terça, 20 de fevereiro de 2024
16/02/2024

Importação de produtos industrializados tem novo recorde no Brasil


Reportagens publicadas pelo jornal O Estado de S. Paulo nesta semana (dia 12) mostram que a participação de produtos importados no consumo total de industrializados do Brasil atingiu níveis recordes nos últimos anos. Dados apurados junto à Federação das Indústrias de São Paulo (FIESP) mostram um aumento de 15,4% em 2013 para 23,4% nos dois últimos anos.

Na mesma linha, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) indica que o percentual dos importados foi 25,9% em 2022, a maior participação em duas décadas. Em 2019, antes da pandemia, o índice estava em 23,4%

Especialistas ouvidos pelo jornal indicam que entre os fatores internos responsáveis por este aumento estão as distorções do sistema tributário atual, o alto custo de capital e as deficiências de infraestrutura. 

No lado externo, é apontada a lenta recuperação do mercado interno chinês, que tem levado a um aumento no volume e uma redução nos preços dos produtos exportados pelos asiáticos.  

Como exemplo, dados apurados pela Abicalçados mostram que o calçado chinês entrou no Brasil durante o ano passado a um preço médio, em dólares, 12% inferior ao valor de antes da pandemia. 

Defesa comercial
Tal cenário, aponta o jornal, tem levado setores da indústria nacional a procurar medidas que preservem a concorrência. Desde o ano passado, 60 pedidos por medidas de defesa comercial chegaram à Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Algum destes pedidos já deram resultado, como a volta do imposto sobre as importações de carros híbridos e elétricos e a aplicação de medidas compensatórias sobre chapas e folhas de alumínio importadas da China.

Outra demanda do setor produtivo, a tributação de importações abaixo de US$ 50, continua aguardando definição. Em atuação conjunta da CNI com a Confederação Nacional do Comércio (CNC) foi protocolada em janeiro uma ação direta de inconstitucionalidade da isenção junto ao Supremo Tribunal Federal (STF).



Blog

Últimos dias para se inscrever no Programa Lucra mais

Com foco em aumentar a lucratividade das micro e pequenas empresas do comércio catarinense, Senac SC, Sebrae SC, Fecomércio SC e FCDL SC estão promovendo o “Programa Lucra Mais”. Totalmente gratuito, empresários e colaboradores passarão por consultorias e imersões. As inscrições, que estão nos últimos dias, podem ser feitas por meio do site https://www.sc.senac.br/lucramais/

Ao participar do programa, a empresa passa a contar com inúmeros benefícios. Passará por uma análise, terá que construir metas e indicadores, além de contar com uma equipe especializada do Senac SC em pessoas, processos, finanças e Marketing e Vendas. Durante o programa, os empresários podem fazer networking, além de enxergar novas possibilidades e oportunidades de aumentar a lucratividade da empresa.

O Senac vai aplicar o programa, enquanto o Sebrae subsidia 100% dos custos do programa. Cada empresa pode dedicar um profissional para participar do Lucra Mais. São três etapas: na primeira, a empresa passa por análise de potencial, e duas imersões de 8 horas cada, Prepara e Decolar.

Na segunda etapa, consultores estarão à disposição para revisar o plano de ação e checar a evolução dos indicadores. Já na terceira e última etapa, as empresas que atenderem os critérios estabelecidos no Programa, receberão o Selo Loja 10.  

Ficou interessado? Acesse https://www.sc.senac.br/lucramais/, verifique a cidade da sua região e corra, pois as vagas são limitadas. 

Destinos da Costa Verde & Mar (SC) em evidência nos principais eventos de turismo da América Latina

A Costa Verde & Mar (SC) se prepara para receber milhões de visitantes no verão, oferecendo uma série de roteiros que destacam a beleza da região no Centro-Norte Catarinense. Com uma diversidade de atrações para todos os públicos, a região turística vai compartilhar suas novidades para a alta temporada nos maiores eventos do setor turístico da América Latina: a ABAV Expo, no Rio de Janeiro (RJ) e a Feira Internacional de Turismo da América Latina (FIT), em Buenos Aires.
O primeiro será realizado entre 27 e 29 de setembro no Rio de Janeiro (RJ) com expectativa de receber mais de 25 mil pessoas. Já o de fora do país, deverá reunir mais de 30 mil profissionais da área de viagens e turismo, entre 30 de setembro e 3 de outubro para networking e apresentação das últimas tendências do segmento.
“São duas grandes chances de fortalecermos o nome da Costa Verde & Mar, de expormos como será o verão da nossa região turística e trocarmos informações com quem leva o nosso nome ao turista”, afirma a presidente do Colegiado dos Secretários de Turismo da Região, Zene Drodowski. Com atividades que vão desde aventuras ao ar livre até experiências culturais, a região está pronta para cativar os participantes dos dois eventos com novidades.
Nos estandes da Costa Verde & Mar na ABAV Expo e no FIT também será apresentado o Circuito de Cicloturismo, que oferece vias de interior e à beira-mar, proporcionando vistas deslumbrantes e a oportunidade de explorar a natureza sob duas rodas; e o Roteiro de Ecoturismo e Aventura com opções para aqueles que desejam conhecer trilhas, fazer tirolesa ou experimentar atividades ao ar livre.
Ainda terá mostra do Roteiro Cultural, onde os turistas podem mergulhar na história regional seja visitando museus, participando de festivais e conhecendo as tradições. E mais detalhes do Guia Náutico, que é um dos mais procurados no verão já que a Costa Verde & Mar é um paraíso de mares e rios, oferecendo passeios de barco, mergulho e centenas de praias. “Quem visitar a nossa região terá com certeza uma temporada inesquecível com cenários deslumbrantes e experiências únicas. E é tudo isso que vamos apresentar nos nossos encontros com os profissionais de turismo”, acrescenta Zene. Em ambos os eventos, a Costa Verde & Mar estará nos espaços da Secretaria de Estado do Turismo (Setur).
 
Destino: Argentina e Paraguai
A Costa Verde & Mar segue ainda em divulgação internacional através do projeto Visite BC e região Costa Verde & Mar, com uma nova etapa por várias cidades da América Latina. A primeira visita foi nesta semana (dias 20 e 21 de setembro), com rodadas de negócio e networking com agentes e operadores de viagens da Argentina, mais precisamente em Santa Fé e Rosário. Depois será Córdoba em 5 de outubro. E terão ações em Assunção, no Paraguai, entre 27 e 30 de novembro.
 
