
Ter um carro próprio é uma decisão que envolve conveniência, praticidade e liberdade de deslocamento. Mas também exige atenção aos custos fixos e variáveis que, muitas vezes, passam despercebidos. IPVA, seguro, manutenção, combustível e depreciação fazem parte dessa conta — e, dependendo da frequência de uso, podem pesar no orçamento.
Um levantamento do Serasa mostra que 67% dos lares brasileiros colocam o carro entre os três maiores gastos anuais. Ainda assim, 39% dizem ter dificuldade em calcular todos os custos envolvidos — e 32% relatam gastar mais do que o previsto. Ou seja, entender o real peso financeiro do carro é o primeiro passo para fazer escolhas mais conscientes, seja para manter o veículo próprio ou buscar outras alternativas de mobilidade.
Principais gastos para se levar em conta:
Ou seja, para um veículo de R$70 mil, é preciso considerar diversos custos que podem gerar uma despesa de, em média, R$ 11 mil por ano. Esses custos variam bastante de acordo com o perfil de uso, a quilometragem rodada, o modelo do carro e o tempo de posse. Para quem utiliza o veículo com frequência e valoriza a autonomia, a compra ainda pode ser uma escolha estratégica e, nesse caso, vale buscar modelos com menor depreciação e bom custo-benefício de manutenção.
Alternativas ganham força na conta do motorista
Dependendo do perfil de uso, vender um segundo veículo ou até abrir mão do primeiro tem se tornado uma saída para muitos motoristas. Como alternativa, o setor de locação de automóveis ganhou tração e cresceu 125% nos últimos cinco anos, segundo a ABLA (Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis). Só em 2024, as locadoras foram responsáveis por 26% dos emplacamentos de carros 0 km no país.
Diante dos custos crescentes para manter um carro, a Turbi vem se destacando ao oferecer um serviço de locação 100% digital, com aluguel a partir de uma hora e carros disponíveis em mais de 300 pontos da Grande São Paulo. Além da locação por demanda, a empresa também disponibiliza planos de assinatura a partir de um mês, voltados a quem precisa do carro com mais frequência.
Segundo Luiz Bonini, CRO da Turbi, a crescente adesão ao aluguel e à assinatura reflete uma mudança estrutural no comportamento de consumo: “O modelo de locação sob demanda se consolida como solução de mobilidade urbana e alternativa real à posse. A tecnologia nos permite entregar conveniência e custo-benefício, com o carro disponível a poucos passos do usuário”.
Bonini ressalta que a escolha entre alugar, assinar ou comprar um carro depende muito da rotina e do perfil de uso de cada pessoa. Ele explica que para quem precisa de um veículo por algumas horas ou dias específicos, o aluguel pode ser a opção mais vantajosa. Já para quem utiliza o carro com frequência, a assinatura mensal oferece conveniência sem os custos fixos da posse. E há também casos em que a compra faz mais sentido, como em casos de usos mais severos do veículo. “Com o serviço de aluguel de carros cada vez mais acessível, hoje em dia o motorista pode escolher a opção que melhor contempla sua demanda e, em alguns casos, abrir mão da posse”, finaliza o CRO da Turbi.