sexta, 12 de agosto de 2022
09/03/2022

Sebrae abre as inscrições para a 5º edição da Semana da Transformação Digital


Pensando em empoderar micro e pequenos negócios a respeito da cultura de inovação, direcionando os empreendedores para uma gestão de negócios que une ativos digitais e presenciais, o Sebrae, em parceria com a TD, promove a 5ª edição da Semana de Transformação Digital para Micro e Pequenas Empresas. O evento, online e gratuito, será realizado entre os dias 25 e 29 de abril. Interessados podem se inscrever pelo site: http://www.semanatd.com.
O objetivo do evento é ajudar as micro e pequenas empresas neste novo momento, reunindo empresários e consumidores de todo o país, para conscientizar os profissionais de pequenos negócios sobre a importância da transformação digital, oferecer conteúdo de qualidade sobre as tendências do mercado e contribuir com as empresas em seu processo de transformação digital.
Durante a semana serão oferecidos cerca de 25 conteúdos exclusivos sobre Transformação Digital e webinars com grandes players do mercado, em horários alternados que vão das 11h às 19h, abordando temas como redes sociais, marketing digital, presença digital, criptomoedas, atendimento ao cliente, metaverso, gestão financeira, liderança, marketplace e pagamentos digitais.
Participam do evento palestrantes como Alfredo Soares (Loja Integrada), Gustavo Caetano (Sambatech), Renata Centurion (Winning By Design), Frederico Flores (Scaleup), Bia Granja (Youpix), Diego Azevedo (CS Academy), Rocelo Lopes (Smartpay), Fernando Seabra (Angel Investor Club), Camely Rabelo (Escola Exchange), Thiago Rocha (RD Station), Evandro Mazuco (Codirect), Rafael Kiso (mLabs) e Edney Souza (Digital House Brasil).
A transformação digital já vinha sendo debatida e vivida por grandes empresas. Em 2020, ano em que a pandemia de Covid-19 impactou o mundo inteiro, essa movimentação chegou também, e com força, às micro e pequenas empresas (MPEs). Isso porque foi necessário adotar recursos emergenciais para assegurar a continuidade das operações. Entre as pequenas empresas, aproximadamente 5,3 milhões de estabelecimentos alteraram de alguma forma o seu funcionamento. Desse número, cerca de 41,9% decidiram continuar apenas com o atendimento online e entregas à domicílio, segundo dados do Sebrae.
De modo geral, os recursos incorporados na transformação digital em MPEs já existem há muito tempo. É o caso do e-commerce, e-mail marketing, atendimento por aplicativos de mensagens, páginas nas redes sociais, aplicativos mobile e marketplace. Pode-se dizer que a pandemia trouxe o empurrão que faltava para tirar muitos empreendedores da sua zona de conforto, limitados a operações físicas, fazendo com que pequenos negócios se reinventem e tornem-se mais competitivos e atrativos aos seus clientes.
“Queremos direcionar os empreendedores nas habilidades necessárias para uma gestão de negócio que equilibre os ativos digitais e presenciais, de acordo com as necessidades de cada negócio, ressaltando a importância de não abrir mão das plataformas digitais mesmo diante do retorno presencial, integrando o melhor dos dois formatos”, afirma o coordenador do evento, Alexandre Souza.
“Com a pandemia de covid-19, muitas pessoas perceberam que a transformação digital é o caminho para promover a competitividade de seus negócios, se recuperar e reinventar diante dos impactos sofridos pelos negócios em todo o país. Nosso objetivo com a Semana da Transformação Digital é justamente auxiliar os empreendedores no processo de digitalização dos seus negócios, demonstrando que a cultura de inovação é a chave para alavancar os negócios em um mundo que já é tão conectado”, conclui Alexandre.
"Ao longo das últimas edições, pudemos entender e mapear as reais dores dos pequenos e microempresários brasileiros. Os conteúdos oferecidos na Semana TD são desenhados com um grande objetivo: ajudar, de forma prática, os empreendedores a se tornarem mais competitivos no mercado, seja utilizando novas ferramentas digitais para otimizar processos, seja fazendo uso de "hacks" para tirar o melhor proveito dos recursos digitais", afirma Igor Lopes, diretor de conteúdo da Transformação Digital.
A edição de 2021 da Semana de Transformação Digital reuniu 70 mil participantes nos cinco dias de evento. A previsão é que neste ano o número de inscritos seja ainda maior.



