quarta, 10 de agosto de 2022
21/05/2021

Fazzenda Park apresenta novo gestor comercial e de marketing


Com o objetivo de otimizar a gestão e apresentar uma comunicação mais eficiente entre as áreas comercial e de marketing, o profissional Antônio César Coradini assumiu a gerência das áreas comercial e de marketing do Fazzenda Park Hotel, localizado em Gaspar, região do vale do Itajaí, em Santa Catarina.

 Com ampla experiência em mercados do sul e sudeste, Antônio César Coradini, 36 anos, tem à frente o desafio de gerenciar uma equipe com mais de 20 colaboradores nas área de vendas e marketing, posicionar o hotel e seus diferenciais a novos mercados, como os estados do Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo, bem como os novos investimentos, como a ampliação que irá, até o final de 2022, dobrar a capacidade de hospedagem. “Temos um ousado plano de expansão e temos a certeza destes investimentos. O hotel comemora uma ocupação de mais de 81% em abril de 2021, muito superior à média estadual de Santa Catarina, que ficou na ordem de 30%”, destaca o gestor.

 O Fazzenda Park Hotel está localizado a 126 km da Capital Florianópolis e a 39 km do Aeroporto de Navegantes, no Vale Europeu brasileiro.

 “Irei dar sequência ao trabalho realizado pelas equipes anteriores, será um grande desafio, são mais 20 anos de história, mais de dois milhões de metros quadrados de área verde e uma estrutura completa de lazer com piscinas, gastronomia, shows, e diferentes tipos de acomodações extremamente confortáveis em meio a Mata Atlântica. Além da capacitação continuada no aprimoramento de toda a equipe de colaboradores e isso deve ser informado ao mercado e esta é minha missão”, completa Coradini.

 O novo gestor possui grande experiência como executivo de contas nos mercados de Santa Catarina e São Paulo, e já vinha atuando diretamente na elaboração de novos projetos comerciais do resort. Coradini é pós-graduado em Gestão Comercial pela FGV e em Marketing e Comunicação pela INPG Business School.



Blog

Países do ‘BRICS’ debatem como alavancar qualificação para indústria 4.0

A qualificação de profissionais para ocupações cada vez mais tecnológicas é foco dos trabalhos de um grupo de especialistas do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o chamado BRICS. A participação brasileira é liderada pela Confederação Nacional da Indústria, por meio do SENAI, a partir de indicação dos ministérios da Casa Civil e da Educação. O objetivo é criar estratégias para promover a capacitação padronizada entre os países.

“Somos reconhecidos por aliar a teoria e a prática. As discussões que estão em curso no grupo formado pelos países do BRICS vêm sendo amplamente abordadas em nossas formações. Não é uma agenda apenas de entidades privadas, ela exige políticas públicas mais robustas, com respaldo técnico e competência para guiar os debates”, destaca o diretor-regional do SENAI, Fabrizio Machado Pereira.

São oito grupos de trabalho, sendo um deles voltado para as áreas de inteligência artificial, machine learning e big data, coordenado pelo professor Valério Junior Piana, do Centro Universitário do SENAI em Chapecó. “Os grupos debatem temas como a falta de profissionais qualificados para atuar com as tecnologias da indústria 4.0 e as habilidades fundamentais para o futuro do trabalho, não apenas na indústria, mas também em outras áreas”, afirma Piana. “Estamos focando nas ocupações mais tecnológicas e o que fazer diante da falta de profissionais”, acrescenta.

Piana, que no SENAI coordena os cursos de graduação e pós-graduação em TI, cita, principalmente, a falta de profissionais qualificados na área de tecnologia para atuar com programação, automação e outros setores. O grupo de trabalho do BRICS atua com base no relatório do Fórum Econômico Mundial, que elenca habilidades que as pessoas precisam ter ou desenvolver, como criatividade, solução de problemas complexos, trabalho em equipe, entre outras, incluindo as habilidades e conhecimentos técnicos.

O grupo está elaborando uma proposta de esforço conjunto dos países para capacitar a força de trabalho. “Algumas alternativas que estamos sugerindo são a implementação de laboratórios-modelo, equipados para desenvolver as capacidades necessárias para o mundo do trabalho, e cursos de graduação e pós-graduação com currículos padronizados entre os países”, relata Piana.

O SENAI é referência mundial em qualidade de ensino. Capacita os trabalhadores da indústria por meio de educação profissional e superior, consultorias especializadas e serviços de inovação voltados ao desenvolvimento e à competitividade industrial. A instituição está presente em todos os estados brasileiros.

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