Cidades que fazem parte da Costa Verde & Mar: Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Bombinhas, Camboriú, Ilhota, Itajaí, Itapema, Navegantes, Penha e Porto Belo.

 

Receita Federal exigindo comprovante de pagamento de demurrage para retomada de despacho aduaneiro?

Por Luciano Bushatsky Andrade de Alencar e Daniela da Rocha Marques

A Receita Federal do Brasil, por meio da Instrução Normativa RFB nº 2.160/2023, estabeleceu os requisitos para a retomada do despacho aduaneiro de importação nos casos em que houver as mercadorias forem consideradas como abandonadas e, portanto, sujeitas à aplicação da pena de perdimento.

No caso, vale dizer que o abandono das mercadorias é passível de sanção pela pena de perdimento, de modo a evitar que os terminais alfandegados restem abarrotados de mercadorias por tempo indefinido, privilegiando aqueles que observam os prazos para início do despacho aduaneiro de importação.

Por sua vez, aqueles que não observam os prazos estabelecidos em lei podem ver as mercadorias por eles importadas passarem à propriedade da União, o que se dá pela aplicação da pena de perdimento sobre as referidas mercadorias.

Todavia, este apenamento não funciona como se dá o perdimento ordinário. Pelo contrário. É possível ao importador a retomada do despacho aduaneiro, mesmo após ultrapassado o prazo legal, desde que requeira formalmente e arque com o pagamento dos valores estabelecidos em normas específicas. A retomada ou início do despacho aduaneiro de importação pode se dar previamente à aplicação da pena de perdimento, ou em momento posterior à aplicação da referida sanção.

O artigo 643 do Regulamento Aduaneiro (Decreto nº 6.8759/09) possibilita a retomada do despacho aduaneiro antes de aplicada a pena de perdimento, desde que haja o pagamento dos tributos aduaneiros corrigidos com juros e multas, além de comprovada a quitação das despesas decorrentes da permanência da mercadoria em recinto alfandegado.

Por fim, o referido Decreto delega à Secretaria da Receita Federal a expedição de atos para a concretização das determinações constantes no referido dispositivo.

Aproveitando-se dessa delegação, a Receita Federal do Brasil expediu a Instrução Normativa RFB nº 2.160/2023, na qual restam estabelecidos os requisitos que deverão ser observados para a retomada do despacho aduaneiro de importação, a forma pela qual deverá ser apresentado o requerimento para a referida retomada, inclusive.

Ocorre que a Receita Federal do Brasil decidiu, por motivos desconhecidos, inovar. E essa inovação veio por meio da criação de uma exigência inexistente na norma regulamentada.

Previamente à própria extrapolação da Receita Federal, é importante tecer breves palavras sobre o princípio da legalidade em âmbito administrativo, que funciona como limitador do agir do agente administrativo, inclusive quando a este for delegada a regulamentação de determinado dispositivo legal, como é o caso em tela.

O agente administrativo fica limitado a não criar mais restrições ao particular que aquelas previstas em lei. Ou seja, se foi a vontade do legislador estabelecer determinados limites ao agir do particular, não pode o agente administrativo ir além, estabelecendo mais limites e/ou requisitos que aqueles previstos na lei. Dito isso, passamos aos fatos.

A Receita Federal do Brasil, na edição da IN RFB n. 2.160/2023, extrapolou o que diz a Lei. Isso porque foi criado como requisito para a retomada do despacho aduaneiro de importação, além da comprovação do pagamento das despesas de armazenagem, como já há previsão no Regulamento Aduaneiro, também a comprovação do pagamento das despesas da taxa de sobreestadia (demurrage).

Ora, o Regulamento Aduaneiro não fala na obrigação da comprovação do pagamento da demurrage, assim, não poderia a Instrução Normativa inovar, criar uma nova obrigação, inexistente na norma.

A demurrage, ou taxa de sobreestadia, é definida como uma indenização devida pelo consignatário do conhecimento de carga marítimo, pela não devolução da unidade de carga no prazo previamente acordado, comumente conhecido como freetime. Seria, digamos, uma taxa devida pelo descumprimento do contrato previamente firmado.

Ordinariamente o freetime consiste em um prazo de 10 a 18 dias, na média, para que o importador desembarace a mercadoria e devolva a unidade de carga em local previamente estabelecido, ou providencie a desova da mercadoria importada e devolva a unidade de carga. A não devolução acarreta o pagamento da demurrage, que consiste em uma taxa diária, de média infinitamente superior ao dia de aluguel de contêiner, devida até a efetiva devolução da unidade de carga.

Não é incomum se deparar com valores de taxa de sobreestadia superiores ao próprio valor do frete, que se reajustou, após ter sido objeto de um aumento sem precedentes em razão da pandemia de coronavírus, consistindo em uma efetiva fonte de receitas para os armadores.

Só existem, vale salientar, dois motivos passíveis de restrição à liberação da carga conteinerizada, sendo eles o não pagamento do frete e o não pagamento de avaria grossa. Ou seja, inexiste a possibilidade de restrição ao registro de Declaração de Importação, ou entrega da carga, nos casos em que não houver o pagamento de demurrage, que não se confunde, repita-se, com o frete internacional.

Se não há a possibilidade de restrição para o registro de Declaração de Importação, ou liberação da carga para entrega ao importador pelo não pagamento de demurrage, porque seria razoável requisitar o pagamento da taxa de sobreestadia para a retomada do despacho aduaneiro de importação, ou para a autorização de registro da Declaração de Importação, nos casos de aplicação de caracterização de abandono, antes de aplicada a pena de perdimento? Não faz sentido.

Assim como não faz sentido exigir mais, por meio de uma Instrução Normativa, do que o próprio Regulamento Aduaneiro que, por ser um Decreto, possui prevalência sobre o ato interno da Receita Federal.

Feitas essas considerações, concluímos que a novidade trazida pela Receita Federal em sede de Instrução Normativa é ilegal e, caso indeferido o requerimento com base em tal requisito, poderá o particular buscar a intervenção do Poder Judiciário para coibir a prática de tal ilegalidade.


Autores

Luciano Bushatsky

Advogado especialista em Direito Tributário pelo IBET, especialista em Direito Penal e Processual Penal pelo IDP, mestre em Direito Tributário pela Escola de Direito de SP da FGV. Atua exclusivamente na área de Direito Aduaneiro desde 2007.

Daniela Marques

Graduada em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco, pós-graduada em Direito Tributário pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas e em Direito Tributário Internacional pelo Instituto Brasileiro de Direito Tributário – IBDT.

