demonstra manutenção da demanda, disse, em nota.

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Motocicletas
O melhor desempenho entre os veículos continua sendo observado no segmento de motocicletas, que apresentou crescimento de 17,49% em janeiro na comparação a janeiro do ano passado e queda de 7,57% em relação a dezembro. O crescimento na comparação anual, informou a Fenabrave, se deve principalmente ao fato de que as motocicletas estão sendo procuradas para serviços de entrega e também como alternativa de mobilidade individual.

Outro fator que contribui para o aumento de vendas das motocicletas é a ampliação do uso do consórcio como modalidade de aquisição. O segmento de motocicletas mantém trajetória consistente de expansão. Trata-se de um movimento ligado a mudanças no perfil de mobilidade e no comportamento do consumidor, disse Arcelio Junior.

Caminhões
Já o mercado de caminhões iniciou o ano em retração de 34,67% (em relação a janeiro), ainda sem refletir o impacto do Programa Move Brasil, que oferece crédito para a compra de caminhões. Segundo a Fenabrave, o resultado desse programa só deverá começar a ser observado nos próximos meses.

O desempenho do segmento está diretamente ligado ao nível de atividade econômica, ao comportamento do agronegócio e ao custo do crédito para aquisição de veículos pesados e, com o Move Brasil, esperamos uma retomada nos emplacamentos, principalmente, entre os caminhões pesados, que representam 45% do mercado, disse Arcelio Junior.

Estabilidade
Em relação aos automóveis e veículos leves o desempenho foi considerado estável, com aumento de 1,64% em relação a janeiro de 2025 e queda de 39,17% em relação a dezembro.

Os veículos leves iniciam 2026 mantendo o nível de atividade. O mercado segue sensível às condições de financiamento, mas demonstra capacidade de sustentação do volume, disse o presidente da entidade.

Governo de Santa Catarina confirma novo voo da TAP e amplia ligação direta entre Florianópolis e Portugal
Foto: Roberto Zacarias / SECOM
 
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, se reuniu na tarde desta terça-feira, 2, com representantes da TAP Air Portugal e da  Zurich Airport Brasil, para tratar da ampliação da conectividade aérea internacional do estado. Também estiveram presentes o secretário de Portos, Aeroportos e Ferrovias, Beto Martins e a secretária de Estado do Turismo, Catiane Seif.
 
Durante a audiência, foi confirmada a inclusão de uma quarta frequência semanal da TAP Air Portugal na rota Florianópolis–Lisboa, reforçando a ligação direta entre Santa Catarina e a Europa. A nova frequência será operada aos domingos, a partir de 5 de julho, durante o verão europeu, período de maior demanda internacional.
 
“O fortalecimento dessa rota internacional é estratégico para Santa Catarina. Estamos falando de mais turismo, mais negócios, mais oportunidades e de um estado cada vez mais conectado com o mundo. O Governo de Santa Catarina trabalha de forma permanente para ampliar a malha aérea e impulsionar a nossa economia”, destacou o governador.
 
A ampliação da operação é resultado de uma articulação direta do Governo do Estado com a TAP, iniciada durante a missão oficial a Portugal. A negociação teve como foco garantir a viabilidade do voo e ampliar a conectividade internacional de Santa Catarina.
 
“Não tenho dúvida do acerto que fizemos quando fomos ao encontro da TAP, em Portugal, e garantimos a viabilidade do voo. Agora, isso se confirma com a quarta frequência semanal, o que é extraordinário. Santa Catarina passa a ocupar um espaço desejado há muitos anos. A TAP acreditou no projeto e, diante do sucesso da operação, ampliou ainda mais as frequências. É uma conquista maiúscula para o nosso estado”, complementou.
 
A rota entre Florianópolis e Lisboa começou em 3 de setembro de 2024, quando o primeiro voo da TAP Air Portugal, vindo da capital portuguesa, pousou no Aeroporto Internacional Hercílio Luz às 17h16, marcando o início das operações da companhia aérea portuguesa em Santa Catarina.
 
Segundo o diretor de Operações da TAP Air Portugal, Mário Chaves, a ampliação da oferta é resultado do desempenho positivo da rota e ressaltou a parceria com o Governo do Estado. “Sempre acreditamos que esta conexão seria um sucesso, e assim foi. Hoje, temos a satisfação de anunciar o reforço da operação com o lançamento de uma nova frequência. Agradecemos o apoio do Governo na promoção do destino e reforçamos, mais uma vez, o nosso investimento no Sul do Brasil”, destacou o diretor de operações.
 
