segunda, 29 de novembro de 2021
18/11/2021

Aprovação de Acordo sobre Regras Comerciais e de Transparência com EUA é avanço na agenda bilateral


A aprovação pelo Senado do Protocolo sobre Regras Comerciais e de Transparência ao Acordo de Comércio e Cooperação Econômica entre Brasil e Estados Unidos abre caminho para uma agenda bilateral mais ambiciosa entre os dois países. O instrumento foi celebrado pelos governos brasileiro e americano em outubro de 2020 e agora segue para promulgação do presidente da República, etapa que conclui a internalização do protocolo no Brasil.

Os compromissos envolvem medidas para facilitação de comércio, que visam a redução de burocracias e de custos e o aumento da agilidade e de previsibilidade para exportadores e importadores, boas práticas regulatórias e de combate à corrupção. Na avaliação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o instrumento traz temas de última geração e possibilita a economia de tempo e de custos e a amplia a competitividade na relação entre os dois países.


“A agilidade na tramitação e aprovação pelo Congresso mostra alinhamento dos países na agenda bilateral e a importância dos Estados Unidos como parceiro comercial do Brasil. O ambiente é de expectativa no setor privado para célere promulgação e entrada em vigor dos compromissos, que podem gerar ganhos econômicos concretos com aumento dos fluxos bilaterais de comércio e de investimentos”, afirma o Superintendente de Desenvolvimento  Industrial da CNI, Renato da Fonseca.


A redução da burocracia, dos custos de transação e dos atrasos desnecessários relacionados ao fluxo comercial de bens, a partir de medidas de facilitação de comércio, proporcionará maior competitividade e eficiência às operações comerciais realizadas entre os dois países.

Segundo estimativas da CNI, a adoção de apenas uma das iniciativas previstas no Protocolo, que é a implementação dos sistemas de janela única de comércio exterior, pode gerar um acréscimo das exportações do Brasil para o EUA em torno de US$ 10 bilhões, acumulados até 2040. Para a corrente de comércio entre os dois países, o acréscimo estimado é de US$ 17 bilhões até 2040.



Blog

Multilog participa do primeiro trânsito aduaneiro multimodal realizado no Brasil

A Receita Federal realizou o primeiro trânsito aduaneiro multimodal neste mês para autorizar o transporte de farelo de soja de Foz do Iguaçu até Paranaguá por via terrestre. Trata-se de uma alternativa para escoar as exportações paraguaias que iam por via fluvial até a Argentina, trajeto que tornou-se impraticável com as secas nos rios da região.

Com fiscalização da Receita Federal, a carga ingressou no Porto Seco de Foz do Iguaçu - gerenciado pela Multilog -, e de Cascavel. Logo em seguida, foi colocada em vagões e seguiu por trem até Paranaguá para ser embarcada em navios para exportação.

“O regime de trânsito aduaneiro é um benefício concedido a importadores e exportadores, que permite o transporte de mercadorias de um recinto alfandegado a outro para o desembaraço aduaneiro da carga, com a suspensão do pagamento de tributos. Com os rios em níveis baixos e sem perspectiva de chuvas, as barcaças não podem navegar e a produção tem que escoar por terra”, disse Francisco Augusto Silva Damilano, Gerente Geral de Operações das Fronteiras da Multilog.

O Porto Seco de Foz do Iguaçu está localizado em uma tríplice fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai. Na fronteira com a Argentina, a exportação é concentrada no mercado automobilístico: veículos automóveis, peças e madeiras. Já na fronteira com o Paraguai, os produtos mais exportados atendem aos mercados de construção e de agricultura. Na parte de importação, os principais produtos que mais saem da Argentina e vêm para o Brasil são alimentos, enquanto que no Paraguai a importação é concentrada em carne suína, ferro, produtos têxteis e grãos.

No ano passado, um levantamento feito pela Receita Federal revelou que o Porto Seco de Foz do Iguaçu registrou taxas de crescimento recordes nos últimos quatro meses de 2020, consolidando-se como o maior da América Latina em volume de cargas.

A Multilog é parceira estratégica da Receita Federal e possui Certificação de Operador Econômico Autorizado - OEA em Barueri, Santos, Campinas, São Paulo, Itajaí, São José dos Pinhais e Joinville. A empresa é reconhecida pela integridade e segurança nas operações, além de atuar em conformidade com os critérios exigidos pelo Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado - OEA.

Saiba mais sobre a Multilog

A Multilog é um operador logístico com mais de 20 anos de mercado, possuindo forte presença no Sul e Sudeste. Possui estrutura e inteligência para desenvolver soluções completas e diversificadas para operações alfandegadas, centros de distribuição e transportes, além de possuir grande expertise nos segmentos químico, de saúde, bens de consumo, automotivo e industrial. A Multilog conta com 20 unidades de negócio, em quatro diferentes estados (São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), e 1,5 milhão de metros quadrados de área alfandegada. Ao todo, são mais de 1,5 mil colaboradores e premiações como Top Of Mind, Prêmio Sindusfarma de Qualidade, ISO 9001:2015, Certificação OEA, empresa brasileira de logística número um no ranking Great Place to Work (Melhores Empresas para Trabalhar) 2020, entre outras.

Com tarifa regulada, GNV é o combustível mais econômico em Santa Catarina

A competitividade do GNV (Gás Natural Veicular) em Santa Catarina no mês de setembro foi de 53% em relação ao etanol e 40% quando comparado à gasolina, conforme cálculo realizado pela SCGÁS, com dados da Associação Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O estado tem 139 postos de combustível operando com o insumo e quase 112.500 usuários, segundo dados do Denatran.

Desde janeiro, foram registradas 2.500 novas conversões em Santa Catarina. Nos últimos quatro anos, mais de 18 mil usuários aderiram ao combustível. O crescimento da frota se dá, principalmente, pelos sucessivos aumentos da gasolina. Na última segunda-feira, 25, a Petrobras anunciou novos reajustes nos preços da gasolina e do diesel em suas refinarias, o segundo em menos de um mês. A gasolina subirá 7% e o diesel, 9,1%.
O litro do combustível em SC custa, em média, R$ 6,41 segundo a ANP. A SCGÁS comercializa o GNV aos postos de combustível por 3,21 R$/m³. Diferentemente da gasolina e do etanol, a tarifa do GNV é regulada pela Agência Reguladora dos Serviços Públicos de Santa Catarina (ARESC) e sofre apenas duas variações ao ano no preço de distribuição aos postos, em janeiro e julho.

“Além de ser um combustível mais econômico, o GNV também é mais sustentável. Por isso, muitos motoristas, principalmente os que percorrem longas distâncias, optam pelo GNV. Além disso, a segurança em relação ao preço, que varia apenas semestralmente, é outro motivo que leva ao aumento da frota e do consumo", explicou Ronaldo Macedo Lopes, engenheiro da área comercial da SCGÁS.

Desde janeiro deste ano, a distribuidora catarinense registrou aumento de quase 10% no consumo de GNV, acompanhando o crescimento da frota. Em setembro, foram comercializados uma média de 348.467 m³ do insumo por dia.

CNI divulga pesquisa apontando que indústrias que investiram em tecnologia nos últimos anos aumentaram produtividade e lucro

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou um estudo, realizado pelo o Instituto FSB pesquisa, apontando que 88% de empresas industriais de médio e grande porte que promoveram alguma inovação durante a pandemia de Covid-19 obtiveram resultado positivo.

Segundo os dados apresentados, 80% das companhias ouvidas registraram ganhos de produtividade, competitividade e lucratividade decorrentes de inovações. Outras 5% tiveram dois desses ganhos e 2%, um ganho. Apenas 1% das indústrias brasileiras inovou e não viu nenhum incremento em seus resultados. Com essa pesquisa, fica evidente a importância de investir em inovação com foco em produtividade, pensando não somente no lucro, mas na sobrevivência da companhia e também na geração de novos empregos.

Fabio Rodrigues, CEO da Novidá e um dos maiores especialistas em produtividade no país, observa que de forma mais tática, é possível ter controle com as máquinas para aumentar a produtividade, mas com a equipe humana ainda é difícil esse acompanhamento mais próximo. Por isso é essencial ferramentas inovadoras que atuem na evolução dos profissionais, que foi um pouco do olhar das indústrias ouvidas.

"Um bom ritmo de crescimento da produtividade é um elemento-chave para que países emergentes consigam alcançar a renda dos países mais desenvolvidos. Ganhos operacionais em qualquer empresa impulsionam diretamente margem, rentabilidade e, por consequência, desenvolvimento econômico, ajudando a salvar empresas e empregos", aponta Fábio.

O executivo observa que nos últimos meses o Brasil perdeu diversas indústrias como Ford e LG. "O que temos que nos questionar é: por que muitas vezes a escolha na hora de fechar fábricas é no Brasil e não em outros países? Existem diversos fatores macroeconômicos, tributários e trabalhistas nesta conta e já amplamente discutidos, mas um dos fatores decisivos e pouco debatido, frente aos demais, é certamente a baixa produtividade operacional brasileira e latinoamericana, se comparado a outros países, e isso acaba impactando a estrutura de custos das empresas de uma forma visceral. Então, o que temos que nos perguntar é como as empresas podem ser mais competitivas para além dos custos, já dados, de impostos e de financiamento? E como se tornar mais eficiente em termos operacionais?", questiona Fábio.

A resposta, segundo o executivo, está em levar inovação para melhorar processos e conseguir assim entrar em uma briga competitiva com outros países. "Hoje existe um desequilíbrio muito forte entre as máquinas e o trabalho manual e por isso é tão importante que a indústria inove", aponta Fábio.

O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, destacou que o caminho para o país voltar a crescer e recuperar a sua economia passa essencialmente por investimentos em inovação. "Diante do surgimento de pandemias assustadoras, como a da Covid-19, e da persistência de crônicos obstáculos ao crescimento econômico e à melhora das condições de vida da população, estimular o espírito inovador é primordial para avançarmos", afirma.

Rede de distribuição de gás natural em SC chega a 1,3 mil km

Santa Catarina chegou em setembro ao marco de mais de 1,3 mil km de rede de gás natural construídas ao longo dos 21 anos de operação da distribuidora estadual. O Gás Natural está presente em 67 cidades do estado, com mais de 18 mil clientes diretos abastecidos e mais de 111 mil usuários de GNV (Gás Natural Veicular). Destaca-se o abastecimento a 17 mil residências, mais de 660 pontos comerciais, 139 postos de GNV e 326 indústrias. Os dados são do relatório de consumo de setembro da SCGÁS.