2 de outubro: nova data da Antaq para definir empresa que vai operar Porto de Itajaí

O Comunicado foi feito na noite do dia 19 de agosto, última quarta-feira, já que pelo Edital a divulgação da empresa vencedora depois da análise dos documentos, seria feito naquele dia.
No Comunicado, o presidente da Comissão Permanente de Licitação e Concessões e Arrendamentos Portuários da ANTAQ, avisou que iria precisar de "diligências adicionais para análise dos Documentos de Habitação da Proponente melhor classificada".
No dia 3 de outubro a Comissão de Licitação abre prazo para interposição de recursos e no dia 5 encerra essa fase, determinando sua decisão. 
Caso a empresa MMS Empreendimentos Ltda., que ofereceu a movimentação de 66.600 contêineres mensais não prove que tem condições para movimentar essa quantia, a Comissão de Licitação analisa então a segunda colocada, a Mada Araújo Asset Management Ltda, que ofereceu a movimentação de 44.000 contêineres.
O mesmo procedimento que aconteceu com a primeira proponente será feito novamente, ou seja, análise de documentos, etc., e se esta também não estiver apta, passa-se a terceira colocada, a Teconnave Terminal de Containeres de Navegantes S/A, que ofereceu a movimentação de 35.000 mil contêineres.
Embora a cada análise de documentos haja a prorrogação de prazo para indicar a empresa vencedora, esse tipo de procedimento é normal numa Licitação, ainda mais da importância do Porto de Itajaí.
É necessário lembrar que a partir do momento que a Antaq assinar o contrato provisório com uma empresa vencedora para operar os berços 1 e 2 do Porto de Itajaí, ela deverá cumprir todas as cláusulas contratuais, principalmente no que diz respeito à quantidade de contêineres a serem movimentados mensalmente.
Especula-se nos bastidores do comércio exterior que nem a primeira e nem a segunda colocada, MMS e Mada Araújo, não teriam viabilidade técnica ou contratos assinados com armadores, que garanta a movimentação de contêineres que elas propuseram.

Especula-se nos bastidores do comércio exterior que nem a primeira e nem a segunda colocada, MMS e Mada Araújo, não teriam viabilidade técnica ou contratos assinados com armadores, que garanta a movimentação de contêineres que elas propuseram.
Segundo as mesmas fontes, a única empresa capaz de cumprir o contrato seria a Teconnave (Portovave) por uma simples razão: já tem contratos assinados com armadores que garantiriam a movimentação que ofereceu no processo de Licitação, 35.000 mil contêineres por mês, o que faltaria às demais.

 

Lideranças formam o Conselho de Entidades

Um grupo de lideranças com representatividade e força para defender os interesses locais e regionais. Com este propósito foi formado hoje o Conselho de Entidades. O encontro para constituição do Conselho aconteceu na manhã desta quarta-feira, dia 20, na sede da Associação Empresarial de Itajaí – ACII.
 
No total estiveram reunidas 17 entidades, representantes de diversos segmentos, que demonstraram interesse no atendimento de nossas demandas econômicas e sociais. Foram debatidos temas importantes, como a questão do Porto de Itajaí, o Projeto de Mobilidade Integrada Sustentável da Região da Foz do Itajaí – PROMOBIS e a Reforma Tributária.
 
“Precisamos unir esforços em torno da defesa de nossos interesses, garantindo que a nossa região possa continuar a se desenvolver e que isso aconteça de maneira ordenada”, ressalta a presidente da ACII, Gabriela Kelm. “Essa união vai fazer muita diferença para que a gente possa colher frutos muito saudáveis futuramente”, afirma Paulo Henrique Dalago Müller, presidente da Associação dos Municípios da Região da Foz do Rio Itajaí-Açu – AMFRI e prefeito de Bombinhas.
 
“O objetivo é melhorar a contribuição dos nossos empresários com a comunidade, fazendo o melhor por nós”, Nathane Brasil, conselheira da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB/Itajaí, representando a presidente da entidade, Ana Paula Colsani.  “Teremos muitas surpresas que irão agradar a população de Itajaí e região”, prevê o presidente do Observatório Social de Itajaí, Ricardo Colyer Cavalcante.
 
Os encontros do Conselho de Entidades serão itinerantes. Participaram desta primeira reunião as seguintes entidades:
 
Associação Empresarial de Itajaí – ACII 
Observatório Social de Itajaí
Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis – SINCOMBUSTÍVEIS
Sindicato dos Contabilistas – SINDICONT
Sindicato das Empresas de Comércio Exterior do Estado de Santa Catarina – SINDITRADE
Sindicato do Comércio Varejista – SINDILOJAS
Câmara de Dirigentes Lojistas – CDL
Itajaí Convention Bureau
Sindicato Despachantes Aduaneiros de Santa Catarina – SINDAESC
Associação dos Distribuidores e Atacadistas Catarinenses – ADAC
Associação dos Municípios da Região da Foz do Rio Itajaí-Açu – AMFRI 
Sindicato dos Armadores e das Indústrias da Pesca de Itajaí e Região – SINDIPI
Ordem dos Advogados do Brasil – OAB/Itajaí
Sindicato do Comércio Atacadista de Madeiras - SINDMAD
Sindicato do Comércio Atacadista de Itajaí e Região – SINCADI 

 

Comitê Aduaneiro Corporativo promove o 2º encontro para debates sobre comércio exterior e aduana

No dia 21 de setembro, profissionais envolvidos no comércio exterior têm um novo encontro marcado no Comitê Aduaneiro Corporativo (CAC), evento promovido pela  Lira Advogados, Grupo Nelson Heusi e TTMS Technologies - líderes nacionais em advocacia aduaneira, despachos aduaneiros e trade compliance  -  com objetivo de promover debates abrangentes sobre importação e exportação de mercadorias.  

Na agenda de discussões estão previstas pautas sobre os desafios constantes no dia a dia das empresas (como a redução de custos operacionais e tributários e o aumento  de resultados e observância do trade compliance); desafios atuais (como a preparação de grandes empresas para a entrada da DUImp);  e as incertezas da Reforma Tributária, ainda em fase de discussão legislativa, além dos seus impactos nos regimes fiscais no comércio exterior.