A ampliação das frequências representa um importante impulso para o turismo e para a economia catarinense, contribuindo para a atração de visitantes internacionais, o fortalecimento do fluxo turístico e a geração de novos negócios no estado.
 
“De acordo com as diretrizes do governador Jorginho Mello, a Secretaria de Estado do Turismo tem trabalhado de forma incansável na promoção de um setor fundamental para Santa Catarina. As ações adotadas têm gerado resultados concretos, e Santa Catarina vem se consolidando como um destino de excelência não apenas no Brasil, mas também na Europa. É um mercado no qual estamos apostando fortemente”, destacou a secretária de Estado do Turismo, Catiane Seif.
 
O secretário de Portos, Aeroportos e Ferrovias, Beto Martins, destacou que Santa Catarina hoje vive um momento de consolidação. “O governador Jorginho primeiro deu protagonismo para o setor. Santa Catarina não tinha uma secretaria para cuidar desse tema. E ele tomou a decisão de ir a Portugal, pessoalmente, falar com o presidente da TAP. Ele construiu uma condição que o que começou com três frequências semanais agora virou quatro. O Governo do Estado assumiu um compromisso, de fazer uma forte promoção turística de Santa Catarina na Europa. Isso é protagonismo, isso é prioridade e isso é a visão empreendedora de um governador”, disse Beto Martins.
 
100 mil passageiros transportados
Com o reforço da operação em Florianópolis, a TAP Air Portugal reafirma seu compromisso com o mercado brasileiro e com o fortalecimento da conectividade aérea entre o Brasil e a Europa, especialmente durante a alta temporada do verão europeu. “É o resultado de um projeto de sucesso. Nós registramos em um ano e cinco meses da rota cerca de 100 mil passageiros transportados. Isso vem consolidar o que tinha sido uma promessa logo no início da operação, de nós adicionarmos mais uma frequência . Trata-se de agregar 2.300 assentos de avião por mês com essa operação adicional. Então, estamos felizes por ver a solidificação desse investimento lá atrás que tem resultado em sucesso”, ressaltou Carlos Antunes, diretor da TAP para as Américas.
 
“A ampliação da operação da TAP em Florianópolis reforça a consolidação internacional do Floripa Airport. Mais voos significam mais oportunidades para o turismo, para os negócios e para o desenvolvimento do Estado”, afirma Ricardo Gesse, CEO da Zurich Airport Brasil.
 
Sobre a TAP Air Portugal
A TAP Air Portugal é líder nas ligações aéreas entre o Brasil e a Europa e integra a Star Alliance desde 2005. Fundada em 1945, a companhia tem seu hub em Lisboa, um dos principais pontos de conexão entre Europa, África e as Américas.
 
Atualmente, a TAP liga Portugal a 13 cidades brasileiras, incluindo Florianópolis, com voos partindo de Lisboa e do Porto. No total, são 15 rotas entre os dois países. A companhia opera mais de 1.250 voos semanais para 85 cidades em todo o mundo.
 
A TAP possui uma das frotas mais jovens do mundo, composta por aeronaves Airbus de nova geração (A320neo, A321neo, A321LR e A330neo), além de aviões Embraer utilizados pela TAP Express. Em 2025, a companhia foi classificada pela Airlines Ratings como a companhia aérea mais segura da Europa e a 11ª mais segura do mundo.
ARTIGO: Banco Master, Will Bank e o custo social da desinformação financeira
Por Matheus Martins, sócio do Barcelos Martins Advogados e especialista em Direito Empresarial*
 
A liquidação do Banco Master e do Will Bank pelo Banco Central, no rastro da Operação Compliance Zero, não foi apenas mais um episódio de instabilidade financeira. Para além das investigações de fraudes apuradas pela Polícia Federal e dos bilhões mobilizados pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o caso expôs uma fragilidade pouco discutida no Brasil: a baixa capacidade da população de compreender riscos financeiros e, consequentemente, de confiar de forma informada no próprio sistema.
 
