segunda, 08 de agosto de 2022
24/03/2021

Captação solar por meio de vidro e luminária são as novidades no setor de energia limpa em 2021


Já imaginou ter um imóvel que capta energia solar por meio de suas janelas? E que tal se as luminárias das rodovias também produzissem energia elétrica através de painéis solares no poste e armazenassem essa energia para alimentação da iluminação e de câmeras? A partir de agora essas duas opções são viáveis. A L8 Energy, pioneira em distribuir a telha solar para o Brasil, agora é a responsável por trazer ao mercado o vidro e a luminária solar. Ambos os produtos serão destaques no 8º Fórum Regional de Geração Distribuída, o Fórum GD Sul 2021, que ocorrerá entre os dias 30 de março e 1 de abril para debater o segmento. 

Quem apresentará as novidades é o Diretor Executivo da L8 Energy, Guilherme Nagamine, que palestra no evento on-line no dia 30, às 18:30 horas. “A L8 já tem o histórico de trazer novidades neste segmento ao Brasil. Depois das telhas, mochilas, ombrelones solares, agora apresentamos dois novos produtos que só têm a agregar no quesito sustentabilidade. Imaginem o impacto que um vidro solar pode ter em futuras construções? Prédios inteiros captando energia solar pelas suas janelas. Estamos muito felizes por participar deste evento e ter contato com grandes empreendedores da área que também poderão agregar em muito conteúdo", conta Nagamine.

Algumas tecnologias por trás desses produtos têm a ver com a película de filme fino, produto de alto poder de absorção da luz solar que já vem aplicado nestes formatos. Essa explicação é um dos assuntos que a L8 irá abordar em sua palestra, segundo Nagamine. “Por ser um evento virtual, mostraremos as inovações por meio de vídeos e fotos. Apresentaremos detalhes que vão da inovação ao design moderno. E acreditamos que o evento proporcionará uma troca de conhecimento muito relevante por haver tantos profissionais qualificados do mercado”, explica Nagamine. 8º Fórum GD Sul traz mais de 70 palestras on-line O Fórum será realizado pelo Grupo FRG Mídias & Eventos e promovido pela ABGD - Associação Brasileira de Geração Distribuída. Após o agravamento da pandemia de Covid-19 no País o evento acontecerá totalmente on-line. As palestras serão transmitidas ao vivo pela internet e haverá interação entre os participantes e os convidados, por meio de perguntas que poderão ser enviadas pelos internautas. O evento é gratuito e será conduzido por 14 palestrantes, que falarão sobre temas como: negócios, barreiras regulatórias, impedimentos jurídicos, tecnologias inovadoras, financiamento, capacitação e perspectivas de crescimento. "Neste momento de lockdown, manter o Fórum GD Sul online é importante para nos atualizarmos sobre as últimas novidades do setor. Estamos em uma fase crítica de alterações regulatórias, que são fundamentais para o futuro da Geração Distribuída no Brasil. O evento também tem o objetivo de manter o setor unido e alinhado nesta fase." comenta Leandro Kuhn, CEO da L8.

Entre os grandes nomes do Fórum GD Sul estão Guilherme Nagamine e Leandro Kuhn, da L8; a advogada Marina Meyer, que é diretora jurídica da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD) e também membro da comissão de energia da OAB, e Carlos Evangelista que também é da ABGD e atua no setor de energia há mais de 20 anos, sendo que desde 2009 participa de projetos de geração distribuída com fonte solar fotovoltaica. Para participar, basta fazer a inscrição pelo link:https://www.forumgdsul.com.br/site/inscricao/ Sobre a L8 Energy               A L8 Energy é uma empresa do Grupo L8 e atua na Industrialização e Distribuição de Sistemas Fotovoltaicos por todo o Brasil. Com Matriz em Curitiba - PR, é referência em soluções inovadoras para geração de energia como a Telha Solar L8. Os produtos L8 podem ser encontrados no site: loja.l8energy.com   Saiba mais sobre a L8 - https://www.l8group.net/ 

8º Fórum GD Sul Data do evento: 30 de março a 01 de abril de 2021 Site: https://www.forumgdsul.com.br/site/evento/ Link para inscrição: https://www.forumgdsul.com.br/site/inscricao/



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Países do ‘BRICS’ debatem como alavancar qualificação para indústria 4.0

A qualificação de profissionais para ocupações cada vez mais tecnológicas é foco dos trabalhos de um grupo de especialistas do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o chamado BRICS. A participação brasileira é liderada pela Confederação Nacional da Indústria, por meio do SENAI, a partir de indicação dos ministérios da Casa Civil e da Educação. O objetivo é criar estratégias para promover a capacitação padronizada entre os países.

“Somos reconhecidos por aliar a teoria e a prática. As discussões que estão em curso no grupo formado pelos países do BRICS vêm sendo amplamente abordadas em nossas formações. Não é uma agenda apenas de entidades privadas, ela exige políticas públicas mais robustas, com respaldo técnico e competência para guiar os debates”, destaca o diretor-regional do SENAI, Fabrizio Machado Pereira.

São oito grupos de trabalho, sendo um deles voltado para as áreas de inteligência artificial, machine learning e big data, coordenado pelo professor Valério Junior Piana, do Centro Universitário do SENAI em Chapecó. “Os grupos debatem temas como a falta de profissionais qualificados para atuar com as tecnologias da indústria 4.0 e as habilidades fundamentais para o futuro do trabalho, não apenas na indústria, mas também em outras áreas”, afirma Piana. “Estamos focando nas ocupações mais tecnológicas e o que fazer diante da falta de profissionais”, acrescenta.

Piana, que no SENAI coordena os cursos de graduação e pós-graduação em TI, cita, principalmente, a falta de profissionais qualificados na área de tecnologia para atuar com programação, automação e outros setores. O grupo de trabalho do BRICS atua com base no relatório do Fórum Econômico Mundial, que elenca habilidades que as pessoas precisam ter ou desenvolver, como criatividade, solução de problemas complexos, trabalho em equipe, entre outras, incluindo as habilidades e conhecimentos técnicos.

O grupo está elaborando uma proposta de esforço conjunto dos países para capacitar a força de trabalho. “Algumas alternativas que estamos sugerindo são a implementação de laboratórios-modelo, equipados para desenvolver as capacidades necessárias para o mundo do trabalho, e cursos de graduação e pós-graduação com currículos padronizados entre os países”, relata Piana.

O SENAI é referência mundial em qualidade de ensino. Capacita os trabalhadores da indústria por meio de educação profissional e superior, consultorias especializadas e serviços de inovação voltados ao desenvolvimento e à competitividade industrial. A instituição está presente em todos os estados brasileiros.

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