"A ampliação da oferta de gás natural para atender à demanda catarinense é uma das prioridades da nossa gestão. Por isso, junto aos órgãos responsáveis e fiscalizadores, estamos viabilizando maneiras de aumentar o fornecimento do insumo para Santa Catarina. Assim, nossas casas, nossas indústrias e nossos veículos estão tendo um gás natural mais competitivo para continuar crescendo e podermos distribuir o insumo cada vez mais para todas as regiões do estado", disse o governador Carlos Moisés.

Com 67 municípios atendidos pelos 1.307 km de rede e GNC (Gás Natural Comprimido), Santa Catarina concentra 22% das cidades abastecidas pelo energético, o segundo melhor índice nacional em número de municípios atendidos, segundo dados do Relatório da Abegás (Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado) de dezembro de 2020.

Com 1% da área geográfica do país e pouco mais de 4% do PIB nacional, o Estado responde pela oferta de Gás Natural a 14,3% dos 452 municípios brasileiros que utilizam o insumo. O território catarinense também concentra mais de 3,3% dos km da rede total de distribuição existente no país.

O relatório de setembro da SCGÁS também mostrou que o volume mensal de Gás Natural comercializado no mês foi de 2.252.551 m³ por dia, valor 12% maior do que o comercializado no mesmo período em 2019 e 5,4% superior ao período em 2020. O último recorde de consumo em Santa Catarina ocorreu no mês de julho, com a venda de 2.276.816 m³ por dia.


 

Boletim Agropecuário aponta aumento de 100% na produção catarinense de trigo

A expectativa de aumento de 102% na produção catarinense de trigo é o destaque do Boletim Agropecuário de outubro. As exportações de proteínas animais também trazem boas notícias para os catarinenses. Em setembro, o estado exportou o maior valor mensal desde o início da série histórica. A exportação de frango registrou aumento de 32% em um mês. O Boletim Agropecuário é emitido mensalmente pela Epagri/Cepa com a avaliação econômica das principais cadeias produtivas do agronegócio catarinense.

 

Trigo

De acordo com estimativa da Epagri/Cepa, Santa Catarina deve colher a maior safra de trigo dos últimos dez anos, com produção de 348 mil toneladas, incremento de 102% em relação à safra anterior. O cenário resulta do crescimento de 74% na área plantada, que é reflexo dos bons preços pagos aos produtores, associados aos incentivos do governo estadual ao cultivo de cereais de inverno.

Os preços pagos ao produtor de trigo em setembro estavam 41,16% superiores ao preço médio praticado há um ano. Em setembro, as cotações de balcão para o trigo no mercado catarinense ficaram em R$ 84,98 a saca de 60kg, variação negativa de 0,14% em relação ao mês de agosto. Atualmente, 80,79% das lavouras de trigo alcançaram a fase de florescimento, 17,84% encontram-se em fase de maturação e apenas 1,37% estão em desenvolvimento vegetativo. O clima úmido e as temperaturas amenas das últimas semanas favoreceram o surgimento de doenças fúngicas, como a Giberela. Diante dessa condição, produtores estão atentos e intensificam os cuidados com a aplicação de fungicidas.

Arroz

A Epagri/Cepa estima uma produção de 1,22 milhão de toneladas de arroz em Santa Catarina na safra 2021/22, volume 2,14% menor que o ciclo agrícola anterior. A redução se deve à queda de 1,74% na produtividade média, passando de 8,4 t/ha obtidos na safra passada para 8,3 t/ha. A área plantada se manteve estável em 147 mil hectares, com 82% das áreas destinadas ao plantio já semeadas.

Em setembro, os preços médios pagos aos produtores catarinenses de arroz tiveram redução de 1% em relação a agosto, fechando o mês em R$ 73,40 a saca de 50kg. Essa tendência de queda está relacionada à baixa oferta dos produtores. Por outro lado, os moinhos não têm conseguido repassar os preços aos mercados atacadista e varejista.

Feijão

Segundo a expectativa da Epagri/Cepa, os preços pagos aos produtores de feijão devem continuar elevados em novembro e dezembro. Em setembro, o preço médio pago aos produtores catarinenses de feijão-carioca permaneceu inalterado em relação a agosto, fechando a média mensal em R$ 237,50 a saca de 60kg. Já para o feijão-preto, os preços tiveram pequena variação negativa de 0,16% no último mês, fechando a média de julho em R$ 232,29 a saca de 60kg.

Até a última semana de setembro, 21,4% da área destinada à produção da safra 2021/22 de feijão prieira safra já mfoi semeada em Santa Catarina. Neste início de safra, o plantio de feijão-preto predomina, pois o cultivo do feijão-carioca é mais tardio e se concentra nas regiões mais frias do Estado, como Campos de Lages, Planalto Sul e Meio Oeste. O plantio deve se intensificar em outubro e novembro, com conclusão prevista para final de dezembro.

Milho

A Epagri/Cepa estima que, devido aos baixos estoques internos nacionais, as cotações do milho devem se manter fortalecidas até o final do ano, na comparação com anos anteriores, a despeito da queda de 4,4% nos preços médios pagos ao produtor catarinense de milho em setembro em relação a agosto. A recente queda entre agosto e setembro foi forçada pelo volume das importações, a expectativa de aumento da área da safra 2021/22 e a colheita da safra dos Estados Unidos.

Até 15 de outubro, 67% da área estimada para cultivo de milho primeira safra em Santa Catarina já estava cultivada. As chuvas contínuas desde o início de outubro atrasaram os plantios no estado.

Soja

O período preferencial de cultivo da soja em Santa Catarina iniciou em outubro, mas a chuva contínua já causa atraso em várias regiões. Os preços fortalecidos no momento se devem à alta do dólar e dos estoques internos. Diversos fatores, no entanto, já orientam para uma baixa nos preços: o prognóstico de aumento de área de cultivo da safra brasileira para 2021/22, a colheita da safra dos Estados Unidos e consequente elevação de estoques naquele país, além da demanda indefinida na China, causada pela paralisação das indústrias de processamento.

Alho

Santa Catarina está com 1.758 hectares cultivados com alho, número 2,3% maior que a estimativa de julho. O plantio foi encerrado em agosto e a cultura se desenvolve normalmente em todas as regiões produtoras. A condição das lavouras é considerada boa até o momento.

Em setembro de 2021, foram importadas 2,53 mil toneladas de alho, o menor volume para o mês nos últimos cinco anos. De janeiro a setembro deste ano, as importações somam 105.87 mil toneladas, enquanto que no mesmo período do ano de 2020 o volume importado foi de 141,45 mil toneladas, redução de 33,6% no período.

Cebola

A Epagri/Cepa mantém a expectativa de Santa Catarina produzir pouco mais de 500 mil toneladas de cebola na safra 2021/22. As chuvas contínuas de outubro podem afetar esta previsão, porém, visto a ocorrência de doenças que já começam a ser relatadas no campo. Se o cenário de patologias se confirmar, os produtores terão aumento no custo de produção que, associado à conjuntura de preços baixos, pode afetar o desempenho da safra e o retorno econômico aos agricultores. “Questão para ser avaliada nas próximas semanas”, afirmam os analistas da Epagri/Cepa.

Com o plantio encerrado em setembro, Santa Catarina chegou a 17.458 hectares cultivados com cebola, redução de 0,54% em relação à estimativa inicial, que era de 17.553 hectares

Os volumes importados de janeiro a setembro deste ano somam 115,07 mil toneladas, contra 194.777 no mesmo período do ano passado. O mercado nacional de cebola continua com alta oferta, provocando preços abaixo do custo de produção nas regiões com produção para comercializar atualmente.

Suínos

Santa Catarina exportou 57,75 mil toneladas de carne suína (in natura, industrializada e miúdos) em setembro, alta de 29,8% em relação ao mês anterior e 34% acima de setembro de 2020. As receitas foram de US$ 136,26 milhões, crescimento de 26,8% em relação ao mês anterior e de 40,3% na comparação com setembro de 2020. Em termos de quantidade, esse foi o maior valor mensal já exportado por Santa Catarina desde o início da série histórica, em 1997, e o terceiro melhor resultado financeiro do período.

De janeiro a setembro, o estado exportou 438,31 mil toneladas de carne suína, com receitas de US$ 1,08 bilhão, altas de 12,6% e 26,4%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2020. Santa Catarina respondeu por 52,9% das receitas e 51,3% do volume de carne suína exportada pelo Brasil este ano.

Aves

Em setembro, Santa Catarina exportou 102,81 mil toneladas de carne de frango (in natura e industrializada), aumento de 32,3%, tanto em relação ao mês anterior quanto na comparação com setembro de 2020. As receitas foram de US$ 187,49 milhões, 22,3% acima do mês anterior e alta de 60,8% na comparação com setembro de 2020. Esses são os maiores valores mensais registrados desde maio de 2019, tanto em volume quanto em receitas.

De janeiro a setembro, Santa Catarina exportou um total de 764,22 mil toneladas, com receitas de US$ 1,34 bilhão, alta de 4,1% em quantidade e de 16,7% em valor, na comparação com o mesmo período do ano passado. O estado foi responsável por 24,4% das receitas geradas pelas exportações brasileiras de carne de frango no ano.

Bovinos

Na primeira quinzena de outubro o preço médio estadual do boi gordo foi de R$ 308,52 a arroba, queda de 3,4% em relação ao mês anterior. Também foram registradas quedas nos preços dos animais de reposição, com variações de -4,7% no caso dos bezerros de até um ano e de -3,3% para os novilhos de um a dois anos. Esses movimentos de queda são decorrentes da paralisação das exportações para a China, em função da detecção de dois casos atípicos da doença conhecida por “vaca louca”, e da demanda desaquecida no mercado interno. Embora Santa Catarina não seja um grande exportador de carne bovina, o mercado interno é afetado pelo que ocorre no âmbito nacional, pois cerca de metade do consumo estadual é abastecido com produto oriundo de outras unidades da federação.