Embora o Banco Master já estivesse no radar de autoridades e analistas, o impacto social mais visível ocorreu com o Will Bank, seu braço digital. Um grande contingente de correntistas foram diretamente afetados por uma crise que, para muitos, parecia distante da sua realidade cotidiana. Trata-se de um público digitalizado, mas não necessariamente financeiramente educado, o que amplia a sensação de insegurança quando crises desse tipo ocorrem.
Crises financeiras sempre abalam a confiança. Em países com maior letramento financeiro, esse abalo tende a ser mais racional e temporário. No Brasil, frequentemente se transforma em medo difuso, desinformação e descrédito generalizado.
 
Levantamentos da Febraban indicam que mais da metade dos brasileiros declara entender pouco ou nada sobre educação financeira, embora reconheça sua importância. O Banco Central, que mede o letramento financeiro da população em uma escala de 0 a 100, aponta uma média nacional em torno de 60 pontos. O problema vai além da falta de conhecimento técnico, pois envolve a dificuldade de interpretar produtos financeiros, avaliar riscos e compreender limites de proteção institucional.
 
O episódio envolvendo o Banco Master e o Will Bank tornou isso evidente. Muitos clientes só passaram a entender, durante a crise, como funcionam o teto de cobertura do FGC, os prazos de ressarcimento, quais produtos são efetivamente garantidos e quais riscos não estão cobertos. Em paralelo, proliferaram informações falsas, golpes oportunistas e pânico digital, sintomas típicos de um ambiente marcado por forte assimetria de informação.
O próprio FGC foi colocado à prova. Estimativas de mercado indicam que os episódios de liquidação em 2025 levaram o Fundo Garantidor de Créditos a enfrentar um dos maiores volumes de ressarcimento de sua história, na casa de dezenas de bilhões de reais. Embora o mecanismo tenha funcionado, o volume e a visibilidade do caso testaram a confiança do público na principal rede de proteção do sistema financeiro.
 
É importante destacar que educação financeira não substitui fiscalização, governança ou atuação rigorosa das autoridades. Casos como o do Banco Master decorrem de falhas graves que precisam ser apuradas e responsabilizadas. Mas educação financeira atua como um amortecedor social, ajudando a reduzir reações emocionais e o descrédito generalizado em momentos de crise.
 
Sem esse amortecedor, cada episódio específico tende a se transformar em crise sistêmica de confiança. O impacto se espalha: retração do investimento, aumento da aversão ao risco, concentração excessiva em poucos produtos considerados “seguros” e afastamento do cidadão comum do sistema financeiro formal. As consequências também atingem empresas, especialmente pequenas e médias, em um ambiente em que o crédito encarece e decisões são adiadas.
 
O debate que o caso Banco Master, e o impacto sobre o Will Bank, deveria provocar vai além da responsabilização jurídica, que é necessária, e da reparação financeira, que é obrigatória. Ele precisa abrir espaço para uma discussão mais profunda sobre educação financeira como política estrutural, não como resposta emergencial após cada crise. Educação financeira não impede falhas institucionais, mas reduz seus danos sociais. Em um país onde a confiança já é um ativo escasso, isso talvez seja o mínimo indispensável para evitar que cada novo episódio se transforme em trauma coletivo.
 
*Matheus Martins é sócio do Barcelos Martins Advogados, especializado em assessoria jurídica para startups e empresas de pequeno e médio porte. Com forte atuação em direito empresarial e contratos estratégicos, é defensor de modelos inovadores de prestação de serviços jurídicos que aliam eficiência, previsibilidade e entrega de valor constante aos clientes.
Costa Cruzeiros celebra Itajaí como hub estratégico para embarques na temporada 2025/2026
A temporada 2025/2026 da Costa Cruzeiros na América do Sul consolida a cidade de Itajaí, em Santa Catarina, como hub estratégico para as atividades da companhia na região. Até abril de 2026, o porto de Itajaí recebe 27 operações de embarque e desembarque de passageiros do navio Costa Diadema em minicruzeiros pelo litoral brasileiro e roteiros pela região do Rio da Prata (Buenos Aires e Montevidéu). 
 
Para celebrar essa parceria que visa, sobretudo, o fortalecimento do segmento de cruzeiros marítimos no Sul do País, a Costa reuniu autoridades locais, lideranças e representantes do setor turístico para um encontro a bordo do Costa Diadema no último sábado, 31 de janeiro. 
 
