quinta, 11 de agosto de 2022
28/06/2021

MARIO CEZAR DE AGUIAR É REELEITO PRESIDENTE DA FIESC


Por unanimidade, o industrial Mario Cezar de Aguiar foi reeleito presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), nesta sexta-feira, dia 25, para a gestão 2021-2024. A chapa única, liderada pelo empresário, foi reeleita com a aprovação de todos os sindicatos industriais que votaram. O empresário Gilberto Seleme é o 1° vice-presidente e a mesa diretora também é composta pelos industriais: Edvaldo  Angelo, diretor 1º secretário; Ronaldo Baumgarten Júnior, diretor 2º secretário; Alexandre D’Ávila da Cunha, diretor 1º tesoureiro, e Rita Cássia Conti, diretora 2ª tesoureira. A posse está marcada para o dia 12 de agosto.

“Nosso mandato é de continuidade. Nos três anos da nossa primeira gestão atuamos em questões fundamentais para que Santa Catarina continue sendo um estado promissor, como melhorias na infraestrutura, internacionalização, inovação e inclusão de pessoas e empresas na nova economia. No segundo mandato, o foco do trabalho é ampliar ainda mais a participação do setor na geração de riquezas do estado. A indústria tem a capacidade de desenvolver os demais segmentos da economia, como serviços e comércio, por exemplo, o que faz com que ela tenha uma importância fundamental para que Santa Catarina possa se destacar cada vez mais”, afirmou Aguiar, agradecendo a confiança dos industriais catarinenses. 

Perfil: Mario Cezar de Aguiar é engenheiro civil e empresário dos setores da construção civil e do plástico. Preside a Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), os conselhos regionais do SESI e do SENAI, a Câmara de Assuntos de Transporte e Logística da FIESC e o Conselho Estratégico para Infraestrutura de Transporte e a Logística Catarinense. É membro dos Conselhos Nacionais do SESI e do SENAI, do Sebrae/SC, além de delegado da FIESC junto à Confederação Nacional da Indústria (CNI). Na FIESC, antes de ocupar a presidência, foi diretor, 1° secretário e 1° vice-presidente.

Formou-se em engenharia civil pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em 1978. É especialista em construção civil pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (FURB), em marketing pela Universidade da Região de Joinville (Univille) e em gestão empresarial pela Pensylvania State University, em 2000.



Blog

Países do ‘BRICS’ debatem como alavancar qualificação para indústria 4.0

A qualificação de profissionais para ocupações cada vez mais tecnológicas é foco dos trabalhos de um grupo de especialistas do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o chamado BRICS. A participação brasileira é liderada pela Confederação Nacional da Indústria, por meio do SENAI, a partir de indicação dos ministérios da Casa Civil e da Educação. O objetivo é criar estratégias para promover a capacitação padronizada entre os países.

“Somos reconhecidos por aliar a teoria e a prática. As discussões que estão em curso no grupo formado pelos países do BRICS vêm sendo amplamente abordadas em nossas formações. Não é uma agenda apenas de entidades privadas, ela exige políticas públicas mais robustas, com respaldo técnico e competência para guiar os debates”, destaca o diretor-regional do SENAI, Fabrizio Machado Pereira.

São oito grupos de trabalho, sendo um deles voltado para as áreas de inteligência artificial, machine learning e big data, coordenado pelo professor Valério Junior Piana, do Centro Universitário do SENAI em Chapecó. “Os grupos debatem temas como a falta de profissionais qualificados para atuar com as tecnologias da indústria 4.0 e as habilidades fundamentais para o futuro do trabalho, não apenas na indústria, mas também em outras áreas”, afirma Piana. “Estamos focando nas ocupações mais tecnológicas e o que fazer diante da falta de profissionais”, acrescenta.

Piana, que no SENAI coordena os cursos de graduação e pós-graduação em TI, cita, principalmente, a falta de profissionais qualificados na área de tecnologia para atuar com programação, automação e outros setores. O grupo de trabalho do BRICS atua com base no relatório do Fórum Econômico Mundial, que elenca habilidades que as pessoas precisam ter ou desenvolver, como criatividade, solução de problemas complexos, trabalho em equipe, entre outras, incluindo as habilidades e conhecimentos técnicos.

O grupo está elaborando uma proposta de esforço conjunto dos países para capacitar a força de trabalho. “Algumas alternativas que estamos sugerindo são a implementação de laboratórios-modelo, equipados para desenvolver as capacidades necessárias para o mundo do trabalho, e cursos de graduação e pós-graduação com currículos padronizados entre os países”, relata Piana.

O SENAI é referência mundial em qualidade de ensino. Capacita os trabalhadores da indústria por meio de educação profissional e superior, consultorias especializadas e serviços de inovação voltados ao desenvolvimento e à competitividade industrial. A instituição está presente em todos os estados brasileiros.

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