Leite

Outubro registrou sinalizações mais claras de redução nos preços internos de alguns lácteos no mercado atacadista. Isso, combinado com alguma recuperação na produção interna, se refletiu nos preços recebidos pelos produtores catarinenses. Segundo os levantamentos preliminares da Epagri/Cepa, neste mês de outubro, o preço médio recebido pelos produtores catarinenses deve ficar cerca de 4 centavos abaixo do preço médio de agosto.

Leia AQUI a íntegra do Boletim Agropecuário.

Combustíveis mantém alta nos preços no mês de outubro

Os combustíveis mantiveram a alta de preço do mês anterior em outubro, conforme aponta pesquisa da Procuradoria Municipal Defesa do Consumidor (Procon) de Itajaí. A gasolina comum teve um acréscimo de 3,56% em relação a setembro e o aumento ocorreu em todos os estabelecimentos pesquisados. A gasolina aditivada subiu 3,46%, o diesel comum 5,32% e o S10 aumentou 4,99%. As variações de preço foram pesquisadas pelos fiscais do órgão de proteção em 45 postos de combustíveis, situados no município, nesta semana.

A maior diferença constatada pelo Procon é na variação de preços entre os estabelecimentos. Na gasolina comum, a média de valores é de R$ 5,96 o litro. O maior preço encontrado foi o de R$ 5,99, já o menor é de R$ 5,84, considerando que o método de pagamento seja no dinheiro ou no cartão de débito. No cartão de crédito, os preços podem chegar até R$ 6,19 por litro - valor mais alto registrado neste mês. Na aditivada, a diferença foi de 3,46% em relação ao mês anterior, podendo chegar ao custo de R$ 6,37 o litro.

O Procon orienta ainda os consumidores a se atentarem à diferença de preços entre os pagamentos em dinheiro, cartão de débito e cartão de crédito. A cobrança não é ilegal, mas deve ser informada ao motorista. Alguns estabelecimentos chegam a cobrar até R$ 0,31 de diferença em relação à forma de pagamento.

A Procuradoria de Defesa do Consumidor de Itajaí realiza todos os meses as pesquisas dos itens da cesta básica e dos combustíveis com o intuito de averiguar possíveis irregularidades e informar as variações dos preços. O Procon também realiza pesquisas sazonais como de material escolar, Páscoa e Natal.

O órgão municipal orienta os consumidores e recebe denúncias das 13h às 18h na avenida Joca Brandão, nº 655, bairro Centro, e pelos telefones 151 ou (47) 3349-6147. Os cidadãos podem acessar também o site do Procon (procon.itajai.sc.gov.br) para obter informações e entrar em contato com o órgão.

Produto de Itajaí recebe a primeira certificação na área de pescado em Santa Catarina

O produto rollmops, da empresa itajaiense Vô Augusto, conquistou o 18° Selo Arte de Santa Catarina e o primeiro na área de pescado do estado. A solenidade de entrega da certificação foi realizada nesta quarta-feira (20) na sede da empresa, localizada no bairro Espinheiros.

O selo foi criado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio do Decreto 9.918/2019, para valorizar e reconhecer a qualidade de produtos artesanais que cumpram requisitos sanitários, mão de obra familiar e leva em conta o saber fazer, a tradição e a geografia local. Com esta certificação, é permitido que o produto seja comercializado em todo Brasil, abrindo novas perspectivas para pequenas agroindústrias.

A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), através do Departamento Estadual de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Deinp), é quem concede este reconhecimento aos produtores catarinenses. O órgão realizou auditoria na empresa no final de agosto, após receber todas as documentações necessárias envidas pelo Serviço de Inspeção Municipal de Itajaí (SIM), que fiscaliza a empresa desde seu registro em 2007.

A produção do rollmops é tradição da família dos proprietários da empresa, onde já em 1951, o pai de Edson Juarez de Oliveira, ajudava seu tio na produção deste produto. Em 1963, passou a produzir conservas, entre elas o rollmops, utilizando a receita original do tio. A empresa foi registrada em 2007 mantendo sua essência, produzindo até hoje de forma artesanal e totalmente manual seus rollmops.

Hoje a empresa é totalmente familiar e possui três variedades do produto, rollmops, rollmops temperado e rollmops ao vinagrete tipo francês, que poderão ser comercializados agora em todo o país.

Participaram da solenidade de certificação o presidente da Cidasc, Antonio Plinio de Castro Silva, e demais gestores do órgão, o secretário municipal de Agricultura e Expansão Urbana, Cesar Reinhardt, as fiscais do Serviço de Inspeção de Itajaí (SIM), Vanessa Minsky Bononi e Maria Fernanda Peixe, os proprietários da empresa Edson Juarez de Oliveira e Rute Enedina Mendonça de Oliveira, além da médica veterinária responsável técnica, Suelen Eskelsen.

Rollmops

O rollmops aqui no Brasil é feito com a utilização da sardinha-laje (opisthonemaoglinum). Passa por um processo de cura que pode ser a seco ou em salmoura, o que diferencia de um peixe cru que muita gente acredita ser.

Feito este processo, pode ser enrolado com pepino ou cebola, além de outras opções que podemos observar ao redor do mundo. Em Itajaí, o mais comum é ser feito com cebola, sendo um produto totalmente artesanal devido à dificuldade da implementação de processos industriais na produção. É um produto catarinense, devido à imigração europeia que trouxe influência cultural nos costumes, na gastronomia e nas edificações. 

Itajaí bate novo recorde na geração de empregos e registra o melhor resultado da história

O desenvolvimento econômico de Itajaí alavancou a maior geração de empregos da história. Os dados apontam 8.186 novos postos de trabalho formal na cidade, entre janeiro e agosto deste ano, uma série de saldos positivos entre novas vagas de emprego e demissões nos oito meses registrados na base de dados do Ministério do Trabalho. Uma média acima de mil carteiras assinadas por mês. Só em agosto foram 848 trabalhadores com vaga garantida.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico de Itajaí, Thiago Morastoni, a expansão econômica da cidade é traduzida em indicadores sociais como a geração de empregos. “Um dos principais fatores de nosso crescimento é o papel atuante do poder público como incentivador de negócios e de investimentos. O Município de Itajaí investe em obras de infraestrutura e mobilidade para garantir menor custo ao empresário local já instalado e para fomentar novos investimentos privados”, comenta Thiago Morastoni.

Outro fator importante na escalada da geração de empregos é o aquecimento e retomada econômica no Brasil e no mundo após fases críticas da pandemia de coronavírus. Em 2020, mesmo com os períodos mais severos da crise, Itajaí fechou o ano com saldo positivo de 3,4 mil novos empregos formais. A atividade portuária sem interrupção fez com que o Município tivesse um dos melhores resultados no estado. Com os efeitos da crise reduzidos pela importância do Porto de Itajaí na economia local, a cidade conta com a base sólida para seguir em forte ritmo de crescimento.

As marcas de 2021 impressionam no comparativo da série anual histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), estruturado pelo Ministério do Trabalho. Os mais de 8,1 mil empregos gerados nos primeiros oito meses em Itajaí superam a soma dos últimos três anos. É preciso somar os anos de 2020, 2019, 2018 e 2017 para ultrapassar os números conquistados este ano com 9,1 mil carteiras assinadas. Isso significa que são necessários somar 48 meses de indicadores para comparar os primeiros oito meses de 2021.

Os dados indicam que o recorde deve ser ainda maior. Com a retomada gradual do setor de eventos e a proximidade das festas de fim de ano e do verão, período de crescimento nas compras e de férias, a expectativa é gerar ainda mais empregos tanto fixos quanto temporários. “Nosso trabalho vem mostrando resultados. Conseguimos reduzir as consequências da pandemia na vida dos cidadãos e agora projetamos um ciclo de maior desenvolvimento e novos empregos. Projetamos novos recordes e melhores resultados para Itajaí e para os cidadãos”, finaliza o secretário Morastoni.

BRDE: Crédito para empreendedoras já destinou R$ 106 milhões

Empreendedoras catarinenses estão sendo beneficiadas pelo programa de crédito lançado pelo BRDE para apoiar exclusivamente negócios criados ou mantidos por mulheres. Desde que começou a operar, há seis meses, o BRDE disponibilizou R$ 106 milhões para esta linha de crédito, dos quais, R$ 37,5 milhões para Santa Catarina. Foram 351 contratos no Estado, 73% do total de operações realizadas pelo banco.

"O ticket médio é de R$ 106,9 mil, o que significa que o recurso tem atendido principalmente micro e pequenas empresas, que são as que mais geram empregos", comemora Marcelo Haendchen Dutra, Diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito.

Segundo ele, o Empreendedoras do Sul demonstra a importância das mulheres na manutenção de negócios e geração de oportunidades de trabalho e reduz a desigualdade no acesso ao crédito, uma meta dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU). O programa do BRDE foi concebido com o objetivo de apoiar empresas que tenham mulheres no comando - ou com mínimo de 40% de sócias - e produtoras rurais. Os recursos são destinados ao financiamento de investimentos fixos e para capital de giro.

"A pandemia impôs uma série de dificuldades para empresas dos mais variados tamanhos e setores. Para os negócios mantidos por mulheres, não foi diferente. Mas o crédito no momento certo, com condições atraentes, tem ajudado a superar este momento de dificuldade", complementa.

Além de criar um produto específico para as mulheres, internamente o banco também vem atuando de maneira objetiva em favor da diversidade na sua governança. Há poucos dias, o BRDE tornou-se o primeiro banco de fomento do país a receber o selo Women On Board, conferido a companhias com no mínimo duas mulheres com assento no Conselho de Administração.

"Pouco mais de 60 empresas do Brasil têm esse reconhecimento por estimular o aumento de participação das mulheres em cargos de liderança e conselhos", complementa o Diretor Financeiro, Vladimir Arthur Fey. A instituição reúne três mulheres no seu Conselho de Administração, o que corresponde a 30% das vagas.

Exportações do agronegócio batem recorde para setembro, com US$ 10,1 bilhões

O Governo Federal, por meio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) informa que as exportações do agronegócio foram de US$ 10,10 bilhões em setembro, atingindo o recorde da série histórica no mês. O valor foi 21% superior exportado em setembro de 2020. O complexo soja e as carnes foram destaques nas exportações do mês, registrando aumento de US$ 1,91 bilhão no valor exportado.

Segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do MAPA, a alta deve-se à forte elevação das cotações internacionais dos produtos do agronegócio exportados pelo Brasil (+27,6). A quantidade de produtos exportados teve redução de 5,1%, comparado a setembro de 2020.

Apesar do recorde nas exportações do agronegócio em setembro, a participação do setor na balança comercial caiu de 45,8% em setembro de 2020 para 41,6% em setembro de 2021. O resultado é explicado pelo forte crescimento das exportações dos demais produtos na balança comercial brasileira (+43,5%), que também observaram elevação dos valores exportados pelo crescimento dos preços internacionais de commodities.

As importações de produtos do agronegócio alcançaram US$ 1,25 bilhão em setembro de 2021 (+19,2%). Estes valores também foram impactados pela alta dos preços médios de diversos produtos, como nos casos do trigo (+24,7%) e óleo de palma (+77,7%).

Setores

O principal setor exportador do agronegócio brasileiro foi o complexo soja, responsável por quase um terço do valor exportado no mês. As exportações do setor tiveram aumento de 50%, subindo de subiram de US$ 2,13 bilhões em setembro de 2020, para US$ 3,19 bilhões em setembro de 2021. A forte demanda chinesa pela soja brasileira foi responsável pelo recorde de embarque do mês de setembro.

As exportações de carnes (bovina, suína e de frango) também bateram o recorde na série histórica: o Brasil nunca havia exportado mais de US$ 2 bilhões em meses de setembro. Em 2021, as vendas externas de carnes no mês foram de US$ 2,21 bilhões, com expansão de 62,3% em relação a setembro de 2020. As exportações de carne bovina tiveram a maior contribuição nas vendas externas do setor, subindo de US$ 668,20 milhões em setembro de 2020 para US$ 1,19 bilhão em setembro de 2021 (+77,7%). Houve recordes no valor e no volume exportados (212 mil toneladas), além de alta expressiva no preço médio de exportação (+39,3%).

Em setembro de 2021, cinco setores alcançaram 80,6% do valor total exportado pelo Brasil em produtos do agronegócio: complexo soja, carnes, produtos florestais, complexo sucroalcooleiro, cereais, farinhas e preparações. Estes setores aumentaram a participação nas exportações brasileiras em relação a setembro de 2020, que foi de 79,0%.

Com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

9 feras da inovação que você PRECISA conhecer

No próximo dia 20 de outubro, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) vão lançar a 9a edição do Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria.

Justamente porque é uma prévia do maior evento de inovação do Brasil, o lançamento não vai decepcionar. Prova disso é a lista de estrelas nacionais e internacionais que vão participar dos debates nos painéis do lançamento do Congresso, que vão explorar o Brasil que mais inova e uma perspectiva de inovação de outros continentes.

Vejamos:  

1. Daniel Moczydlower, o homem dos “carros voadores” da Embraer

9 feras da inovação que você PRECISA conhecer

O futuro vai ter “carro voador”, sim, e com design brasileiro. Boa parte desse sonho está nas mãos do time liderado por Moczydlower, desde 2020 CEO da Embraer X, empresa de inovação disruptiva da Embraer responsável pelo desenvolvimento da aeronave elétrica de decolagem e pouso vertical com propulsão totalmente elétrica a bateria. Por isso, é um veículo que produz ZERO emissão de carbono, sendo uma alternativa promissora ao transporte sustentável. Moczydlower também é o vice-presidente de Inovação Corporativa, Transformação Digital e Desenvolvimento de Novos Negócios da Embraer.

2. Fernanda Checchinato acredita na alta tecnologia brasileira

9 feras da inovação que você PRECISA conhecer

Daria para começar dizendo que ela é doutora, desenvolveu pesquisas na França e no Japão, mas a parte mais legal sobre Fernanda Cecchinato é a aposta que ela faz na tecnologia 100% brasileira. Ela é fundadora da Aya Tech, uma empresa que desenvolve produtos inteligentes, com base em nanotecnologia, com a premissa básica de não agredir o meio ambiente. Nessa, tem biorepelentes, tecidos inteligentes, impermeabilizantes de superfícies e muito mais. Patentes? Temos. Até agora, 6. 

3. Pedro Wongtschowski, um decano da inovação no Brasil 

9 feras da inovação que você PRECISA conhecer

O presidente do Conselho de Administração do Grupo Ultrapar, uma das maiores empresas do setor de energia do país, é um dos líderes mais engajados da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), coordenada pela CNI. Transita entre indústria, academia e governo e é considerado uma referência em qualquer debate sobre inovação no país. Já presidiu o Conselho de Administração da Embrapii, instituição que ajudou a idealizar e hoje é uma grande aliada da indústria no desenvolvimento de projetos de inovação, e, desde 2012 é pesquisador associado do Núcleo de Política e Gestão Tecnologia da USP. 

4. Pedro Passos, o cofundador da Natura

9 feras da inovação que você PRECISA conhecer

Se tem alguém que sabe como juntar negócios e sustentabilidade e ter muito sucesso nessa dobradinha, esse alguém é Pedro Passos, copresidente do Conselho de Administração da Natura & CO e cofundador da Natura. Com participação ativa em instituições de preservação ambiental e de fomento à inovação, ele também é membro comitê gestor da MEI.  

5. Horácio Piva sabe o seu papel 

9 feras da inovação que você PRECISA conhecer

O economista Horácio Piva integra conselhos de administração de empresas chave no desenvolvimento sustentável do Brasil, como a Klabin, gigante do setor de papel e celulose; a Cataratas S/A, uma concessionária de turismo que foca em turismo sustentável; e o Grupo Baumgart, que detém negócios em diferentes setores. Preside a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), cujos associados representam grandes players em pesquisa e sustebabilidade no país. Piva é integrante de carteirinha da MEI. Atualmente, é o presidente o conselho da Brain4Care, que quer revolucionar a neurologia por meio tecnologia não invasiva.

6. Carlos Lopes, um dos africanos mais influentes do mundo 

9 feras da inovação que você PRECISA conhecer

Professor da Nelson Mandela School of Public Governance, na Universidade da Cidade do Cabo e na universidade Sciences Po, em Paris, Lopes é membro da Comissão de Reformas da União Africana e o seu negociador-chefe para as relações com a Europa. Nascido em Guiné Bissau, publicou 20 livros sobre desenvolvimento e tem no currículo várias posições de liderança na ONU, entre elas  o cargo de Secretário Geral Adjunto e o Diretor Político do Secretário Geral Kofi Annan. Reconhecido mais de 20 vezes nas listas de Africanos mais influentes no mundo, tem presença constante na grande mídia. 

7. Dirk Pilat, o cara da inovação na OCDE 

9 feras da inovação que você PRECISA conhecer

A Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OCDE) – esse fórum que o Brasil quer tanto fazer parte – é uma grande referência quando o assunto é política pública para inovação e tecnologia. Afinal, lá estão os países mais ricos e desenvolvidos do mundo. Então, só por isso, o fato de Dirk Pilat ser o diretor para Ciência, Tecnologia e Inovação da OCDE já é um belo convite para ouvir o que ele tem a dizer. Responsável pela supervisão do trabalho da organização em temas como ciência, tecnologia, inovação, produtividade, dinâmica de negócios, e políticas relacionadas à indústria, economia digital e consumo.

8. Matt Bellgard é um Da Vinci australiano

9 feras da inovação que você PRECISA conhecer

 O diretor de eResearch da Queensland University of Technology, na Austrália e coordenador da Rede de Doenças Raras do Fórum de Ciências da Vida da APEC, a Organização para Cooperação Ásia Pacífico, já atraiu mais de 46 milhões de dólares australianos em recursos de pesquisa para a Queensland. Ele é coinventor de 4 patentes concedidas e espera o resultado de outras 20, relacionadas aos 100 principais supercomputadores do mundo. Seus temas de pesquisa incluem genoma de humanos, plantas e animais, bioinformática, informática da saúde, inteligência artificial, biossegurança, entre outros. 

9. Morgan Doyle entende o papel da inovação na América Latina 

9 feras da inovação que você PRECISA conhecer

Representante do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no Brasil desde março de 2020, Doyle tem 23 anos de carreira no BID, durante os quais representou o banco no Uruguai e no Equador. Liderou diversas operações no setor financeiro, trabalhando com agências chave do setor público da área de financiamento habitacional e apoio a pequenas e médias empresas, gestão da dívida, regulação e supervisão do setor financeiro e de transações com garantias. 

Não perca essa chance! Se inscreva para participar do Congresso de Inovação da Indústria Brasileira! 

Empenho da indústria brasileira com sustentabilidade pode impulsionar acordo Mercosul-UE

O empenho da indústria brasileira em alcançar uma economia de baixo carbono pode impulsionar a assinatura e internalização do Acordo de Associação Birregional entre Mercosul e União Europeia, destacou o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, na abertura do  38º Encontro Econômico Brasil Alemanha (EEBA). Andrade pediu cooperação aos empresários alemães para avançar com a integração dos dois blocos, observando os esforços brasileiros em prol da agenda sustentável.


"Gostaríamos de contar com o apoio dos empresários alemães para afastar os obstáculos e reforçar junto ao Parlamento da Alemanha a importância da internalização do tratado para o fortalecimento da nossa aliança. Especialmente neste momento em que se discute a necessidade de novos compromissos ambientais para combater o aquecimento global é preciso destacar que a indústria brasileira tem iniciativas ambiciosas voltadas à economia de baixo carbono e à sustentabilidade", afirmou Andrade.


O presidente da CNI destacou que a organização estará presente na Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas (COP26) para discutir transição energética, precificação de carbono, economia circular e conservação florestal. O evento ocorre de 31 de outubro a 12 de novembro, em Glasgow, na Escócia.

Andrade lembrou que o 38º EEBA ocorre em meio ao processo de transição no governo alemão e que na nova coalizão a sustentabilidade deverá ganhar ainda mais relevância nas relações comerciais entre Brasil e Alemanha. "As mudanças de governo e a diplomacia tem historicamente grande influência sobre a política externa dos países. Por essa razão, nossa expectativa é que o pragmatismo e o interesse nacional prevaleçam sobre as ideologias nas relações comerciais entre Brasil e Alemanha para ampliar os ganhos mútuos que vêm sendo alcançados nos últimos anos", afirmou. 