O comandante do navio, Alessandro Arienti; Dario Rustico, presidente Executivo da Costa Cruzeiros para as Américas e Renê Hermann, presidente Institucional da companhia marítima receberam a bordo o Vice-Prefeito, Rubens Angioletti; o Secretário de Turismo e Eventos de Itajaí, Ronaldo Jansson Jr.; o Presidente da Câmara de Vereadores de Itajaí, Fernando Pegorini; o Superintendente do Porto de Itajaí, João Paulo Tavares Bastos Gama, além de representantes da Capitania dos Portos, Praticagem, Polícia Federal, Receita Federal e Antaq. Marco Ferraz, presidente Executivo da CLIA Brasil, e o trade de turismo regional também estiveram presentes.
 
Ao longo desta temporada 2025/2026, a cidade de Itajaí vem atuando como porto de embarque para os cruzeiros de sete noites do Costa Diadema, visitando as capitais argentina e uruguaia, e para os minicruzeiros de 3 e 4 noites, com paradas em Santos e Ilhabela. Os roteiros do Costa Diadema permitem aos hóspedes que residem no Sul do Brasil ter a Costa como escolha preferencial para suas férias a bordo. 
 
“Este é um momento para agradecermos e reforçarmos nosso compromisso com a cidade de Itajaí, destino que vem sendo fundamental para o crescimento dos cruzeiros marítimos na América do Sul. Inclusive para a próxima temporada, 2026/2027, a Costa segue com uma atividade robusta a partir do porto de Itajaí. São 25 cruzeiros com embarques de Itajaí entre novembro de 2026 e abril de 2027. Esse número se reverte em valorização do turismo marítimo e impacto positivo para a economia local”, ressalta Dario Rustico, Presidente Executivo da Costa Cruzeiros para as Américas.
 
Saiba mais sobre o Costa Diadema 
O Costa Diadema conta com 1862 cabines, sendo 756 cabines com varandas. Com 11 restaurantes, navio oferece uma variedade de opções para todos os paladares, desde a autêntica pizza napolitana na Pizzeria Pummid'Oro; as melhores carnes no La Fiorentina Steak House e no The Salty Beach Street Food, até os sabores da culinária internacional no Teppanyaki e no Sushino. O Costa Diadema oferece ainda 12 bares, entre eles: Aperol Spritz Bar, Carlsberg Country Bar,Sunset Bar e a Gelateria Amarillo, com os melhores sorvetes e doces artesanais. 
 
Nos quesitos lazer e entretenimento a bordo, os hóspedes podem aproveitar as 11 piscinas e jacuzzis, a pista de corrida panorâmica; o campo poliesportivo para a prática de futebol, basquete e vôlei; os espetáculos no teatro, o cassino ou ainda fazer compras dos mais diversos itens no shopping de 660 metros quadrados. Para as crianças e os adolescentes, o Costa Diadema oferece espaços dedicados por faixa etária no Squok Baby Area, no Squok Club e Teen Zone. Se a intenção é ter momentos de relaxamento e bem-estar, o Costa Diadema reúne academia equipada e o Solemio Spa. Com 6.200 metros quadrados, o spa tem área termal, piscina de talassoterapia e salas para tratamentos de beleza. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Sobre a Costa Crociere
A Costa Cruzeiros é uma empresa italiana com sede em Gênova, que faz parte da Carnival Corporation & plc, o maior grupo de cruzeiros do mundo. Há mais de 75 anos, os navios da Costa percorrem os mares do mundo, levando hóspedes a cerca de 200 destinos diferentes, a serem descobertos por meio de experiências únicas, tanto a bordo quanto em terra. Atualmente, a frota da Costa consiste em 9 navios, todos com bandeira italiana, navegando pelo Mediterrâneo, Norte da Europa, Caribe, América Central, América do Sul e Emirados Árabes Unidos, além de oferecer cruzeiros "Volta ao Mundo" e "Grandes Cruzeiros", para visitar diferentes continentes em uma única viagem.
 
 
 
Veja como checar dados oficiais sobre a saúde financeira do seu banco

Com a liquidação de instituições financeiras pelo Banco Central (BC) desde o fim de 2025, notícias e rumores sobre a saúde de bancos passaram a circular com mais frequência, nem sempre com informações corretas. Para o consumidor e o investidor, saber diferenciar alertas reais de fake news é essencial para proteger seu dinheiro e tomar decisões seguras.
Existem ferramentas oficiais, indicadores públicos e sinais objetivos que permitem avaliar a situação financeira de um banco em funcionamento no Brasil. Nem toda notícia alarmista sobre instituições financeiras é verdadeira. 

