terça, 09 de agosto de 2022
09/07/2021

Vacinação em massa deve aquecer atividade imobiliária no Brasil, diz especialista


Com a expectativa de aceleração da vacinação contra a Covid-19, associada à projeção otimista para o PIB em 2022, especialistas têm projetado alta para os mais diversos setores. Mesmo o mercado imobiliário, que registrou alta 9,8% nas vendas em 2020 de acordo com Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), deverá continuar em alta nos próximos anos, segundo especialista em investimentos imobiliários e CEO da Sort Investimentos Renato Monteiro.

“A verdade é que o mercado de imóveis era um gigante que estava adormecido e que acordou com a pandemia por conta da volatidade de outros investimentos conservadores e a segurança que esse mercado imobiliário traz ao investidor. Para os próximos anos, vemos como o mercado está otimista tanto por conta da projeção de alta do PIB (em cerca de 2,3% para 2022) como pela expectativa de aceleração da vacinação”, avalia.

De acordo com Monteiro, outras experiências internacionais podem servir de parâmetro para essas análises e a relação entre o aumento das vendas de imóveis e a imunização em massa.

“Os Estados Unidos, por exemplo, que tem mais da metade (51%) da população adulta norte-americana imunizada, teve um crescimento de 15% na venda de imóveis neste primeiro trimestre de 2021, segundo pesquisas. E os especialistas por lá, os quais também atuamos em parceria, confirmam essa relação direta com a vacinação porque a venda de imóveis muitas vezes depende da visitação e circulação de clientes em espaços físicos”, avalia o CEO da Sort Investimentos, que teve passagem pelo mercado imobiliário norte-americano e conta com suporte internacional de grandes escritórios dos Estados Unidos como Howard Morrel Team, especialistas em imóveis de alto luxo de Manhattan, e da Elite International, que atua no mercado da Flórida.

NOVO CONTEXTO ECONÔMICO NO ÚLTIMO TRIMESTRE

Monteiro ainda acredita que a vacinação em massa também irá contribuir para um a criação de um novo contexto econômico no quarto trimestre de 2021. “É importante os esforços governamentais para imunizar a população. Se houve vários fatores que levaram o mercado imobiliário a crescer em 2020 - como queda das taxas de juros (atrelada à Selic mais baixa da história) e até mesmo o maior tempo em casa (que potencializou a pesquisa por casas maiores e mais confortáveis) - o menor nível de restrições poderá contribuir para o avanço ou até mesmo a manutenção da alta de vendas do mercado imobiliário brasileiro. Algo que, certamente, iremos observar especialmente no último trimestre de 2021”, ressalta.

SOBRE A SORT INVESTIMENTOS 

Desde 2018, a Sort Investimentos atua no mercado imobiliário, na seleção e gestão de imóveis com foco no investidor dos diferentes perfis. Em um curto período de atividades, conta com mais de R$ 3 bilhões em ativos sob assessoria e é uma das maiores lojas virtuais de imóveis em Santa Catarina. Oferece serviços completos no processo de compra, locação, administração e venda de imóveis e terrenos residenciais, comerciais e industriais, além de consultoria e suporte jurídico. É comandada por Renato Monteiro, que carrega 10 anos de experiência no mercado imobiliário logístico e de luxo internacional. 

www.sortinvestimentos.com.br



Blog

Países do ‘BRICS’ debatem como alavancar qualificação para indústria 4.0

A qualificação de profissionais para ocupações cada vez mais tecnológicas é foco dos trabalhos de um grupo de especialistas do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o chamado BRICS. A participação brasileira é liderada pela Confederação Nacional da Indústria, por meio do SENAI, a partir de indicação dos ministérios da Casa Civil e da Educação. O objetivo é criar estratégias para promover a capacitação padronizada entre os países.

“Somos reconhecidos por aliar a teoria e a prática. As discussões que estão em curso no grupo formado pelos países do BRICS vêm sendo amplamente abordadas em nossas formações. Não é uma agenda apenas de entidades privadas, ela exige políticas públicas mais robustas, com respaldo técnico e competência para guiar os debates”, destaca o diretor-regional do SENAI, Fabrizio Machado Pereira.

São oito grupos de trabalho, sendo um deles voltado para as áreas de inteligência artificial, machine learning e big data, coordenado pelo professor Valério Junior Piana, do Centro Universitário do SENAI em Chapecó. “Os grupos debatem temas como a falta de profissionais qualificados para atuar com as tecnologias da indústria 4.0 e as habilidades fundamentais para o futuro do trabalho, não apenas na indústria, mas também em outras áreas”, afirma Piana. “Estamos focando nas ocupações mais tecnológicas e o que fazer diante da falta de profissionais”, acrescenta.

Piana, que no SENAI coordena os cursos de graduação e pós-graduação em TI, cita, principalmente, a falta de profissionais qualificados na área de tecnologia para atuar com programação, automação e outros setores. O grupo de trabalho do BRICS atua com base no relatório do Fórum Econômico Mundial, que elenca habilidades que as pessoas precisam ter ou desenvolver, como criatividade, solução de problemas complexos, trabalho em equipe, entre outras, incluindo as habilidades e conhecimentos técnicos.

O grupo está elaborando uma proposta de esforço conjunto dos países para capacitar a força de trabalho. “Algumas alternativas que estamos sugerindo são a implementação de laboratórios-modelo, equipados para desenvolver as capacidades necessárias para o mundo do trabalho, e cursos de graduação e pós-graduação com currículos padronizados entre os países”, relata Piana.

O SENAI é referência mundial em qualidade de ensino. Capacita os trabalhadores da indústria por meio de educação profissional e superior, consultorias especializadas e serviços de inovação voltados ao desenvolvimento e à competitividade industrial. A instituição está presente em todos os estados brasileiros.

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