terça, 09 de agosto de 2022
06/07/2021

Havan inaugura segunda megaloja em Porto Velho e quarta filial em Rondônia nesta semana


A Havan inicia o segundo semestre de 2021 com mais inaugurações pelo país. Nesta quinta-feira, 08 julho, a cidade de Porto Velho recebe a megaloja de número 161. Será a segunda filial Havan na capital de Rondônia e quarta loja da rede varejista no estado. Além de Porto Velho, a Havan conta com lojas em Vilhena e Cacoal.

 

A nova megaloja irá funcionar das 9 às 22 horas, todos os dias da semana. Terá 10mil m² de área construída, 550 vagas de estacionamento, praça de alimentação e a tradicional réplica da Estátua da Liberdade, além fachada estilizada na Casa Branca. O empreendimento na rua Buenos Aires (BR-364), nº 186, Bairro Nova Porto Velho. A megaloja oferecerá mais de 350 mil itens, entre eletrônicos, eletrodomésticos, moda, brinquedos, decoração e entre outros.

 

A Havan acaba de completar 35 anos e atualmente, a rede está presente em 18 estados brasileiros, mais o Distrito Federal. Conta com 20 colaboradores, sendo que em cada nova megaloja são gerados 150 novos empregos diretos e pelo menos, mais 1 mil indiretos. “ Cada loja que inauguro é motivo de orgulho, é como se nascesse mais uma filha. Chegamos aos 35 anos certos de que estamos fazendo a diferença ao contribuir com o desenvolvimento do Brasil, gerando empregos e oportunidade para os brasileiros. Acreditamos que o emprego é o maior programa social que existe, é com essa certeza que seguimos em frente”, conclui.



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Países do ‘BRICS’ debatem como alavancar qualificação para indústria 4.0

A qualificação de profissionais para ocupações cada vez mais tecnológicas é foco dos trabalhos de um grupo de especialistas do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o chamado BRICS. A participação brasileira é liderada pela Confederação Nacional da Indústria, por meio do SENAI, a partir de indicação dos ministérios da Casa Civil e da Educação. O objetivo é criar estratégias para promover a capacitação padronizada entre os países.

“Somos reconhecidos por aliar a teoria e a prática. As discussões que estão em curso no grupo formado pelos países do BRICS vêm sendo amplamente abordadas em nossas formações. Não é uma agenda apenas de entidades privadas, ela exige políticas públicas mais robustas, com respaldo técnico e competência para guiar os debates”, destaca o diretor-regional do SENAI, Fabrizio Machado Pereira.

São oito grupos de trabalho, sendo um deles voltado para as áreas de inteligência artificial, machine learning e big data, coordenado pelo professor Valério Junior Piana, do Centro Universitário do SENAI em Chapecó. “Os grupos debatem temas como a falta de profissionais qualificados para atuar com as tecnologias da indústria 4.0 e as habilidades fundamentais para o futuro do trabalho, não apenas na indústria, mas também em outras áreas”, afirma Piana. “Estamos focando nas ocupações mais tecnológicas e o que fazer diante da falta de profissionais”, acrescenta.

Piana, que no SENAI coordena os cursos de graduação e pós-graduação em TI, cita, principalmente, a falta de profissionais qualificados na área de tecnologia para atuar com programação, automação e outros setores. O grupo de trabalho do BRICS atua com base no relatório do Fórum Econômico Mundial, que elenca habilidades que as pessoas precisam ter ou desenvolver, como criatividade, solução de problemas complexos, trabalho em equipe, entre outras, incluindo as habilidades e conhecimentos técnicos.

O grupo está elaborando uma proposta de esforço conjunto dos países para capacitar a força de trabalho. “Algumas alternativas que estamos sugerindo são a implementação de laboratórios-modelo, equipados para desenvolver as capacidades necessárias para o mundo do trabalho, e cursos de graduação e pós-graduação com currículos padronizados entre os países”, relata Piana.

O SENAI é referência mundial em qualidade de ensino. Capacita os trabalhadores da indústria por meio de educação profissional e superior, consultorias especializadas e serviços de inovação voltados ao desenvolvimento e à competitividade industrial. A instituição está presente em todos os estados brasileiros.

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