Com foco na competitividade, compliance e previsibilidade no comércio exterior, o evento contará com a presença de importantes executivos de empresas líderes em cadeias globais como: Marcos Rodi Heusi, Diretor Presidente do Grupo Nelson Heusi; Alexandre Lira, CEO da TTMS Techologies e da Lira Advogados; Ana Paula Antonelli Vieira, Gerente de Supply Chain América Latina da Siemen Healthineers; Manuela Amaral, Head Fiscal da Volkswagen Caminhões e Ônibus; Arnaldo Shimomaebara, Diretor de Operações do Grupo Nelson Heusi; Fabio Jun Takenaka, Sr. Manager da Toyota Tsush; Carolina Bacci da Bemfica,  Sr. Tax Planning Manager - Acelen; e Fábio Kawano,  Tax Law Partner da Lira Advogados.

A programação será realizada das 13h30 às 17h. Para ficar por dentro dos principais insights do comércio exterior, basta se inscrever aqui e  marcar presença no evento que será online e 100% gratuito.

 

Golpistas aproveitam lançamento do iPhone 15 para aplicar golpes em desavisados
Especialistas da Kaspersky descobriram uma série de golpes que aproveitam do lançamento do novo iPhone 15 da Apple. Estas fraudes abrangem diversos esquemas fraudulentos, cada um acarretando riscos distintos para os consumidores, incluindo potenciais perdas financeiras e de dados. Para conseguir aplicar o golpe, criminosos estão atraindo interessados oferecendo a compra antecipada do smartphone antes de seu lançamento oficial. A Kaspersky explica como os golpes funcionam e dá dicas de como evitar ser uma vítima.
Este esquema aproveita o desejo dos usuários de estar entre os primeiros a adquirir o mais recente dispositivo da Apple. Os falsos vendedores oferecem iPhones de pré-lançamento e prometem aos usuários a oportunidade de adquiri-los, geralmente por um preço premium. Para garantir a compra exclusiva, as vítimas são obrigadas a fazer um pagamento adiantado ou a compartilhar informações financeiras e pessoais como nome, endereço e número de telefone. Após o pagamento, os golpistas desaparecem, deixando as vítimas sem o iPhone prometido e sem dinheiro. Além dos riscos financeiros, o golpe também levanta preocupações significativas com a privacidade, uma vez que os dados furtados podem ser potencialmente vendidos no Dark Market.
 
 
 
Um exemplo de página de phishing que oferece pré-encomenda do iPhone 15
O outro golpe identificado oferece às vítimas a chance de ganhar o novo smartphone, desde que seja paga uma taxa simbólica. Neste caso, os compradores são atraídos pela chance de obter um iPhone 15 de graça, mas para participarem do sorteio, devem pagar uma pequena taxa disfarçada como “processamento” ou “inscrição”. Após o pagamento, não recebem o aparelho e acabam perdendo dinheiro. 
"Na era digital, os golpistas estão constantemente se adaptando e explorando nosso entusiasmo pelas últimas tendências tecnológicas. É crucial que os consumidores permaneçam atentos, verificando sempre as ofertas que encontram e protegendo suas informações pessoais. Lembre-se, se algo parece bom demais para ser verdade, muitas vezes é” comenta Tatyana Kulikova, especialista em segurança da Kaspersky.
Para evitar ser vítima desses golpes, os especialistas da Kaspersky recomendam:
• Verifique a fonte: certifique-se de estar lidando com vendedores reais e autorizados, especialmente para compras antes do lançamento.
• Evite pagamentos adiantados: tenha cuidado com ofertas que exigem pagamentos adiantados para brindes ou produtos em pré-lançamento.
• Use canais oficiais: confie no site oficial da Apple ou em revendedores autorizados para compras genuínas.
• Verifique as avaliações: antes de fazer qualquer compra on-line, pesquise o vendedor e analise o feedback dos clientes.
• Habilite a autenticação de dois fatores (2FA): proteja suas contas online, especialmente aquelas vinculadas a métodos de pagamento, com 2FA.
• Use a solução de segurança: uma solução de segurança automatizada, como o Kaspersky Premium, protegerá você contra todos os golpes conhecidos e desconhecidos.
• Mantenha-se informado: sempre se atualize sobre golpes comuns e práticas recomendadas de segurança cibernética.
Direito condominial: SindExpo e OAB realizam o I Fórum Catarinense de Direito Condominial

A maior feira para o setor de condomínios e síndicos traz evento inédito para Santa Catarina, na sexta-feira, 15 de setembro 

Parceria inédita entre a seccional de Balneário Camboriú da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Conectta Eventos, detentora da marca SindExpo Brasil, traz para a edição deste ano da SindExpo Balneário Camboriú o I Fórum Catarinense de Direito Condominial. Na pauta estão temas de grande interesse para o amplo mercado formado por síndicos e gestores de condomínios que serão apresentados em um painel e quatro palestras, com início previsto para as 15h. 

Para o presidente da Comissão de Direito Condominial da OAB/Balneário Camboriú, Márcio Panno, essa vem ao encontro da necessidade e importância de estudos aprofundados do tema e demonstra a sintonia da instituição com a sociedade civil. “É uma participação que valoriza o Direito Condominial e gera muito conteúdo de valor para a sociedade”, destaca. 

Entre os temas abordados estão os vícios construtivos, responsabilidade civil em condomínios, advocacia extrajudicial, contratos, entre outros temas. “São assuntos que precisam ser estudados por advogados, síndicos e administradores, que precisam sempre estar atentos e atualizados em relação às normas jurídicas e aos temas relevantes deste mercado em expansão”, acrescenta o advogado.

“Além de trazer para o litoral catarinense soluções e ferramentas que auxiliem na gestão de condomínios, a edição da SindExpo de Balneário Camboriú busca atualizar os síndicos com relação a temas ligados a legislação relacionada às áreas de direito ligados a gestão de condomínios, ao direito imobiliário e outras que estão no dia a dia dos síndicos”, pontua a diretora executiva da Conectta Eventos, detentora da marca SindExpo, Ana Paula Franco. 

Para a executiva, essa inovação vai agregar ainda mais diferenciais à SindExpo, consolidada como a maior dos setores condominial e para síndicos no Brasil. Para o segundo dia da SindExpo, 16 de setembro, o congresso técnico vai reunir palestrantes que abordaram temas ligados a gestão de condomínios.

Sobre a feira:

A edição de Balneário Camboriú da SindExpo Brasil 2023 vai reunir nos dias 15 e 16 de setembro, no Expocentro de Balneário Camboriú 22 expositores de setores ligados a inteligência artificial (AI) e tecnologia da Informação (TI), eficiência energética, manutenção e conservação, limpeza, segurança, decoração, abastecimento, entre outros itens. São esperados síndicos e administradores de 10 mil a 15 mil condomínios de todo o estado e a expectativa de negócios gira em torno de R$ 30 milhões. 