Antes de agir por medo, o consumidor deve consultar fontes oficiais, analisar indicadores e desconfiar de promessas exageradas. A informação de qualidade continua sendo a melhor defesa contra boatos e prejuízos.

Confira o passo a passo para conferir se uma notícia negativa procede ou se é apenas desinformação.

1. Consulte se o banco é autorizado pelo Banco Central
O primeiro passo é verificar se a instituição é autorizada e supervisionada pelo Banco Central do Brasil.
Isso pode ser feito no site do BC, no caminho: Meu BC Serviços Encontre uma instituição.
Bancos não autorizados não podem operar no sistema financeiro nacional.
2. Use bases oficiais de dados
Três tipos de plataforma concentram informações confiáveis:

Central de Demonstrações Financeiras (CDSFN), do Banco Central: na mesma página do serviço Encontre uma Instituição, com o seguinte caminho: digitar o nome da instituição  clicar no resultado clicar em Central de Demonstrações Financeiras;
Site Banco Data:  organiza dados financeiros de forma acessível, com esquemas visuais e cores (verde, laranja e vermelho) para indicar o risco de cada indicador;
Site de Relações com Investidores (RI) de cada instituição: cada instituição autorizada pelo BC é obrigada a manter uma página de relação com investidores, com todas as informações financeiras e com resumos de fácil leitura. Caminho: digitar em qualquer site de busca o nome da instituição + RI.
Esses sistemas permitem analisar balanços, resultados e indicadores de risco.

3. Avalie os principais indicadores de solidez
Índice de Basileia: mede a relação entre capital próprio e riscos assumidos.

       >> Mínimo exigido no Brasil: 11% para instituições em geral, 13% para bancos cooperativos;

       >> Índice confortável: acima de 15%;

       >> Um índice de Basileia 11% significa que, para cada R$ 100 emprestados, a instituição tem 11% de recursos próprios (dos sócios e dos acionistas);

       >> Quanto maior, mais capacidade o banco tem de absorver perdas.

Lucro líquido recorrente: lucros consistentes ao longo do tempo indicam boa gestão.
Inadimplência da carteira de crédito: percentual de empréstimos vencidos há mais de 90 dias. Índices elevados são sinal de risco.
Índice de imobilização: mostra quanto do capital está preso em ativos fixos (como imóveis que não podem ser vendidos em momentos de crise); valores altos reduzem a liquidez.
Rating de crédito: notas atribuídas por agências como Moodys, S&P e Fitch. Rebaixamentos sucessivos acendem o alerta. No caso do Banco Master, no entanto, várias agências atribuíam nota alta e risco baixo à instituição.
4. Verifique a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos
Para quem investe, é fundamental confirmar se o banco é coberto pelo FGC, que garante até R$ 250 mil por Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), com teto global de R$ 1 milhão pago a cada quatro anos.

O FGC cobre os seguintes recursos e investimentos:

Contas correntes e poupança;
CDB e RDB;
Letras financeiras dos seguintes tipos: LCI, LCA, LC, LH, LCD;
Depósitos a prazo;
Operações compromissadas com títulos elegíveis.
Em caso de liquidação, o FGC é o caminho para recuperar os valores dentro do limite.
Recursos e investimentos não cobertos pelo FGC:

CRI e CRA;
Debêntures;
Letras financeiras dos seguintes tipos: LF, LI, LIG; 
Títulos públicos, porque esses papéis são cobertos pelo Tesouro Nacional;
Títulos de capitalização;
Fundos de renda fixa: em caso de quebra, têm CNPJ separado da instituição e podem ir para outro gestor;
Depósitos no exterior;
Depósitos judiciais.
O correntista deve estar ciente de que perderá esses valores em caso de quebra da instituição.

