terça, 09 de agosto de 2022
08/07/2021

DA FLORESTA AO COSTADO DO CAIS - CONHEÇA O CAMINHO PERCORRIDO PELAS TORAS DE MADEIRA ATÉ O PORTO DO RIO GRANDE


Cada vez mais tem se tornado comum a circulação de caminhões carregados com toras de madeira nas rodovias da região, em direção ao Porto do Rio Grande. Entre o ano de 2020 e os primeiros cinco meses de 2021, as exportações desse tipo de carga tiveram um aumento de 93,42%.

Entre os principais países de destino da madeira produzida em solo gaúcho estão países como Portugal, com a importação de eucalipto sem casca, e a China, com eucalipto e pinus com e sem casca. Mas afinal de contas, qual o percurso percorrido por elas até o embarque no navio?

As florestas de onde as toras são extraídas estão localizadas em diferentes municípios da região, entre eles São Lourenço do Sul, Piratini, Camaquã e Canguçu. Depois disso, elas são carregadas em caminhões e levadas até o pátio de armazenamento.

As cargas são recebidas diariamente e estocadas até completar a quantidade necessária para formação do lote. Quando isso acontece, ela é novamente colocada sobre caminhões, em um processo denominado transporte interno, e levada até o costado do navio.

Em Rio Grande, a movimentação dessas toras é realizada pelas empresas Sagres, Serra Morena e CTIL Logística.



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Países do ‘BRICS’ debatem como alavancar qualificação para indústria 4.0

A qualificação de profissionais para ocupações cada vez mais tecnológicas é foco dos trabalhos de um grupo de especialistas do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o chamado BRICS. A participação brasileira é liderada pela Confederação Nacional da Indústria, por meio do SENAI, a partir de indicação dos ministérios da Casa Civil e da Educação. O objetivo é criar estratégias para promover a capacitação padronizada entre os países.

“Somos reconhecidos por aliar a teoria e a prática. As discussões que estão em curso no grupo formado pelos países do BRICS vêm sendo amplamente abordadas em nossas formações. Não é uma agenda apenas de entidades privadas, ela exige políticas públicas mais robustas, com respaldo técnico e competência para guiar os debates”, destaca o diretor-regional do SENAI, Fabrizio Machado Pereira.

São oito grupos de trabalho, sendo um deles voltado para as áreas de inteligência artificial, machine learning e big data, coordenado pelo professor Valério Junior Piana, do Centro Universitário do SENAI em Chapecó. “Os grupos debatem temas como a falta de profissionais qualificados para atuar com as tecnologias da indústria 4.0 e as habilidades fundamentais para o futuro do trabalho, não apenas na indústria, mas também em outras áreas”, afirma Piana. “Estamos focando nas ocupações mais tecnológicas e o que fazer diante da falta de profissionais”, acrescenta.

Piana, que no SENAI coordena os cursos de graduação e pós-graduação em TI, cita, principalmente, a falta de profissionais qualificados na área de tecnologia para atuar com programação, automação e outros setores. O grupo de trabalho do BRICS atua com base no relatório do Fórum Econômico Mundial, que elenca habilidades que as pessoas precisam ter ou desenvolver, como criatividade, solução de problemas complexos, trabalho em equipe, entre outras, incluindo as habilidades e conhecimentos técnicos.

O grupo está elaborando uma proposta de esforço conjunto dos países para capacitar a força de trabalho. “Algumas alternativas que estamos sugerindo são a implementação de laboratórios-modelo, equipados para desenvolver as capacidades necessárias para o mundo do trabalho, e cursos de graduação e pós-graduação com currículos padronizados entre os países”, relata Piana.

O SENAI é referência mundial em qualidade de ensino. Capacita os trabalhadores da indústria por meio de educação profissional e superior, consultorias especializadas e serviços de inovação voltados ao desenvolvimento e à competitividade industrial. A instituição está presente em todos os estados brasileiros.

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