sexta, 12 de agosto de 2022
19/03/2021

FCDL/SC lança campanha para promover o associativismo


A união das empresas em busca de soluções em comum é o melhor caminho em tempos desafiadores como o cenário atual de enfrentamento à pandemia do Coronavírus. E para promover ainda mais o associativismo do varejo catarinense, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de SC (FCDL/SC) lançou a campanha "Onde tem apoio ao comércio, tem uma CDL".

"O momento é de união pelo crescimento do comércio local. Ser um associado CDL é estar representado por uma entidade forte, que trabalha todos os dias pelo comércio e pelo comerciante. Queremos que o espírito associativista traga ainda mais sucesso para o lojista", afirma o presidente da entidade, Ivan Roberto Tauffer.

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) é uma entidade de classe com representatividade no âmbito municipal. Em Santa Catarina são mais de 200 CDLs que, juntas, reúnem em torno de 40 mil lojistas associados. Além de representatividade, as CDLs oferecem diversos serviços, cursos, palestras, assessoria jurídica e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) para seus associados. Para participar, a empresa deve procurar a CDL de sua cidade ou do município mais próximo.



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Países do ‘BRICS’ debatem como alavancar qualificação para indústria 4.0

A qualificação de profissionais para ocupações cada vez mais tecnológicas é foco dos trabalhos de um grupo de especialistas do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o chamado BRICS. A participação brasileira é liderada pela Confederação Nacional da Indústria, por meio do SENAI, a partir de indicação dos ministérios da Casa Civil e da Educação. O objetivo é criar estratégias para promover a capacitação padronizada entre os países.

“Somos reconhecidos por aliar a teoria e a prática. As discussões que estão em curso no grupo formado pelos países do BRICS vêm sendo amplamente abordadas em nossas formações. Não é uma agenda apenas de entidades privadas, ela exige políticas públicas mais robustas, com respaldo técnico e competência para guiar os debates”, destaca o diretor-regional do SENAI, Fabrizio Machado Pereira.

São oito grupos de trabalho, sendo um deles voltado para as áreas de inteligência artificial, machine learning e big data, coordenado pelo professor Valério Junior Piana, do Centro Universitário do SENAI em Chapecó. “Os grupos debatem temas como a falta de profissionais qualificados para atuar com as tecnologias da indústria 4.0 e as habilidades fundamentais para o futuro do trabalho, não apenas na indústria, mas também em outras áreas”, afirma Piana. “Estamos focando nas ocupações mais tecnológicas e o que fazer diante da falta de profissionais”, acrescenta.

Piana, que no SENAI coordena os cursos de graduação e pós-graduação em TI, cita, principalmente, a falta de profissionais qualificados na área de tecnologia para atuar com programação, automação e outros setores. O grupo de trabalho do BRICS atua com base no relatório do Fórum Econômico Mundial, que elenca habilidades que as pessoas precisam ter ou desenvolver, como criatividade, solução de problemas complexos, trabalho em equipe, entre outras, incluindo as habilidades e conhecimentos técnicos.

O grupo está elaborando uma proposta de esforço conjunto dos países para capacitar a força de trabalho. “Algumas alternativas que estamos sugerindo são a implementação de laboratórios-modelo, equipados para desenvolver as capacidades necessárias para o mundo do trabalho, e cursos de graduação e pós-graduação com currículos padronizados entre os países”, relata Piana.

O SENAI é referência mundial em qualidade de ensino. Capacita os trabalhadores da indústria por meio de educação profissional e superior, consultorias especializadas e serviços de inovação voltados ao desenvolvimento e à competitividade industrial. A instituição está presente em todos os estados brasileiros.

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