Alemanha é um dos maiores parceiros comerciais do Brasil

A Alemanha é o quarto principal parceiro comercial brasileiro, com participação de 3,4% na corrente de comércio em 2020. No último ano, 54% do total exportado foi composto por produtos da indústria de transformação. Em relação aos investimentos, em 2019, as empresas brasileiras tinham US$ 408 milhões investidos na Alemanha, com destaque para os setores de equipamentos médicos, plásticos e componentes eletrônicos, de acordo com dados do Ministério da Economia e da FDi Markets.

Ao eliminar gradualmente as tarifas para mais de 90% dos produtos, o tratado tem potencial para abrir mercados, estimular investimentos e melhorar o ambiente de negócios entre os dois blocos. "Por isso a CNI tem atuado pela ratificação e efetivas entradas em vigor do acordo que vem enfrentando resistência em países da Europa sobretudo em razão de questões ambientais", completou Andrade.


O presidente da Federação das Indústrias Alemãs (Bundesverband der Deutschen Industrie – BDI), Siegfried Russwurm, também reconheceu a importância de avançar com o Acordo de Associação Birregional entre Mercosul e União Europeia e demonstrou disposição por parte do empresariado alemão nesse sentido. "O acordo entre União Europeia e Mercosul é uma base importante para essa cooperação bilateral. Juntamente com o Brasil, gostaríamos de nos engajarmos para impulsionar os pressupostos para ratificação do acordo comercial. É um importante instrumento para a parceria estratégica mais estreita entre as economias nacionais europeias e a América Latina", afirmou.


Para o presidente da BDI, a sustentabilidade é um dos temas centrais no debate global atual, junto com digitalização, recuperação pós-pandemia da Covid-19 e mudanças provocadas pelo início do governo de Joe Biden nos Estados Unidos. "As pessoas entenderam que recursos mundiais são finitos e a relação entre economia, ecologia e sociedade recebe maior peso na cooperação bilateral", afirmou.

Além da ratificação do acordo entre os dois blocos, Siegfried Russwurm defendeu a retomada das negociações para um Acordo para Evitar a Dupla Tributação (ADT) como outro instrumento importante para ampliar o comércio entre Brasil e Alemanha.

Brasil e Alemanha num futuro sustentável é o tema da 38ª edição do EBBA 

A parceria Brasil-Alemanha para um futuro sustentável é o tema central do 38º Encontro Econômico Brasil Alemanha (EEBA), que acontece nos dias 18 e 19 de outubro. Maior evento empresarial entre os dois países, o EEBA é organizado pela Confederação Nacional da Indústria e pela Federação das Indústrias Alemãs, em parceria com a Câmara de Comércio e Indústria Brasil Alemanha (AHK).

Neste ano, o formato é online pela primeira vez. Os painéis desta segunda-feira incluem discussões sobre cooperação bilateral, cadeias globais de valor, digitalização, hidrogênio verde e desafios de saúde em um cenário pós-Covid-19.

Na terça-feira (19), a Comissão Mista Brasil-Alemanha de Cooperação Econômica realiza reunião fechada. Nos dois dias será feita a Rodada de Negócios entre empresas brasileiras e alemãs, organizada pela Rede CIN (Centros Internacionais de Negócios), pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), com apoio da Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ).

IEL traz mais de 2,6 mil vagas de estágio

Está procurando seu primeiro ou novo estágio? O Instituto Euvaldo Lodi (IEL), por meio do programa nacional de estágio, está com 2.688 vagas de estágio abertas pelo Brasil. As ofertas são direcionadas para estudantes matriculados no ensino médio, superior e técnico, com bolsas de até R$ 2 mil. O estágio é a melhor forma de desenvolver conhecimentos e ingressar no mercado de trabalho.  

O estado de Goiás está com o maior número de vagas, com 1.355 vagas de estágio abertas para as cidades de Anápolis, Catalão, Goiânia, Aparecida de Goiânia, Goianira, Inhumas, Rio Verde, Senador Canedo, Bela Vista de Goiás, Itumbiara, Quirinópolis, Formosa, Valparaíso de Goiás, Cidade Ocidental, Luziânia, Santa Helena de Goiás, Jataí e Mineiros. As bolsas podem chegar até R$ 2 mil.

Outro estado de destaque é Santa Catarina. O IEL-SC oferece 550 vagas de estágio nas cidades de Blumenau, Caçador, Chapeco, Criciúma, Itajaí, Jaraguá, Joaçaba, Joinville, Lages e Florianópolis. No Distrito Federal, O IEL-DF tem 55 vagas disponíveis para estágio no ensino médio e nas áreas de Administração, Ciências Contábeis, Jornalismo e Publicidade e Propaganda! As bolsas variam de R$ 480 a R$ 1,1 mil.

O IEL-BA oferece com 332 vagas abertas para candidatos entre estágio e bolsas de inovação. Nas áreas de Administração, Ciências Contábeis, Comunicação Social e afins, Edificações, Eletrotécnica, Engenharia Civil, Engenharia de Petróleo e Gás, Estatística, Pedagogia, Técnico em Administração e Tecnologia da Informação e muito mais.

Oportunidades para estagiar em MG e SP

Estudantes de níveis superior e técnico poderão se inscrever para vagas em Timóteo (MG), Capelinha (MG), Itamarandiba (MG), Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP). Até 7 de novembro, os interessados poderão se inscrever para o Programa de Estágio Aperam 2022. São diversas vagas para unidades e escritórios da Aperam South America - produtora integrada de aços planos inoxidáveis, elétricos e carbono - e Aperam BioEnergia - produtora de carvão vegetal, tecnologia, mudas e sementes. Todas as vagas são extensivas a Pessoas com Deficiência (PCD).

Na planta industrial, em Timóteo (MG), há vagas para alunos de cursos técnicos (Administração; Automação Industrial; Eletrotécnica; Informática, Mecânica; Metalurgia; Química e Segurança do Trabalho) e superiores (Administração; Ciência da Computação; Ciências Contábeis; Propaganda; Sistemas de Informação e Engenharias - Elétrica, Mecânica, Metalúrgica, Química, Ambiental e Sanitária, Civil, da Computação, de Controle e Automação e de Produção). Na sede corporativa, em Belo Horizonte (MG), e no escritório comercial, em São Paulo (SP), as vagas são para estudantes de nível superior das Engenharias Mecânica, Metalúrgica, Química, de Materiais e de Produção.

Já na Aperam BioEnergia, no Vale do Jequitinhonha (MG), as vagas estão disponíveis nas cidades de Itamarandiba e Capelinha, para estudantes de cursos superiores (Administração; Ciência da Computação; Ciências Contábeis; Processos Logísticos; Sistemas de Informação e Engenharias - Agronômica, Ambiental, Civil, Florestal, Elétrica, Mecânica, Química, Mecatrônica, de Segurança do Trabalho, de Processos e de Produção).

O estágio está previsto para iniciar em fevereiro de 2022 e a carga horária é de 6 horas. A Aperam oferece alimentação, uniforme, seguro de vida e, dependendo do local de atuação, calçados, equipamento de proteção individual, vale transporte e assistência ambulatorial emergencial. Os contratos terão duração inicial de 11 meses, prorrogáveis por mais 12 meses, e o valor da bolsa varia de acordo com o nível (técnico ou superior) e a cidade. Só é possível se inscrever para uma das localidades. Todos os detalhes sobre as vagas e os pré-requisitos para inscrição estão disponíveis no site.

Mundo SENAI: vagas de estágio no seu estado! 

Quer conferir outras oportunidades de estágio? No mundo SENAI, é possível encontrar vagas abertas de acordo com o seu estado e curso. São diversas vagas, que vão desde oportunidades para o ensino médio até vagas de emprego. Acesse o portal do Mundo SENAI.

Brasil Indústria: cursos, inovação e emprego

Nesta semana, a indústria investiu em em educação, emprego, pesquisa e saúde dos trabalhadores. O Brasil Indústria, coluna semanal da Agência de Notícias da Indústria, traz toda sexta-feira as principais ações do que aconteceu na indústria dos estados. Vem conferir!

O principal destaque da semana foi na capacitação de trabalhadores, na educação dos jovens e no desenvolvimento profissional. O Serviço Social da Indústria (SESI) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) juntam esforços para proporcionar novas oportunidades de cursos, eventos, webinar e muito mais para colaboradores. 

No Instituto Euvaldo Lodi (IEL), as ações foram voltadas para aumento da empregabilidade e inserção de jovens e estudantes no mercado de trabalho. 

Educação, tecnologia e inovação

Para incentivar o desenvolvimento de atividades de pesquisa e inovação no Brasil, o IEL firmou uma nova parceria com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e com a Fundação de Apoio ao Instituto de Pesquisas Tecnológicas (FIPT). Por meio do acordo, será realizado o Inova Talentos - IPT Open Experience, uma edição inédita do programa que une empresas, que desenvolvem atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), com universitários e egressos da academia. A parceria vai durar cinco anos e pretende atender até 2.450 projetos, que vão movimentar aproximadamente R$114 milhões.

O lançamento do Programa Agrônomo 4.0 do Grupo Sinagro, em parceria com o Programa Inova Talentos (IEL e Instituto de Pesquisas Tecnológicas - IPT), ocorreu, nesta semana, dia 13 de outubro. O programa será executado por 18 agrônomos em 7 estados brasileiros (Bahia, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Tocantins) sendo gerenciado pelo IEL Goiás e operacionalizado pelas Regionais de cada Estado.

Em SP, o Inova Talentos oferece 27 vagas, em empresas como: Ache, Anidro, Bosch, Braskem, Rhodia, Saint, Gobain, Syngenta, Supergasbras, Suzano, Ouro Fino. As vagas estão disponíveis no site.

No Acre, tem início o Encontro dos Núcleos de Indústrias do Setor Moveleiro do Estado do Acre. A abertura do evento será na sede da FIEAC com uma amostra do mobiliário produzido por indústrias locais e a programação segue até esta sexta-feira (15), com o objetivo de discutir e buscar melhorias para o segmento. Para conferir a programação, entre no site da FIEAC

Que tal explorar a visão de planejamento e direcionamentos táticos para uma comunicação e estratégias de mídia 4.0? No dia 20, às 14h30, o mestre em comportamento do consumidor e Head de Digital Marketing na SKY Brasil e DIRECTVGO, Alexander Greif, vai apresentar a implementação de um planejamento de marketing e de comunicação para o novo contexto mercadológico, regido por consumidores e ambientes digitalizados. A transmissão será online e com direito a participação dos inscritos! Faça aqui sua inscrição! Saiba mais no site da FIEPA.