O acesso a feira é gratuito, com a doação de um quilo de alimento não perecível. Os passaportes que dão acesso as palestras custam entre R$ 120 e R$ 200 e podem ser adquiridos por meio da plataforma Sympla (www.sympla.com.br/app ), site do SindExpo ou no local do evento. Estudantes, membros da OAB/SC e associados a Associação Nacional da Advocacia Condominial (Anacon) e Associação de Síndicos do Estado de Santa Catarina (Asdesc) têm descontos nos passaportes.

Evento com Ricardo Martins apresenta nova campanha da ABC & Embralot e leva conhecimento a centenas de corretores

Em um mercado em constante evolução, os profissionais precisam se adequar às mudanças e com o corretor de imóveis não é diferente. Muito mais do que vender um imóvel, os profissionais do setor precisam estar atentos, por exemplo, às legislações e financiamentos mais indicados para cada cliente. Os desafios e diferenciais do setor foram abordados por Ricardo Martins durante a 1ª edição do Conexão ABC & Embralot, momento em que também foi lançada a nova campanha institucional do grupo. O encontrou reuniu cerca de 400 corretores de imóveis de alta performance no ABC Business Park, em Porto Belo. 

A nova campanha institucional do Grupo ABC & Embralot busca enfatizar a evolução das cidades e o que serão os centros urbanos do amanhã através da inovação. Na mensagem, a campanha evidencia que inovar é desafiar o óbvio e diminuir distâncias, repensando certezas e mudando a vida das pessoas para melhor. São elementos com conceitos de designer autoral com propósito, conexão com a natureza e originalidade que apontam os novos caminhos dos investimentos do grupo ABC & Embralot para o litoral catarinense. 

A escolha por trazer Ricardo Martins para o Conexão ABC & Embralot se deu pela relevância do profissional no mercado nacional. Sócio e diretor da My Broker Imobiliária, Ricardo Martins é considerado o maior expositor de imóveis do Brasil e o rei do Tik Tok, com mais de 6 milhões de visualizações semanais. Com um começo difícil na corretagem, demorou 7 meses para fazer a primeira venda. O evento contou também com a presença da catarinense Karina Smaniotto, que atua no mercado imobiliário há 16 anos, tornando-se neste período uma das 50 principais influenciadoras do setor no Brasil. Segundo Karina, as principais qualidades do vendedor são eficiência, criatividade, competência, iniciativa e persistência.

“O mercado precisa de especialistas, escolha um nicho específico e invista nele”, pontuou Ricardo Martins. Corretores que atiram para todos os lados, segundo ele, são apenas responsáveis por ofertar produtos. “Nicho é o que vai definir como você se comporta como especialista no mercado”, acrescentou. Segundo o especialista em vendas, independente do padrão do imóvel, os consumidores têm acesso a um volume grande de informação, o que obrigada o corretor a não ser apenas um intermediário na transação comercial. Para Ricardo Martins, eles precisam ser estratégicos, comprometidos e estar conectados a todos os detalhes que envolvem o negócio.

O Conexão ABC Embralot também oportunizou aos profissionais conhecer os produtos do grupo e mostrar o quanto é importante criar experiências e vínculos com os clientes. “A proposta da ABC & Embralot foi ajudar os corredores de alta performance a comercializar produtos diferenciados”, destacou Carlos Paes Leme, diretor comercial do grupo. De acordo com Thiago Cabral, CEO da Embralot, novos projetos serão lançados no mercado ainda este ano. Serão projetos diferenciados e exclusivos que respeitam as peculiaridades de cada região.

Plataforma ajuda empresas a pensarem inovação de forma estratégica

Inovação é fundamental para a prospecção e o sucesso dos negócios. Mas, muitas empresas ainda não sabem como podem inovar seus processos, serviços e produtos. Diante disso, foi lançada a Insix Inovação, plataforma de uso gratuito, que pretende melhorar o desempenho das empresas de pequeno e médio porte e pensar a inovação de forma estratégica, resultando em serviços cada vez melhores para os clientes.

Desenvolvido pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), o projeto contou com o fomento da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). A pesquisa envolveu professores dos campi de Chapecó e Joaçaba, nos cursos de Administração e Publicidade e Propaganda, além do Programa de Mestrado e Doutorado em Administração.

A plataforma foi lançada no final de agosto, durante a Feira Catarinense de Comércio e Inovação (Fecaci), em Joaçaba. A ferramenta, em formato de framework, oferece uma metodologia abrangente em seis etapas que conduzem desde a identificação de necessidades até o monitoramento dos resultados, fornecendo para as micro, pequenas e médias empresas do setor de serviços uma abordagem estruturada para impulsionar a inovação em todas as facetas do negócio.

“Esse lançamento marca um novo capítulo na capacidade das empresas de serviços em implementar e gerenciar a inovação estratégica de forma eficaz, além de posicioná-las em um novo patamar de competitividade e destaque em um ambiente comercial cada vez mais desafiador”, afirmou a professora Silvia Spagnol Simi dos Santos, uma das responsáveis pela criação e desenvolvimento da Insix.

Até o momento, já foram atendidas empresas dos setores de saúde, tecnologia, alimentos, serviços, turismo, contabilidade, consultoria, arquitetura e engenharia e software lean manufacturing e trading companies.

Encontro debate mercado livre e tarifa de gás natural

No dia 12 de setembro, às 14 horas, a Câmara de Assuntos de Energia da FIESC e a SCGás realizam o encontro Troca de Ideias 2023 em que vão debater temas como o mercado livre de gás natural e as projeções da tarifa do insumo. O evento será na sede da Federação, em Florianópolis, e contará com as participações do presidente da Câmara, Manfredo Gouvea, e do diretor-presidente da distribuidora, Otmar Müller.

O evento Troca de Ideias é realizado pela SCGás desde 2014 e tem o objetivo de intensificar a relação da distribuidora com o mercado industrial catarinense. Segundo dados da companhia, o gás natural abastece 359 indústrias catarinense. O setor é responsável pelo consumo de mais da metade do volume total do insumo que hoje é distribuído a 70 municípios catarinenses.