Blog

Setor cerâmico enfrenta retração no primeiro semestre

No primeiro semestre de 2022, o volume de vendas de revestimentos cerâmicos no mercado interno teve queda de 14% na comparação com igual período de 2021, com retração de 449,3 milhões para 386,37 milhões de metros quadrados. Os resultados refletem a conjuntura de incertezas da economia brasileira e mundial, num cenário ainda impactado pela pandemia e, mais recentemente, pela invasão da Rússia à Ucrânia. Os dados foram tabulados pela Anfacer (Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimentos, Louças Sanitárias e Congêneres).
 

O desempenho do setor cerâmico é muito atrelado ao da indústria da construção, cuja receita deflacionada acumulada no primeiro semestre de 2022 apresentou queda de 8,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. O volume de vendas no varejo dos materiais de construção também teve redução, que foi de 6,4% nos primeiros cinco meses na comparação com o verificado de janeiro a maio de 2021.
 

Produção

A produção nacional de revestimentos cerâmicos foi de 501,9 milhões de metros quadrados no primeiro semestre de 2022, ante 519,6 milhões em igual período do ano passado, com uma queda de 3,40%. Cabe ressaltar que a produção total havia crescido 24,8% em 2021 ante o ano anterior, passando de 840,1 milhões de metros quadrados para 1,04 bilhão.
 

Exportações

As exportações brasileiras de revestimentos cerâmicos no primeiro semestre de 2022 foram de 63,19 milhões de metros quadrados, com divisas de US$ 281,16 milhões. O volume ficou praticamente estabilizado em relação aos 63,89 milhões de metros quadrados verificados em igual período de 2021, mas a receita cresceu 25,12% ante os US$ 224,7 milhões do ano passado.
 

No acumulado de 2021, as exportações somaram 130,3 milhões de metros quadrados, uma alta de 38,5% em relação a 2020, e receita foi de US$ 448,14 milhões, com avanço de 48,1%. Foi estabelecido recorde no mês de abril. Os Estados Unidos foram os principais compradores no primeiro semestre de 2022, com 11,29 milhões de metros quadrados. Seguem-se: Paraguai (8,51 milhões), Argentina (6,26 milhões), Colômbia (5,91 milhões), Chile (5,72 milhões), República Dominicana (4,84 milhões), Bolívia (3,21 milhões) e Uruguai (2,51 milhões).

Compra de euro em espécie ultrapassa dólar pelo segundo mês seguido no Itaú Unibanco

A aproximação da cotação do dólar e do euro, que chegou à paridade entre as duas moedas pela primeira vez em 20 anos em julho deste ano, levou a uma mudança de comportamento entre os brasileiros que compram moeda estrangeira em espécie. Pelo segundo mês consecutivo, a venda de euro em espécie superou a do dólar no Itaú Unibanco, com a moeda europeia representando 55% do total comprado pelos clientes pessoa física do banco durante julho.

 

“Na série histórica, o dólar representa em média 65% do total de moeda estrangeira em espécie vendida pelo Itaú aos seus clientes. Começamos a ver esse movimento de aproximação do euro em maio deste ano, quando ambas as moedas tiveram quase que o mesmo montante vendido no mês; em junho, o euro já passou a ser mais procurado, movimento que se ampliou no último mês e que já observamos como tendência neste mês -- na primeira semana de agosto, o euro segue superando o dólar nas vendas para clientes”, explica Gabriel Rombenso, superintendente de Câmbio do Itaú Unibanco.

 

A procura pelas duas moedas em espécie cresceu bastante este ano no Itaú, alcançando pico em março e superando o total comercializado no mesmo período de 2019, pré-pandemia. Clientes Itaú podem realizar a compra de moeda estrangeira via app, garantindo a taxa de câmbio no momento da transação, e efetuar a retirada de dólar e euro em espécie nos caixas exclusivos do Banco24Horas Moeda Estrangeira e na rede de agências Itaú habilitadas.