Quarenta alunos da comunidade Bela Vista, na zona rural no município de Manacapuru, a 100 quilômetros de Manaus, estão participando do curso de qualificação Eletricista Instalador Residencial promovido gratuitamente pel SENAI-AM,em parceria com a Prefeitura de Manacapuru. Outros detalhes, no site da FIEAM

As 40 mulheres inscritas no Projeto Força Mulher iniciaram as aulas de quatro cursos nesta semana em Araguaína. Entre as qualificações, que contam com unhas em gel e cabelos, estão instalação elétrica e de ar-condicionado, em que predominam profissionais masculinos. O projeto, realizado, por meio do Programa Cidade Empreendedora, foi lançado no último dia 1º pela Prefeitura e pelo Sebrae, tendo ainda como parceiros o SENAI-TO

Com 680 vagas abertas para cursos, o SENAI do Amapá oferece oportunidades de qualificação profissional para pessoas com idade a partir de 14 anos nas modalidades semipresencial e online. São cursos de Agente de Produção e Consumo Sustentáveis; Assistente Administrativo; Auxiliar de Contabilidade e muito mais. Os candidatos podem acessar o edital aqui.  Os interessados devem realizar a matrícula na aba Matricule-se. Maiores informações ou dúvidas podem ser tratadas pelo número (96) 3084-8930 ou pelo Whatsapp (96) 98406-1825.

 Doações, eventos e novas oportunidades!

O presidente do Sistema FIEPA e diretor regional do SESI Pará, José Conrado Santos, e o superintendente regional do SESI Pará, Dário Lemos, assinaram o termo de doação de 2 mil cestas básicas para a Associação Acreditar no Amanhã, do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, que distribuirá as cestas para famílias carentes do bairro do Aurá. A ação é em parceria com o Conselho Nacional do SESI. Pelo TJPA, participou da assinatura o desembargador Leonardo Tavares, presidente da Associação. Saiba mais no site da PIEPA.

FIBRA promoveu, nesta quinta-feira (7), um bate-papo sobre desafios e cuidados em segurança digital e sobre como a tecnologia contribui para o aumento da produtividade das micro e pequenas empresas. O tema do encontro, que reuniu representantes dos governos local e federal, do setor produtivo e da academia, foi Segurança Cibernética nas MPEs. O evento ocorreu no formato híbrido, em que convidados participaram presencialmente e o público pode assistir pelo canal da FIBRA no YouTube.

“O câncer mata; a falta de cuidado, também!”. Com esse alerta, o presidente da FIEG e dos Conselhos Regionais do SESI e SENAI do Goiás, Sandro Mabel, lidera a mobilização em meio às campanhas Outubro Rosa e Novembro Azul, chamando a atenção para autocuidado de homens e mulheres voltado à prevenção de dois tipos de câncer que podem ser facilmente diagnosticados: de mama e de próstata. 

Retomando gradualmente as atividades presenciais, o Multiação, em parceria com o projeto Univag Solidário, realizou uma edição especial, no sábado (09). Com estrutura disponibilizada pelo Centro Universitário de Várzea Grande, foram mais de 500 atendimentos de saúde, como odontologia, biomedicina, nutrição e serviço social, e consultas médicas com especialidades como cardiologia, pneumologia, pediatria, infectologia, oftalmologia, entre outros. Saiba mais na matéria da FIEMT.

Na semana em que comemoramos o Dia do Professor (15 de outubro), a FIEMS parabeniza todos os professores e trabalhadores em educação, que se dedicam integralmente para oferecer ensino de qualidade e contribuem para o desenvolvimento social e econômico de Mato Grosso do Sul. Em um ano de enfrentamento da pandemia, ficou ainda mais evidente a importância do papel desempenhado por esses profissionais na formação de alunos, das séries iniciais até o ensino superior.

Régis Borges, superintendente regional do SESI-MT, deixou um agradecimento sincero aos educadores que amam a profissão e trabalham pela transformação da vida das pessoas. Confira!


"Nossa homenagem ao profissional que faz parte da família SESI é muito singela, se compararmos com a grandeza do trabalho que eles fazem. É muito gratificante ouvir dos professores histórias de reencontro com ex-alunos que trilharam um caminho de vida melhor depois que deixaram a sala de aula. Essa transformação na vida das pessoas é o que mais enche de orgulho qualquer profissional da educação".

 

SENAI-SC está com as inscrições abertas para mais uma edição do Programa Internacional de Educação Executiva (PIEE). O tema desta formação é "A Nova Gestão e a Tomada de Decisão Impulsionada por Dados". Executivos de companhias de todo o país participam de duas imersões online (ao vivo), divididas em duas semanas, que permitirão uma compreensão melhor do uso de ferramentas para análise de dados e tomada de decisão por meio das transformações digitais, além de discutir o papel e o comportamento do líder com sua equipe no trabalho remoto. Saiba mais sobre o programa, investimento e inscreva-se.

A transformação começa com você!

Vagas para estudantes de diversas áreas, em uma grande empresa com todas as áreas elegíveis, é o que oferece o Programa de Estágio da FIRJAN para alunos da área técnica e do ensino universitário. Com inscrições abertas até 9 de novembro, o estágio tem duração de seis meses a dois anos e carga horária de quatro ou seis horas diárias, com benefícios que incluem bolsa-auxílio, vale-refeição, auxílio-transporte, seguro de vida e recesso. O processo de seleção do programa começa com a inscrição on-line no site da FIRJAN, seguida de entrevistas individuais, resolução de cases, conversa de alinhamento e painel final.

O Teatro do SESI-SP abre seu palco para a encenação Meu Reino por um Cavalo, do premiado diretor e dramaturgo Angelo Brandini, que é referência em teatro para família, à frente da Cia Vagalum Tum Tum. A sétima peça do repertório inspirada em William Shakespeare nos 19 anos da Cia é uma adaptação do clássico Ricardo III. Meu Reino por um Cavalo faz sua estreia dia 9 de outubro, sábado, às 15h, no Teatro do SESI-SP. Temporada aos sábados e domingos às 15 horas até 12 de dezembro de 2021. Ingressos gratuitos. Reservas antecipadas pelo site do Meu SESI.

FIEMA realizou, nesta quinta-feira (14), o encontro com empresários de diversos setores da indústria no estado, dirigentes da instituição e do setor público para lançamento do Instituto Amazônia+21, uma entidade criada para fomentar novos negócios e atrair grandes empresas para investir e fazer parcerias com negócios sustentáveis da região da Amazônia Legal. A reunião foi às 10h30 na sede da FIEMA. Confira!

O Dia Nacional da Inovação é comemorado em 19 de outubro e, para marcar a data, a Comissão Temática de Inovação, Ciência e Tecnologia da FIERN (COINCITEC) realiza uma imersão com muito conteúdo sobre o Ecossistema de Inovação do RN. O evento, exclusivo para convidados, será realizado junto com a reunião da Comissão, das 14h30 às 17h30, no Espaço Candinha Bezerra, na Casa da Indústria.

O evento será a primeira grande ação na retomada de encontros presenciais, gerido de forma conjunta com os atores do Ecossistema de Inovação e conduzido pelo presidente da COINCITEC, o empresário Djalma Barbosa Cunha Júnior.


“O Dia Nacional de Inovação foi o momento escolhido como oportuno para discutirmos várias ações que a COINCITEC vem debatendo, fazer um planejamento 2022 e adiante e o mais importante: o evento contará com vários painéis para extrair os desafios que esses grupos de trabalho vão ter para os próximos anos para que a gente possa tornar a inovação como um mecanismo de desenvolvimento e oportunidade para os empresários, para que esses possam ter um aumento na competitividade”, detalha Djalma Júnior.

 

Importante modal para o desenvolvimento do estado, as ferrovias baianas necessitam de investimentos. O assunto foi discutido nesta quinta-feira (14), em reunião entre representantes da FIEB e diretores da Valec Engenharia, empresa pública vinculada ao Ministério da Infraestrutura, responsável pela construção e exploração de infraestrutura ferroviária no Brasil, entre elas a Ferrovia da Integração Oeste Leste (FIOL). Saiba mais no site da FIEB.

SENAI CETIQT, em parceria com o SENAI da Paraíba e a empresa COTEMINAS, promoveu o último encontro presencial da turma de técnico têxtil EaD, realizado de forma síncrona por meio de plataformas digitais, nas unidades da empresa COTEMINAS de João Pessoa, Campina Grande e Natal.

Os alunos apresentaram os Projetos de Conclusão de Curso com diversos temas como: reuso de água no processo de beneficiamento, otimização de produção nas cardas, redução de desperdício de fibras de algodão na fiação, controle de qualidade em tecidos de felpa, entre outros. “A conclusão desta turma representa mais profissionais da área têxtil no mercado para atender a indústria brasileira e esta turma, especificamente, foi criada em parceria com a COTEMINAS, que é uma das maiores empresas têxtil no Brasil”, pontua Marcelo Banja, Instrutor do SENAI CETIQT. Confira a matéria completa no site do SENAI CETIQT

Cada vez mais as mulheres estão sendo inseridas em cargos de liderança e ocupando as vagas mais estratégicas dentro das empresas. E essa realidade será abordada pelo Cindes Jovem, em mais uma edição do evento “Ala Feminina”, um encontro que contribui para o desenvolvimento do empreendedorismo no Espírito Santo e promove a integração das mulheres que se interessam pela área empresarial.

Neste ano, o bate-papo irá abordar os impactos da inclusão e ascensão da mulher nos cargos estratégicos. O evento será no dia 28 de outubro, às 18 horas, no Teatro SESI, em Jardim da Penha, Vitória. As inscrições podem ser realizadas até o dia 22 de outubro, neste link. Na ocasião, outros temas também serão discutidos, como: inclusão social, poder feminino e diferencias da liderança feminina. O evento é direcionado às mulheres empreendedoras de qualquer faixa etária que buscam conhecer mais sobre o universo do empreendedorismo.

Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP e Ciesp) elaboraram um estudo que busca demonstrar o impacto da cobrança do AFRMM nas operações amparadas pelo drawback isenção e propor melhorias das políticas públicas relacionadas ao tema. A Fiesp e o Ciesp recomendam a retomada das discussões entre o Poder Executivo e o Congresso Nacional sobre o assunto, com vistas à edição de norma destinada a eliminar a cobrança do AFRMM nas operações realizadas sob o amparo do drawback isenção. Para acessar o estudo completo, clique aqui! Ou aqui para o documento síntese.

Um momento para semear boas ideias capazes de mudar a indústria e o mundo. Essa é a proposta da Maratona de Ideias IEL, evento que será realizado pelo IEL-CE. no dia 19 de outubro, a partir de 13h30. O evento é voltado a universitários de qualquer curso e de qualquer universidade da capital. Tem como objetivo incentivar os jovens a refletir sobre os grandes desafios de desenvolvimento enfrentados pelo Ceará e pelo Brasil e estimular a proposição de soluções inovadoras que possam ajudar a superá-los. Saiba mais detalhes no site da FIEC

Em um ambiente propício à criatividade, os universitários terão a oportunidade de participar de uma dinâmica especial para pensar em soluções reais para desafios reais. Uma das vantagens de participar desse momento é a possibilidade de desenvolver habilidades como liderança, trabalho em grupo e comunicação. Os desafios estão ligados às seguintes temáticas: água potável, clima e energia; acessibilidade, corpo e mente e Cidades Inteligentes; e empoderamento, carreira e educação. Informações aqui!

A terceira edição do Edital Gaúcho de Inovação para a Indústria, promovido pelo SESI, SENAI, IEL e Sebrae, com apoio da FIERGS, da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Estado do Rio Grande do Sul, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) e Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) está com inscrições abertas até 25 de janeiro de 2022. O fomento busca promover a cultura da inovação e aumentar a competitividade da indústria gaúcha.

O edital disponibilizará recursos para projetos entre R$ 200 mil e R$ 600 mil por projeto, nas linhas de Agritech, Bioeconomia, Cidades Inteligentes, Design para Produto, Economia Circular, Edutech, Energias Renováveis, Indústria 4.0, Materiais Avançados, Nanotecnologia, Sistemas de Energia, Tecnologias Aplicadas a Saúde Hospitalar e Saúde Mental no Ambiente de Trabalho (Sesi). Podem participar indústrias - grandes, médias, pequenas, micros ou startup - contribuintes de SESI e SENAI, com CNPJ registrado no Rio Grande do Sul. Saiba mais informações!

 

IGP-10 registra queda de 0,31% em outubro

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) registrou deflação (queda de preços) de 0,31% em outubro deste ano. No mês anterior, a deflação havia sido de 0,37%. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), com o resultado, o índice nacional acumula taxas de inflação de 16,08% no ano e de 22,53% em 12 meses.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede o atacado, teve deflação de 0,77% em outubro, uma queda de preços levemente mais intensa do que a observada em setembro (-0,76%).

Por outro lado, tanto o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, quanto o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registraram inflação em outubro, com taxas mais elevadas do que as observadas no mês anterior.

A inflação do IPC subiu de 0,93% em setembro para 1,26% em outubro. Já o INCC cresceu de 0,43% para 0,53% no período.

Atividade econômica cai 0,15% em agosto, diz Banco Central

A atividade econômica brasileira teve variação negativa em agosto deste ano, de acordo com dados divulgados hoje (15) pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentou queda de 0,15% em agosto de 2021 em relação ao mês anterior, de acordo com os dados dessazonalizados (ajustados para o período), chegando a 139,23 pontos.

Na comparação com agosto de 2020, houve crescimento de 4,74% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais). No ano, foi registrada alta de 6,41%. Em 12 meses encerrados em agosto, o indicador também ficou positivo, em 3,99%.

O índice é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 6,25% ao ano. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: a indústria, o comércio e os serviços e a agropecuária, além do volume de impostos.

Entretanto, o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No segundo trimestre deste ano, o PIB apresentou variação negativa de 0,1%. No primeiro semestre, o PIB registrou alta de 6,4% e em 12 meses, acumulou alta de 1,8%.

Em 2020, o PIB do Brasil caiu 4,1%, totalizando R$ 7,4 trilhões. Foi a maior queda anual da série do IBGE, iniciada em 1996 e que interrompeu o crescimento de três anos seguidos, de 2017 a 2019, quando o PIB acumulou alta de 4,6%.

4 serviços para turbinar pequenas e médias empresas

Nesta semana, foi comemorado o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa. E você sabia que as pequenas empresas representam cerca de 27% do PIB brasileiro? Além de representar 52% dos empregos com carteira assinada.

Para promover o desenvolvimento da indústria, o Sistema Indústria tem vários serviços que ajudam sobretudo pequenas e médias empresas a ganhar competitividade.

Por isso, nesta edição do Tem Solução, além de mostrar as 4 jeitos de modernizar e aproveitar o potencial dos pequenos e médios negócios brasileiros. 

Quer aumentar sua produtividade e desempenho estratégico?

O primeiro serviço é: consultoria para aumentar a competitividade

Há 19 anos, CNI e Sebrae se juntaram para criar o Programa de Apoio à Competitividade das Micro e pequenas Indústrias (Procompi). Por meio dele, são financiados projetos coletivos que desenham estratégias e modelos de negócios que aumentem a produtividade e o desempenho de setores estratégicos da indústria. O balanço parcial da 5ª edição do programa, que começou em junho de 2016 e vai até 2020, mostra que 2.277 empresas são beneficiadas por meio de 117 projetos. Conheça o programa.

Moderno e 4.0 - o caminho do mundo digital está a uma mentoria

O segundo: programa de Mentoria Digital para as empresas

Para ajudar as empresas a traçarem um caminho rumo à modernização, se ajustando a indústria 4.0, o SENAI lança o Programa de Mentoria Digital para as empresas.  A iniciativa faz parte da segunda etapa prevista no Programa Brasil Mais, uma iniciativa do Governo Federal coordenado pelo Ministério da Economia e execução do SENAI e do Sebrae. As empresas interessadas podem fazer a inscrição pelo site do Brasil Mais e optar pelo eixo melhores práticas produtivas, que é a consultoria realizada pelo SENAI.

Saber como financiar e como fazer um empréstimo é o caminho para o crescimento

O terceiro serviço é: orientação para acesso ao crédito

Financiamento é fundamental para o crescimento da indústria, mas conseguir um empréstimo pode ser complicado em função de burocracia e falta de informação sobre qual linha de crédito é mais adequada à necessidade da empresa. Por isso, a CNI e as federações estaduais de indústria criaram o Núcleo de Acesso ao Crédito (NAC), que oferece capacitação financeira para as empresas, orienta sobre os tipos diferentes de financiamento e dá suporte no relacionamento entre indústrias e agentes financeiros. Acesse o portal do NAC e saiba mais.

Quer exportar? A gente te ajuda!

A última ação: preparação para exportação

A Rede Brasileira de Centros Internacionais de Negócios (Rede CIN), coordenada pela CNI, consegue ajudar negócios de todos os estados brasileiros a traçar a melhor estratégia para conseguir exportar. Um vasto menu de serviços cobre todas as etapas que a indústria precisa passar até fechar os negócios.  Um deles é super útil para quem está começando: o Ajude Aqui. Essa consultoria gratuita, fruto de uma parceria com o Sebrae, composta por profissionais experientes na área, responde qualquer dúvida sobre comércio exterior em menos de um dia. De formação de preço, estudo de mercados potenciais, missões prospectivas e rodadas de negócios, até a emissão de certificados de origem necessários para vender a países com quem o Brasil tem acordos.

Exportar é preciso (e viável)!

Da família para o mundo, a Don Gentilis Cervejaria Artesanal foi fundada em 2017, na cidade de Pinhais-PR. Considerada uma cervejaria familiar, cada detalhe dos produtos tem uma referência. Os rótulos, por exemplo, são os rostos dos pais do cervejeiro Cadu Lopes. Além disso, as cervejas são inspiradas em estilos mais clássicos e tradicionais. Alguns inclusive, pouco explorados, como a Roggenbier.

Entre os nomes que movem a empresa, está o de Ediane Pondé de Freitas Lopes, 47 anos. A sócia ressalta o principal foco da empresa: entregar uma experiência gastronômica e única aos clientes. "Abrimos as portas aos sábados, servindo cervejas frescas direto da fonte. O próprio cervejeiro Cadu Lopes e sua família é quem recebem os visitantes. Tudo feito com muito carinho para que todos tenham uma verdadeira imersão nesse mundo incrível da cerveja artesanal", ressalta a sócia. 

As cervejaria segue, predominantemente, a escola cervejeira alemã, respeitando a lei da pureza "Reinheitsgebot", que permite utilizar na produção das cervejas apenas 4 elementos: água, malte, lúpulo e levedura. Mas, também produz  estilos das escolas americana, inglesa e belga. 

Ciente do potencial das cervejas da Don Gentillis, Ediane conta que a empresa estava pronta para levar um pouco da cervejaria brasileira para o mundo. A partir deste momento, a sócia se deparou com uma situação que nunca tinha lidado antes: como exportar?

Procurando nas redes sociais, ela encontrou o serviço do Ajude Aqui, que foi o ponto inicial para eles conseguirem enviar as amostras dos produtos para o exterior. "Eu entrei um chamado no canal e, em menos de oito horas, o consultor entrou em contato comigo para solucionar o meu problema. Eu fiquei surpresa com a resposta objetiva e rápida, além de valar muita a pena para solucionar dúvidas pontuais", conta. 

 

Educação profissional é o futuro para o desenvolvimento brasileiro

Ao longo desta semana, entre os dias 5 e 7 de outubro, o Canal Futura, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Serviço Social da Indústria (SESI), realizou o Seminário Internacional Juventude, Trabalho e Educação. O evento promoveu debates acerca da formação técnica e profissional dos jovens brasileiros, apontando os desafios do atual sistema de educação e o futuro do mercado de trabalho e da indústria.