Abertura

Presidente da Câmara de Energia da FIESC - Manfredo Gouvea
Diretor-presidente da SCGÁS - Otmar Müller
Minuto de segurança SCGÁS

Tarifa e projeções/GPLAN: Suprimento, portfólio e Projeções/GEGÁS

Institucional, números SCGÁS, Frota pesada, Cogeração, Biogás, Novos Negócios GEINV/DTCDue diligence de Compliance e ESG/GEARC

Palestra - Mercado Livre de Energia - Pedro Franklin/COMERC Espaço para perguntas e debates

Considerações finais

- Diretoria SCGÁS

- Presidente da Câmara de Energia da FIESC

Endividamento cai pelo 2º mês seguido, mas inadimplência preocupa

O nível de endividamento das famílias brasileiras caiu, em agosto, pelo segundo mês consecutivo. Mas a proporção de pessoas com dívidas atrasadas e das que afirmam que não conseguirão quitar os atrasos cresceu. É o que mostra a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), elaborada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e divulgada nesta terça-feira (5/9).

O índice de endividamento recuou de 78,1% para 77,4%, sendo o menor desde junho de 2022. Nos últimos 12 meses, a redução é de 1,6 ponto percentual.

É considerada endividada a pessoa que tem compromissos a vencer, ou seja, não necessariamente conta já atrasada. As modalidades de dívidas pesquisadas são cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, cheque pré-datado, prestação de carro e de casa.

Tanto no mês quanto no período acumulado de 12 meses, a queda no endividamento se deu em todas as faixas pesquisadas pela CNC.

De acordo com a economista responsável pela Peic, Izis Ferreira, dois pontos contribuem para essa redução. “Um contexto mais benigno de inflação mais baixa em comparação com o ano passado e um mercado de trabalho resiliente, absorvendo pessoas de menor grau de instrução. Isso tem levado as pessoas a terem uma folga no orçamento, e um volume menor delas busca o crédito como meio para o consumo de bens e de serviço.”

Contas atrasadas

Se por um lado caiu a proporção de endividados, por outro cresceu a dos inadimplentes, ou seja, pessoas com contas atrasadas. Essa marca chegou em agosto a 30%, igualando o resultado de dezembro de 2022.

“Estamos falando de um consumidor [por exemplo] que tem dois, três cartões de crédito e um crédito pessoal ou consignado, um financiamento. Com mais modalidades de dívida, está difícil de esse consumidor conseguir pagar todas dentro do prazo de vencimento”, avalia a economista.

Outro fator preocupante no levantamento é o nível de consumidores que afirmam que não vão conseguir pagar as contas atrasadas, ou seja, continuarão inadimplentes. A proporção de 12,7% é a maior da série histórica iniciada em janeiro de 2010. Essa situação atinge principalmente as pessoas com renda de até três salários mínimos.

“Isso mostra que, mesmo com uma inflação trazendo uma trégua para esse orçamento doméstico, ainda é um desafio conseguir negociar ou pagar uma dívida que está atrasada há mais tempo e que sofre mais com esses juros altos, que aumentam o custo da dívida e acabam tornando o valor muito significativo, e essa família não consegue pagar”, explica Izis.

Cartão de crédito

Os dados da CNC mostram que o cartão de crédito é o vilão do orçamento das famílias brasileiras de forma disparada. A proporção de consumidores endividados com o cartão é de 85,5%. Em seguida, as principais modalidades de dívidas são os carnês (17,1%), crédito pessoal (9,2%), e os financiamentos de carro (7,9%) e casa (7,5%).

A Peic revela também que o tempo médio de comprometimento com dívidas é de 6,9 meses. O tempo médio de pagamento em atraso é de 63 dias. A parcela da renda comprometida com dívida é 29,9%.

A CNC estima que a proporção de endividados amplie o ritmo de queda nos próximos meses, aproximando-se de 77% entre setembro e outubro. Porém, prevê que o endividamento deve voltar a crescer na reta final do ano, encerrando 2023 perto de 78% do total de famílias.

Aplicativo de empréstimo dá golpe de extorsão em vítimas brasileiras
Especialistas da Kaspersky alertam para o malware SpyLoan como uma das principais ameaças de celulares na América Latina: são aplicativos disseminados por meio de anúncios nas redes sociais que oferecem empréstimos imediatos, mas com taxas de juros muito altas. Em caso de falta de pagamento, os aplicativos desenvolvem uma fase maliciosa que rouba informações pessoais, fotos da vítima e até bloqueia seu celular para extorqui-la. A Kaspersky explica o golpe e ofrece dicas de como se proteger.
Os aplicativos SpyLoan são comercializados em lojas de apps como uma maneira "fácil" de obter um empréstimo imediato, sem que as vítimas tenham que atender a todos os requisitos e condições solicitadas por bancos ou instituições financeiras. As pessoas podem obter o crédito de forma simples: basta baixar um desses aplicativos e preencher com os dados para receber o dinheiro solicitado.
Posteriormente, os usuários percebem que, na realidade, contraíram uma dívida com taxas de juros extraordinariamente altas. Este é o momento em que o aplicativo apresenta uma fase maliciosa; ao não conseguir fazer o primeiro pagamento do crédito, o usuário é vítima de mensagens de extorsão, já que o app consegue acessar o celular e roubar contatos e fotos armazenadas no aparelho, elementos que são usados para forçar o pagamento. Em casos mais extremos, esses tipos de aplicativos podem bloquear o acesso do usuário ao seu telefone, o que ecoa ameaças de ransomware.
 