5. Desconfie de rentabilidade fora do padrão
Bancos pequenos oferecem taxas maiores que bancos grandes e de baixo risco;
Bancos em dificuldade podem oferecer taxas muito acima da média do mercado para captar recursos rapidamente;
Retornos extraordinários quase sempre vêm acompanhados de maior risco;
No caso de CDBs, a taxa máxima recomendada está em 115% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI). O Banco Master oferecia taxas de 140% do CDI.
6. Fique atento aos sinais de alerta
Não é possível prever com exatidão se um banco será liquidado, mas alguns indícios ajudam:

Queda contínua do Índice de Basileia;
Prejuízos recorrentes nos balanços;
Rebaixamento de rating;
Notícias sobre investigações ou intervenção;
Ofertas agressivas de captação;
Entrada em regimes especiais do Banco Central, como o Regime de Administração Especial Temporária (RAET).
No caso do Will Bank, liquidado recentemente, o Índice de Basileia estava negativo em 5,3% em junho de 2024. O Índice de Imobilização estava negativo em 1,9% na mesma data, mesmo com lucro líquido de R$ 55,5 bilhões.

7. Compare com investimentos mais seguros
Para reduzir riscos, especialistas destacam:

Tesouro Direto: risco de crédito considerado o menor do país;
CDBs, LCIs e LCAs de grandes bancos, com alta solidez e proteção do FGC.

Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago nesta segunda

O reajuste de 6,79%, equivalente a R$ 103, foi oficializado pelo Decreto 12.797/2025. O aumento segue a política de valorização do salário mínimo, que combina inflação (INPC) e crescimento do Produto In terno Bruto (PIB), respeitando os limites do arcabouço fiscal, que restringe o reajuste a 2,5% acima da inflação do ano anterior.

Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começaram a receber o novo salário mínimo no último dia 26. O pagamento segue até sexta-feira (6), conforme o número final do cartão, sem considerar o dígito verificador.

Quanto vale o mínimo em 2026
    Mensal: R$ 1.621;

    Diário: R$ 54,04;

    Hora: R$ 7,37.

Como foi calculado
    Inflação pelo INPC: 4,18%;

    Somada ao crescimento real do PIB: 3,4%;

    Adicional de 3,4% limitado a 2,5% pelo arcabouço fiscal;

    Reajuste total: 6,79%.

Impactos
Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o novo salário mínimo impacta 61,9 milhões de brasileiros. O aumento deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia em 2026.

O reajuste tem efeitos amplos tanto sobre a renda das famílias quanto sobre as contas públicas. O governo estima impacto combinado de R$ 110 bilhões na economia, ao considerar o reajuste e a isenção do IR. No entanto, haverá custo adicional para a Previdência Social estimado em R$ 39,1 bilhões.

Além de afetar diretamente trabalhadores que recebem o piso nacional, o novo valor serve como referência para uma série de benefícios previdenciários, assistenciais e trabalhistas, como aposentadorias do INSS, pensões, seguro-desemprego e salário-família.

Confira como ficam os benefícios e as contribuições atreladas ao salário-mínimo:

INSS
    Benefícios no piso (1 salário mínimo): reajuste integral de 6,79%, para R$ 1.621

    Acima do piso: reajuste de 3,90% (INPC de 2025)

    Teto do INSS: R$ 8.475,55

Contribuições ao INSS (CLT)

    Até R$ 1.621: 7,5%

    De R$ 1.621,01 a R$ 2.902,84: 9%

    De R$ 2.902,85 a R$ 4.354,27: 12%

    De R$ 4.354,28 a R$ 8.475,55: 14%

Autônomos, facultativos e MEI

    Plano normal (20%): R$ 324,20

    Plano simplificado (11%): R$ 178,31

    Baixa renda (5%): R$ 81,05

    MEI (5%): R$ 81,05

Seguro-desemprego

    Reajustado pelo INPC (3,90%), com vigência desde 11 de janeiro

    Parcela mínima: R$ 1.621

    Parcela máxima: R$ 2.518,65

    Valor varia conforme salário médio dos últimos meses.

Salário-família

    Salário-família: R$ 67,54 por dependente

    Pago a quem recebe até R$ 1.980,38 mensais

IR zero para quem ganha até R$ 5 mil vale a partir deste mês

Os impactos da nova tabela do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026 começam a ser percebidos nesta semana, no contracheque dos assalariados que ganham até R$ 5 mil brutos por mês. Eles estarão totalmente isentos do IR, e aqueles com renda de até R$ 7.350 terão redução gradual do imposto retido na fonte.
As alterações começaram a valem para os salários pagos a partir de janeiro, com reflexo a partir do pagamento de fevereiro.

De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, 16 milhões de pessoas deverão ser beneficiadas pela medida.

