quinta, 11 de agosto de 2022
18/06/2021

Santa Catarina terá espaços do Banco do Brasil especializados em agronegócio


Produtores rurais de Santa Catarina contarão com atendimento especializado do Banco do Brasil (BB). Até o final do ano a instituição financeira abrirá três espaços voltados para o agronegócio em Chapecó, Campos Novos e Canoinhas. A notícia foi dada ao governador Carlos Moisés, na manhã desta sexta-feira, 18, durante audiência com o Superintendente estadual do BB, Pedro Marques Júnior.

“O Banco do Brasil é um grande parceiro. Estes novos espaços com certeza serão importantes para o produtor. O agronegócio é uma das maiores forças da economia do estado. Precisamos apoiar cada vez mais os trabalhadores do campo para que tenham as melhores condições, qualidade de vida e renda”, destacou Carlos Moisés, que acrescentou que o BB está ao lado do governo também na execução do SC Mais Renda, o auxílio emergencial do Governo do Estado.

Marques Júnior salientou que a instituição apoia o Estado e o agronegócio: “Todos as agências do BB atendem os agricultores, mas esses três novos espaços serão voltados especificamente ao relacionamento e consultoria aos produtores rurais. Foram escolhidas três regiões estratégicas e grandes polos do agro no estado. Reforçamos junto ao governador o fortalecimento das parcerias para que possamos evoluir e nos desenvolver juntos”.

Segundo o secretário adjunto da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo Miotto, o Banco do Brasil é um dos principais operadores das políticas públicas do Governo do Estado. Em 2020, foram 1.358 projetos da Secretaria da Agricultura viabilizados através do BB, possibilitando R$ 64,2 milhões em investimentos no meio rural e pesqueiro de SC.

Durante a reunião, o governador tratou ainda sobre o fortalecimento de projetos para o meio ambiente, preservação de nascentes, geração de energia limpa e também de atender o déficit habitacional.

Acompanharam a reunião secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli, diretor de Cooperativismo e Agronegócio da Secretaria da Agricultura, Léo Kroth, superintendente Regional Governo Banco do Brasil, Adilson Raulino Pfleger, gerente Geral Agência Setor Público SC, Marcelo Reali Andreola.



Blog

Países do ‘BRICS’ debatem como alavancar qualificação para indústria 4.0

A qualificação de profissionais para ocupações cada vez mais tecnológicas é foco dos trabalhos de um grupo de especialistas do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o chamado BRICS. A participação brasileira é liderada pela Confederação Nacional da Indústria, por meio do SENAI, a partir de indicação dos ministérios da Casa Civil e da Educação. O objetivo é criar estratégias para promover a capacitação padronizada entre os países.

“Somos reconhecidos por aliar a teoria e a prática. As discussões que estão em curso no grupo formado pelos países do BRICS vêm sendo amplamente abordadas em nossas formações. Não é uma agenda apenas de entidades privadas, ela exige políticas públicas mais robustas, com respaldo técnico e competência para guiar os debates”, destaca o diretor-regional do SENAI, Fabrizio Machado Pereira.

São oito grupos de trabalho, sendo um deles voltado para as áreas de inteligência artificial, machine learning e big data, coordenado pelo professor Valério Junior Piana, do Centro Universitário do SENAI em Chapecó. “Os grupos debatem temas como a falta de profissionais qualificados para atuar com as tecnologias da indústria 4.0 e as habilidades fundamentais para o futuro do trabalho, não apenas na indústria, mas também em outras áreas”, afirma Piana. “Estamos focando nas ocupações mais tecnológicas e o que fazer diante da falta de profissionais”, acrescenta.

Piana, que no SENAI coordena os cursos de graduação e pós-graduação em TI, cita, principalmente, a falta de profissionais qualificados na área de tecnologia para atuar com programação, automação e outros setores. O grupo de trabalho do BRICS atua com base no relatório do Fórum Econômico Mundial, que elenca habilidades que as pessoas precisam ter ou desenvolver, como criatividade, solução de problemas complexos, trabalho em equipe, entre outras, incluindo as habilidades e conhecimentos técnicos.

O grupo está elaborando uma proposta de esforço conjunto dos países para capacitar a força de trabalho. “Algumas alternativas que estamos sugerindo são a implementação de laboratórios-modelo, equipados para desenvolver as capacidades necessárias para o mundo do trabalho, e cursos de graduação e pós-graduação com currículos padronizados entre os países”, relata Piana.

O SENAI é referência mundial em qualidade de ensino. Capacita os trabalhadores da indústria por meio de educação profissional e superior, consultorias especializadas e serviços de inovação voltados ao desenvolvimento e à competitividade industrial. A instituição está presente em todos os estados brasileiros.

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