"Além do fato de que os usuários dos aplicativos SpyLoan adquirem uma dívida que é muito difícil de gerenciar, eles inconscientemente concedem a esses apps acesso a informações armazenadas em seu telefone, como listas de contatos, fotos e vídeos. Esses elementos são usados em um esquema de extorsão que se estende além do solicitante de empréstimo e transcende em muitos casos aos seus contatos. É importante que as pessoas sejam cautelosas ao decidir solicitar um empréstimo dessa forma e que sempre cuidem das permissões concedida a cada aplicativo instalado em seus dispositivos", afirma Fabio Assolini, diretor da Equipe Global de Pesquisa e Análise para a América Latina da Kaspersky.
Para evitar ser vítima de um aplicativo malicioso e aumentar a segurança do seu smartphone, a Kaspersky recomenda:
• Desconfie de promoções ou ofertas boas demais para serem verdade. Os aplicativos SpyLoan aproveitam a necessidade que algumas pessoas têm de obter dinheiro imediatamente. Opte por instituições financeiras que operam legalmente em cada país para evitar ser vítima deste esquema de fraude e extorsão.
• Limite as permissões necessárias para os aplicativos que você usa. Verifique sempre as configurações das permissões que você dá aos aplicativos, como acesso a seus contatos, localização GPS, câmera, microfone e entre outros, para minimizar a probabilidade de seus dados serem compartilhados ou armazenados por terceiros sem o seu conhecimento.
• Verifique se seus aplicativos vêm de fontes confiáveis. Baixe aplicativos de lojas oficiais. Os cibercriminosos costumam criar aplicativos falsos que imitam marcas confiáveis para obter informações confidenciais dos usuários. Para evitar essa armadilha, leia as análises do aplicativo e verifique a atualização mais recente do desenvolvedor, bem como suas informações de contato. 
• Mantenha o sistema operacional do seu dispositivo atualizado. As atualizações no sistema operacional do telefone visam melhorar o desempenho e até mesmo a segurança do telefone. 
• Instale uma solução de cibersegurança capaz de detectar qualquer atividade maliciosa no seu dispositivo móvel, como o Kaspersky Premium.
Encontre mais dicas para fortalecer o controle e a gestão de suas informações em nosso blog.
Sobre a Kaspersky
A Kaspersky é uma empresa global de cibersegurança e privacidade digital fundada em 1997. O seu profundo conhecimento do panorama de inteligência de ameaças e a sua experiência leva à criação contínua de soluções de segurança e serviços para proteger as empresas, infraestrutura críticas, Governos e consumidores por todo o mundo. O portfólio de segurança da empresa inclui a solução líder de proteção para endpoint e um vasto número de programas e serviços de segurança especializados – que incluem soluções de Ciberimunidade – que visam combater ameaças digitais mais sofisticadas e em permanente evolução. Atualmente, mais de 400 milhões de utilizadores estão protegidos pelas tecnologias da Kaspersky e a empresa ajuda cerca de 220.000 clientes corporativos a proteger o que lhes é mais importante. Mais informações no site. 
O retorno da alíquota do PIS/Cofins sobre o diesel: o impacto financeiro vai ser sobre todos os brasileiros

A partir desta terça-feira (5), o Brasil presencia o retorno da alíquota do PIS/Cofins sobre os preços do diesel. Um revés na política de desoneração que vinha aliviando o bolso dos brasileiros desde 2021, quando o ex-presidente Bolsonaro implementou a medida como forma de conter o crescente aumento nos preços do petróleo.
 
O presidente Lula havia prometido manter a desoneração até o final de 2023, mas foi forçado a antecipar a cobrança para compensar o programa de descontos para carros novos. No entanto, a pergunta que paira no ar é: toda a população deve pagar a conta por essa política de incentivo fiscal? Vamos ter reflexos inflacionários com o aumento do Diesel para uma parcela da sociedade (mais favorecida) a comprar seu carro zero km.
 
O aumento previsto no preço do diesel é preocupante. Hoje, 5 de setembro, são R$ 0,11 por litro; a partir de outubro, uma nova incidência elevará o preço em R$ 0,13 por litro; já em janeiro de 2024, o imposto voltará a ser cobrado integralmente, somando R$ 0,35 por litro. Essa escalada de tributação ocorre em um momento de alta dos preços internacionais do petróleo e logo após um reajuste pela Petrobras, que em agosto anunciou um aumento de 25,8% para as refinarias.
 
Mesmo com esse aumento, a defasagem em relação à paridade de importação persiste, com a Petrobras praticando aproximadamente 10% do valor internacional, o que sugere um espaço para aumentos adicionais, impactando ainda mais os consumidores.
 
A falta de transparência na nova política de preços dificulta a previsibilidade de futuros reajustes para amortecer a incidência de impostos sobre o diesel. Além disso, o Brasil tem sua produção interna insuficiente, especialmente no caso do diesel S10, que necessita de importações para atender à demanda.
 
Em julho de 2023, a Petrobras reduzia os preços da gasolina quando o governo aumentava a tributação, o cenário atual para o diesel é bem menos favorável devido ao preço elevado do petróleo Brent, referência para a empresa de petróleo brasileira. O impacto dessas medidas recai sobre todos os estados, já que o diesel é essencial para a economia, afetando os preços de produtos que alcançam todas as classes sociais.
 
A gasolina pode impactar mais os mais ricos, mas o diesel é um combustível vital para o transporte de mercadorias, serviços públicos e geração de energia. Portanto, seus aumentos afetam diretamente os preços dos produtos básicos, impactando o custo de vida de todos os brasileiros.
 
A imposição da alíquota do PIS/Cofins sobre o diesel não é apenas uma mudança fiscal, mas também uma questão política. A medida se traduz em uma política social questionável, em que todos pagam para que alguns possam comprar carros novos. Isso vai resultar em um aumento da inflação, que será suportado por todos os estratos sociais.
 
O retorno da alíquota do PIS/Cofins sobre o diesel é uma decisão que merece um olhar crítico. Seu impacto na economia e no bolso dos brasileiros é significativo, e levanta questões sobre a justiça fiscal/social e o verdadeiro propósito dessa medida. É essencial que o governo e a Petrobras revejam essa política para proteger a economia e o bem-estar de todos os brasileiros.
 
Murillo Torelli é professor de Contabilidade Financeira e Tributária no Centro de Ciências Sociais e Aplicadas (CCSA) da Universidade Presbiteriana Mackenzie 

 

Nova contribuição sindical obrigatória: alguma surpresa?

Nos próximos dias, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidirá sobre a autorização da cobrança da "contribuição assistencial" em acordos coletivos, mesmo para trabalhadores que não são sindicalizados. Embora seu nome possa soar benevolente, a verdadeira consequência é que se trata de mais dinheiro retirado do trabalhador em benefício dos sindicatos. Até o momento, seis ministros demonstraram ser favoráveis à cobrança, o que levanta sérias preocupações.
 
Primeiramente, é importante lembrar que essa tentativa de ressuscitar uma forma de contribuição sindical obrigatória é diferente do imposto sindical, que se tornou opcional em 2017, graças ao então presidente Michel Temer. O imposto sindical era uma obrigação para todos os trabalhadores e empresas, uma prática que levantava discussão se aquele era um sistema justo de representação dos interesses dos trabalhadores.
 
A consequência dessa mudança foi clara: os sindicatos tiveram uma drástica queda de arrecadação, cerca de 97,5%, conforme dados do Ministério do Trabalho. Isso é um sinal de que muitos trabalhadores estavam insatisfeitos com a forma como seus recursos eram usados pelos sindicatos, muitas vezes para fins políticos ou pessoais, em vez de benefícios tangíveis para os membros.
 