Um deles é o pedreiro do Distrito Federal, Genival Gil, de 49 anos, que ficou sabendo da medida pelo telejornal. Há três meses, ele está fichado (com a carteira de trabalho assinada) com salário de pouco mais de R$ 2,7 mil.

O pedreiro Genival Gil fala sobre a isenção no Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil - Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil
Agora, Genival aguarda o contracheque para conferir o valor - que antes ia para os cofres da União e que agora vai ficar na conta. A sobra terá destino certo.

Vai ajudar a pagar umas contas a mais da casa, programa o pedreiro que mora de aluguel no Paranoá, a 20 quilômetros do centro de Brasília.

Com a nova regra, passam a ficar totalmente isentos do IRPF, desde que a renda mensal total não ultrapasse R$ 5 mil:

- trabalhadores com carteira assinada;

- servidores públicos;

- aposentados e pensionistas do INSS ou de regimes próprios.

A regra também se aplica ao décimo terceiro salário.

Os rendimentos acima de R$ 7.350 continuam seguindo a tabela progressiva de descontos do IR atual (até 27,5%).

O jardineiro de um shopping de Brasília, Arnaldo Manuel Nunes, de 55 anos, também sabe que a partir deste mês uma fatia considerável do seu trabalho que ficava retida na fonte, agora não vai ser mais descontada de sua remuneração. Ganhando o salário do piso da categoria, R$ 2.574, Arnaldo considera a medida boa para o orçamento doméstico. Mal dá para o cara se manter. Mas vou gastar com [as contas de] água e luz, que estão um absurdo.

Para o jardineiro Arnaldo Manoel Nunes,  a isenção do IR é medida boa para o orçamento doméstico - Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil
Desconhecimento
Nas ruas, a reportagem da Agência Brasil também entrevistou vários trabalhadores formais que desconhecem a nova tabela do imposto de renda e as principais alterações de isenção e redução da cobrança do tributo.

 É o caso da atendente de caixa de uma rede nacional de farmácias, Renata Correa, que se surpreendeu com a notícia de que não terá que pagar mais imposto de renda com o atual salário de R$ 1.620. Os planos dela são de economizar o valor inesperado. Vou fazer uma rendinha extra e deixá-la guardadinha para poder chegar ao fim do ano ou usar em datas especiais. Até mesmo usar em uma emergência.

A atendente de farmácia Renata Correa recebeu com surpresa a notícia da isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil - Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil
Ao chegar ao local de trabalho, Renata prometeu avisar os colegas sobre a boa nova para que fiquem atentos. Agora, vou vigiar o contracheque e correr atrás para não ter problemas e saber se está tudo certinho mesmo. Renata mora em casa própria em Santo Antônio do Descoberto (GO) com as três filhas.

O integrante do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) Adriano Marrocos tranquiliza os trabalhadores com carteira assinada, pois a isenção para quem recebe até R$ 5 mil e os descontos graduais, para quem tem renda de R$ 5.001 a R$ 7.350, serão automáticos.

Quem tem emprego, não precisa se preocupar, pois os cálculos são automáticos nos programas que geram as folhas de pagamento. O que a pessoa deve observar é que há o cálculo combinado com o redutor adicional e o desconto simplificado.

Comunicação mais eficaz
 A notícia encheu os olhos da cozinheira Elisabete Silva Ribeiro dos Santos, de 48 anos. Há um ano e meio, ela trabalha em um restaurante localizado em área popular, no centro de Brasília, e ganha cerca de R$ 1,7 mil por mês. Se sobrar dinheiro, quero juntar para comprar um carro porque venho de ônibus todos os dias do Recanto das Emas.

 A cozinheira Elisabete dos Santos sente falta de maior comunicação do empregador com os empregados -Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil
No entanto, Elisabete sentiu a falta de uma comunicação do empregador aos funcionários. Nem ela, nem o churrasqueiro sabiam da isenção do imposto de renda. Por isso, ainda demorou a confiar na veracidade da notícia.

Eu acho excelente, mas vamos ver se vai valer mesmo!

Para acabar com as dúvidas, o contador Adriano Marrocos sugere a melhoria da comunicação com os trabalhadores.

Em relação aos empregados, a sugestão é o envio de um texto explicando as mudanças e que não se trata de aumento de salário, mas de redução de imposto.

Na sexta-feira (30), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou em suas redes sociais a notícia de que a isenção do IR começa a ser percebida no salário recebido neste mês.