BOSS, da Hugo Boss irá abrir sua primeira loja em Santa Catarina

Conhecida por sua elegância e precisão, o grupo Hugo Boss chega à Santa Catarina com a primeira loja da BOSS, no Balneário Shopping. A abertura está prevista para o mês de outubro. É a 29ª loja no Brasil do grupo, e será aberta em um dos pontos mais badalados da América Latina, em Balneário Camboriú.  “A chegada da BOSS, principal marca do grupo Hugo Boss, ao mix do Balneário Shopping traz ainda mais sofisticação, qualidade e exclusividades para os clientes”, comenta Elizângela Cardoso, superintendente do Balneário Shopping.  
 
Pertencente ao grupo Hugo Boss, a BOSS expandiu além dos limites da alfaiataria para oferecer uma gama completa de roupas casuais, bodywear, acessórios e athleisure que formam um guarda-roupa completo. A variedade de produtos inclui produtos licenciados, como fragrâncias, óculos, relógios e roupas infantis.
 
Parte da nova geração de lojas da BOSS, a loja no Balneário Shopping tem como foco principal a criação de uma atmosfera convidativa para fazer o cliente sentir-se em casa. Isso é transmitido por meio de materiais arquitetônicos mais quentes como armários em madeira, assentos confortáveis, assim como o piso de granito. Tudo seguindo a nova identidade visual da marca, que conta com as cores branco, preto e camel, sendo destaques no contraste visual.

Novidades no mix do Balneário Shopping

Também estão chegando no próximo mês, no Balneário Shopping, as primeiras lojas da Ray-Ban e Sephora, em Santa Catarina. Além das marcas inéditas no estado também irão abrir suas lojas no mix do shopping a Oakley, Body for Sure, Quiksilver, Luiza Barcelos, Life by Vivara e Paquetá Esportes. “Estamos sempre buscando marcas que tragam as tendências e tenham qualidade para o mix do Balneário Shopping”, conta Elizângela Cardoso.    

Países do ‘BRICS’ debatem como alavancar qualificação para indústria 4.0

A qualificação de profissionais para ocupações cada vez mais tecnológicas é foco dos trabalhos de um grupo de especialistas do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o chamado BRICS. A participação brasileira é liderada pela Confederação Nacional da Indústria, por meio do SENAI, a partir de indicação dos ministérios da Casa Civil e da Educação. O objetivo é criar estratégias para promover a capacitação padronizada entre os países.

“Somos reconhecidos por aliar a teoria e a prática. As discussões que estão em curso no grupo formado pelos países do BRICS vêm sendo amplamente abordadas em nossas formações. Não é uma agenda apenas de entidades privadas, ela exige políticas públicas mais robustas, com respaldo técnico e competência para guiar os debates”, destaca o diretor-regional do SENAI, Fabrizio Machado Pereira.

São oito grupos de trabalho, sendo um deles voltado para as áreas de inteligência artificial, machine learning e big data, coordenado pelo professor Valério Junior Piana, do Centro Universitário do SENAI em Chapecó. “Os grupos debatem temas como a falta de profissionais qualificados para atuar com as tecnologias da indústria 4.0 e as habilidades fundamentais para o futuro do trabalho, não apenas na indústria, mas também em outras áreas”, afirma Piana. “Estamos focando nas ocupações mais tecnológicas e o que fazer diante da falta de profissionais”, acrescenta.

Piana, que no SENAI coordena os cursos de graduação e pós-graduação em TI, cita, principalmente, a falta de profissionais qualificados na área de tecnologia para atuar com programação, automação e outros setores. O grupo de trabalho do BRICS atua com base no relatório do Fórum Econômico Mundial, que elenca habilidades que as pessoas precisam ter ou desenvolver, como criatividade, solução de problemas complexos, trabalho em equipe, entre outras, incluindo as habilidades e conhecimentos técnicos.

O grupo está elaborando uma proposta de esforço conjunto dos países para capacitar a força de trabalho. “Algumas alternativas que estamos sugerindo são a implementação de laboratórios-modelo, equipados para desenvolver as capacidades necessárias para o mundo do trabalho, e cursos de graduação e pós-graduação com currículos padronizados entre os países”, relata Piana.

O SENAI é referência mundial em qualidade de ensino. Capacita os trabalhadores da indústria por meio de educação profissional e superior, consultorias especializadas e serviços de inovação voltados ao desenvolvimento e à competitividade industrial. A instituição está presente em todos os estados brasileiros.

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