Agora, os ministros favoráveis à nova cobrança alegam que os trabalhadores terão o direito de se opor. Mas como será esse processo? Os trabalhadores serão forçados a participar de assembleias para se esquivar dessa taxa? É improvável que os sindicatos tratem com gentileza aos que se opuserem à contribuição, e isso levanta questões sobre a liberdade de escolha dos trabalhadores.
 
Além disso, ainda não sabemos qual será a periodicidade dessa cobrança e nem qual será o valor exato. Fala-se em até 1% do salário, o que pode ser significativo para muitos trabalhadores, especialmente aos que já enfrentam dificuldades financeiras.
 
A verdade é que essa tentativa de ressuscitar a contribuição sindical obrigatória não é uma surpresa. Os sindicatos laborais têm sido aliados da esquerda e essa medida parece ser mais uma maneira de financiar seu apoio.
 
É hora de o STF reconsiderar sua posição e respeitar a liberdade de escolha dos trabalhadores, em vez de impor mais uma contribuição obrigatória que só beneficia os sindicatos e a elite política.

Murillo Torelli é professor de Contabilidade Financeira e Tributária no Centro de Ciências Sociais e Aplicadas (CCSA) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM).

PROGRAMA POLINIZA SC SERÁ LANÇADO NA FESTA DA MAÇÃ

A agricultura é fortemente dependente de insetos para a produção de alimentos e pelo menos um terço de todas as culturas depende da polinização. Na medida em que a agricultura cresce, a necessidade de polinizadores aumenta. Proteger as abelhas demanda de um esforço conjunto de apicultores, cientistas e órgãos públicos. E para que as abelhas possam permanecer nas suas tarefas essenciais no ecossistema, a Secretaria de Estado da Agricultura Catarina vai lançar o programa Poliniza Santa Catarina.
A intenção é apoiar os agricultores na atividade de polinização de culturas de importância agrícola através do programa de Fomento AGRO. Poderão fazer parte do projeto os apicultores devidamente capacitados e avaliados pela FAASC (Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores de Santa Catarina), cadastrados na CIDASC e com parâmetros técnicos das colméias dentro das especificações previstas no cadastro.
O Programa tem por objetivo organizar, valorizar e proteger as abelhas na polinização com benefícios na produtividade de frutas, hortaliças e grãos. Também vai monitorar e alertar sobre o uso adequado dos defensivos agrícolas, evitando a mortandade e a redução do tempo de vida das abelhas e, conseqüentemente, a intoxicação do mel e a eliminação de colméias.
Hoje Santa Catarina tem 9.000 apicultores e aproximadamente 315.000 colméias em produção. Na safra 2022/2023 o estado produziu 7,5 mil toneladas de mel, agregando renda para apicultores e agricultores
O secretário da agricultura Valdir Colatto informou que vai fazer o lançamento do programa POLINIZA Santa Catarina durante a realização da Festa da Maça, que acontece de 07 a 10 de setembro em São Joaquim/SC, um grande evento do agronegócio que reúne empresas e produtores da fruta e divulga outros produtos como pecuária, vinhos de altitude, queijos, frescais e os méis.
“A apicultura e a meliponicultura são atividades importantes, que geram renda e riqueza para milhares de produtores rurais de Santa Catarina. Além de ter um papel fundamental na polinização, principalmente na fruticultura. A Secretaria da Agricultura seguirá apoiando o setor produtivo, com programas e projetos para incentivar o uso de tecnologias que possam resultar no aumento da produção e na proteção das abelhas”, destaca o secretário da Agricultura Valdir Colatto.
 
Cinco dados importantes sobre o mel catarinense:
 
1.       Recebeu 06 premiações como o melhor do mundo.
 
2.       Está entre os quatro maiores produtores do Brasil.
 
3.       Possui 100 tipos silvestres de méis.
 
4.       São 297.863 colméias em todo Estado.
 
5.       Içara com 13.500 e Bom Retiro com 12.786 lideram o ranking em número de Colméias.

 

Osni de Oliveira Junior assume como CEO da Círculo

No dia 1º de setembro, se encerrou o ciclo de José Altino Comper na Círculo, após 34 anos, sendo 14 deles dedicados à presidência da empresa têxtil. O evento realizado na Lince, em Gaspar (SC), nesta sexta-feira, foi uma homenagem e agradecimento a todo o seu profissionalismo nestes anos e uma celebração ao novo presidente, Osni de Oliveira Junior, então diretor de Marketing, que agora assume o cargo de CEO. José Altino seguirá no conselho do Grupo Lince. 
O evento contou com a presença de autoridades, de entidades empresariais e têxteis, representantes locais e estaduais dos poderes executivo e legislativo, além de familiares, amigos, colaboradores, parceiros e imprensa. Na ocasião, Leopoldo Adolfo Schmalz, presidente do Grupo Lince, holding que controla as empresas Círculo, Plasvale e outras participações, discursou sobre a sua amizade e confiança profissional em José Altino, e ressaltou o seu enstusiamo com Osni de Oliveira Junior neste novo desafio. “O Junior enquanto diretor de Marketing quebrou paradigmas para ajudar a posicionar a Círculo no Brasil e no mundo. Transformou uma fábrica de fios em um negócio de moda e empreendedorismo”, comenta Schmalz.
José Altino também relfetiu sobre a sua trajetória na Círculo. “Agradeço a oportunidade que o senhor Leopoldo me deu, de me realizar aqui nos seus negócios”, avalia. E quanto à transmissão do cargo, acredita que a empresa seguirá em boas mãos. “Junior tem valores e conhecimento para fazer a Círculo ainda melhor. Fico na torcida por ele e por toda a equipe”, completa Comper. 
Junior, que entrou na Círculo em 1999 como estagiário, passou por diferentes funções dentro da área comercial e de marketing na empresa, até ser indicado e se preparar para assumir a presidência da indústria têxtil, que é líder no mercado artesanal no Brasil, a maior fabricante de fios para trabalhos manuais da América Latina e está ampliando sua presença no mercado internacional, exportando para mais de 45 países. “Recebo essa missão com muito orgulho e felicidade, mas consciente da reponsabilidade e da dimensão da marca no mundo do artesanato. Nosso trabalho sempre foi voltado ao consumidor, para as pessoas, seguimos nesse caminho”, finaliza. 
 
 
FOTOS: 
Credito: Luana Geiss

 

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