Está valendo: quem ganha até R$ 5 mil agora tem Imposto de Renda ZERO. E quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 7.350 está pagando menos imposto. É mais dinheiro para cuidar da família, organizar a vida e viver melhor. Isso é justiça tributária, e ela está chegando para milhões de brasileiros e brasileiras, disse o presidente Lula.

De onde vem o dinheiro?
A conta da renúncia fiscal estimada em R$ 25,4 bilhões  será paga por quem está no topo da pirâmide econômica. Para compensar a perda de arrecadação, foi criado o Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo (IRPFM).

Entram no cálculo os salários recebidos; lucros e dividendos; e rendimentos de aplicações financeiras tributáveis.

A estimativa do governo é de que cerca de 141 mil contribuintes serão afetados. Desde 1º de janeiro, a regra é válida para quem tem:

- renda mensal de acima de R$ 50 mil (R$ 600 mil/ano), alíquota progressiva de até 10%;

- renda acima de R$ 1,2 milhão/ano, os chamados super-ricos: alíquota mínima efetiva de 10%.

Com o do novo imposto voltado à alta renda, o contador Adriano Marrocos acredita que o impacto na arrecadação federal de tributos deve ser mínimo.

Já havia benefício de isenção para quem recebia até dois salários-mínimos (R$ 3.036). Então, a renúncia só tem a margem de R$ 3.036,01 a R$ 5 mil. De outro lado, o governo federal sancionou a cobrança de imposto de renda de parcelas que eram isentas, como a distribuição de lucros.

Para o gerente de loja de roupas Pedro Henrique Mendonça Marques, de 23 anos, a medida federal faz justiça tributária do Brasil.

O gerente de loja Pedro Henrique Mendonça Marques diz que isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil faz justiça tributária - Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil
É legal porque, nesses casos, vai taxar os que recebem mais. Eles pagam mais, E quem recebe menos, paga menos. Essa é a lógica.

Ele recebe cerca de R$2,3 mil por mês e pretende contribuir mais nas despesas da casa que divide com a mãe, na cidade de São Sebastião. Nesta matemática financeira, ele até pensa no futuro. Eu acho que vou sair da casa da minha mãe, por exemplo.

Na hora de declarar o IR
De acordo com o Ministério da Fazenda, a correção da tabela do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) vai se refletir apenas na declaração de 2027, que considera os rendimentos de 2026.

O conselheiro Adriano Marrocos explica que para a Declaração do Imposto Renda Pessoa Física anual, a ser entregue em maio deste ano, nada muda. Esses trabalhadores ainda terão que entregá-la normalmente. O benefício teve início apenas em janeiro de 2026, ou seja, qualquer reflexo da redução do IR deverá ser percebido somente em maio de 2027.

O Ministério da Fazenda explica que nada muda nas principais deduções do IR, no momento da declaração:

- dependentes: R$ 189,59 por mês;

- desconto simplificado mensal: até R$ 607,20;

- despesas com educação: até R$ 3.561,50 por pessoa ao ano;

- declaração anual: desconto simplificado de até R$ 17.640.

Marrocos esclarece ainda que a dispensa da entrega da declaração para quem ganha menos de R$ 5 mil em 2026 não toma por base apenas o rendimento tributável, mas os rendimentos isentos e não tributáveis, os tributáveis exclusivamente na fonte, além dos bens.

Quem tem mais de uma fonte de renda precisará complementar o imposto na declaração anual, mesmo que cada rendimento isolado seja inferior a R$ 5 mil.

Para os contribuintes que temem errar o preenchimento da declaração do imposto de renda em 2026 e 2027, a dica é observar o que está detalhado no informe disponibilizado pelas empresas obrigatoriamente no primeiro trimestre de cada ano.

Os dados gerados pelas empresas são enviados para a Receita Federal, por meio de declarações eletrônicas mensais e trimestrais. Assim, a ocorrência de erro é baixa.

Além da necessidade de o contribuinte declarar da mesma forma que está descrito no Informe de Rendimentos, é importante conferir os dados na declaração pré-preenchida pela Receita Federal antes de confirmar o envio, lembra o contador.

Confira aqui a nova tabela do IRPF divulgada pela Receita Federal com as mudanças após isenção para quem ganha até R$ 5 mil e que entraram em vigor em 1º de janeiro deste ano.

Editora Bittencourt