Entre os temas abordados ao longo do seminário, o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), diretor-geral do SENAI e diretor-superintendente do SESI, Rafael Lucchesi, contemplou os impactos e as perspectivas da educação profissional e apresentou uma análise crítica com desafios e possibilidades para a ampla implementação do Ensino Técnico no sistema educacional brasileiro. O diretor do Programa Gulbenkian Conhecimento Pedro Cunha também participou do debate.

Panorama da educação brasileira

Rafael Lucchesi apresentou um histórico das evoluções industriais brasileiras até a implementação tardia do sistema educacional. Em sua fala, o diretor da CNI destacou as falhas históricas e sociais do Brasil, que impedem o avanço da educação e o crescimento do país.

Para ele, há uma grande divergência entre o nosso modelo educacional e o modelo implementado em outros países, em especial, nas nações desenvolvidas. Nestas regiões, a educação profissional é oferecida de modo simultâneo à escolar, o que auxilia no progresso e prosperidade econômica da nação. Em países europeus, mais da metade dos jovens cursa as duas modalidades, básica e técnica, ao mesmo tempo. Ao analisar o cenário brasileiro, a porcentagem é de apenas 9%.


“Existe uma correlação entre o debate sobre o sistema educacional e o projeto de país. No Brasil, em geral, nós alienamos esses dois debates. Discutimos os caminhos do desenvolvimento sustentável, do crescimento econômico, da industrialização e, de certa forma, divorciamos esses temas no debate sobre a educação, o que é um equívoco e é uma lógica singular no concerto das nações. Na sociedade do conhecimento, a educação tem quer considerado um pilar fundamental da construção do projeto de país”, detalha o diretor Lucchesi.


Além dos impactos educacionais, que são refletidos no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), por exemplo, há ainda um custo financeiro para o Brasil, o qual é gerado pelos altos índices de evasão escolar.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), um a cada três jovens não concluem o Ensino Médio. Em decorrência disso, o país tem uma perda anual de R$ 220 bilhões, que equivale a 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB).

“Claramente, temos um problema em que o sistema educacional, da forma como está refletido na matriz educacional, não enxerga a totalidade dos jovens e não dialoga com seus projetos de vida e carreira. O que marca uma lógica de exclusão social que precisa ser corrigida. Isso prejudica não só a inserção do jovem no mundo do trabalho, mas obviamente prejudica a produtividade do trabalho, a que vai se traduzir em problemas de empregabilidade, de violência social e diversas outras características”, aponta.

Educação do futuro visando o resgate de oportunidades

No contexto da pandemia do coronavírus, o diretor da CNI mostra a relevância da implementação do Novo Ensino Médio, uma vez que esse modelo educacional oportuniza a integração do mundo da educação e do trabalho, por meio do itinerário V, que abrange a formação técnica e profissional.

Desta forma, após a formação, os jovens poderão ingressar, logo em seguida, no mercado de trabalho com o conhecimento técnico desejado adquirido no Ensino Médio. Estudos mostram que este modelo aumenta a empregabilidade e reduz as taxas de evasão escolar.

Enquanto o Ensino Médio tradicional é norteado por muitas disciplinas e conteúdos que não se integram, o Novo Ensino Médio contempla itinerários formativos e prepara os estudantes para os desafios do mercado de trabalho, cada vez mais competitivo.


“Nós temos que pensar no Ensino Médio como um período de transição onde parte dos jovens vão se encaminhar para a formação superior e a outra vai para o ensino técnico. Buscando, com isso, uma inserção mais jovem no mercado de trabalho, avançando no seu projeto de vida e carreira. Muitos deles fazem isso e depois eles prosseguem seus estudos na formação profissional de superior”, destaca Rafael Lucchesi.


O diretor de Educação e Tecnologia da CNI também ressaltou a importância de o sistema educacional brasileiro estar alinhado ao projeto de país almejado:

“Os territórios que melhor interpretarem o futuro vão certamente criar vantagens competitivas a partir das transições dos seus sistemas educacionais, dialogando com a educação e seu papel sociológico e de formação para a cidadania. Um elemento importante nesse processo é como preparar a juventude para ingressar no seu projeto de vida e carreira onde a profissão é um componente central importante. Este é um objetivo de todos os sistemas educacionais, até para assegurar um sistema virtuoso de cidadania, geração e distribuição da riqueza no país”.

O diretor do Programa Gulbenkian Conhecimento Pedro Cunha também participou do evento. Seu currículo mostra como ele foi personagem de grande impacto no sistema educacional de Portugal ao integrar a Comissão Nacional de Proteção de Crianças e Jovens, bem como o Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância, onde atua como Comissário Nacional. Cunha também foi perito da União Europeia, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e da Organização para Cooperação  e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Segundo ele, a história de Portugal não é muito diferente do Brasil, mas a jornada pela implementação da educação profissional no sistema de ensino ainda está em andamento, apesar de possuir grande êxito. Em retorno, o país se beneficia economicamente e socialmente.

“Felizmente, estamos mudando. Hoje, cerca de 40% dos jovens frequentam o Ensino Médio em cursos de dupla certificação [no Brasil, chama-se ensino integrado]. Portanto, em um único local os jovens concluem a escolaridade também adquirem uma qualificação profissional que, em Portugal, um curso profissional possui nível de qualificação superior ao Ensino Médio tradicional”, aponta.

Por fim, ele conta que Portugal colocou o ensino profissional no topo de suas propriedades. “Não há muito tempo, o nosso atual Ministro dizia publicamente: ‘Valorizar o ensino profissional é valorizar o país’. É este nível que temos de comprometimento em Portugal”, relembra.

 
 
Santa Catarina terá 16 novas rotas da Azul durante a Alta Temporada de Verão

O Verão se aproxima e, com o avanço da imunização, já é possível enxergar um Horizonte Azul com forte retomada do turismo nacional. Para atender a essa crescente demanda que também terá Santa Catarina como origem e destino, a Azul preparou uma malha inédita para o estado, com 16 novas rotas partindo dos aeroportos de Florianópolis, Navegantes e Chapecó.

 

Do total de operações, 10 delas partirão do Floripa Airport, deixando a capital catarinense conectada com destinos que atenderão à demanda turística. Entre dezembro deste ano e janeiro de 2022, serão voos diretos para Recife, Cuiabá, Goiânia, Londrina, Curitiba, Maringá, Uruguaiana, Santa Maria, Pelotas e Passo Fundo. O Aeroporto de Navegantes receberá um incremento de cinco novas rotas, com voos diretos que deixarão a cidade conectada com São Paulo (GRU), além de Cuiabá, Londrina, Maringá e Foz do Iguaçu, destinos bastante demandados pela população da região. Já a cidade de Chapecó, que atualmente já está conectada com Campinas e Florianópolis, receberá um voo inédito diretamente para Cuiabá. Todas as operações são adicionais às frequências já operadas pela Azul nestas cidades.

 

"O brasileiro está ansioso para retomar a rotina de viagens, principalmente nos meses de alta temporada, como dezembro e janeiro. A oferta de novas rotas durante este período, principalmente ligando cidades com praia e com temperaturas quentes, fazem parte da nossa aposta para o verão. Santa Catarina tem uma demanda muito aquecida tanto por parte dos catarinenses que querem conhecer outros estados, quanto da população do resto do país que vai para lá aproveitar as férias. Por isso, estamos incluindo 16 novos mercados conectando o estado ao resto do Brasil. Será um período favorável e enxergamos um novo horizonte que reforça a retomada do turismo. Estamos ansiosos para ver os resultados desses incrementos", destaca Vitor Silva, gerente de planejamento de malha.

 

Confira, abaixo, como será a operação da Azul em Santa Catarina ao longo do verão:

Sobre a Azul

A Azul S.A. (B3: AZUL4, NYSE: AZUL) é a maior companhia aérea do Brasil em número de voos e cidades atendidas, tendo aproximadamente 700 voos diários, para mais de 120 destinos. Com uma frota operacional de aproximadamente 160 aeronaves e mais de 12.000 funcionários, a Azul possui mais de 200 rotas. Em 2020, a Azul conquistou o prêmio de melhor companhia aérea do mundo pelo TripAdvisor Travelers' Choice, sendo a única empresa brasileira a receber este reconhecimento. Para mais informações, visite https://www.voeazul.com.br/ri .

 

IST participa da Regata Marina Itajaí

O Itajaí Sailing Team (IST) confirmou nesta quarta-feira (13) a participação na Regata Marina Itajaí, que ocorre na sexta-feira (17), partindo da Sede Oceânica do Iate Clube de Santa Catarina (ICSC) com destino a Itajaí, com a linha de chegada nas proximidades da Ponta de Cabeçudas. O percurso é de aproximadamente 35 milhas náuticas, cerca de 65 quilômetros. A regata conta pontos para a Copa Veleiros de Oceano.

“A participação do IST na Regata Marina Itajaí é fundamental para o time embaixador da vela oceânica de Itajaí e Santa Catarina fortalecer sua ligação com a sua cidade de origem e a Marina Itajaí, parceira do time desde o seu surgimento”, diz o manager e comandante do IST, Alexandre Santos. Inclusive, há dois anos o IST garantiu o pentacampeonato nesta regata, que até a edição de 2018 era denominada Regata Marejada.

A largada está prevista para as 11h de sábado e deve ser uma regata rápida, uma vez que estão previstos fortes ventos para o sábado, de até 30 nós. “Esse fator deve contar muito para um bom resultado do time itajaiense, que navega em um veleiro Soto 40, considerado um dos mais rápidos da classe Oceano”, acrescenta Alexandre.

O time itajaiense é patrocinado pela APM Terminals Itajaí, Brasfrigo S/A, Multilog, Portonave, Braskarne Terminal Portuário, Platinun Log, Terminal Barra do Rio e Conexão Marítima. Tem o apoio da Marina Itajaí, Molin do Brasil, Lechler e NOB Multisports. 

Acibalc promove Rodada de Negócios de forma presencial

A Associação Empresarial de Balneário Camboriú e Camboriú (Acibalc) retorna com as tradicionais Rodadas de Negócio. No dia 25 de outubro empreendedores da região poderão apresentar suas empresas e gerar networking com outros empresários durante evento presencial, no Hotel Sibara Flat & Convenções, a partir das 19h. As vagas são limitadas.

O encontro tem o intuito de proporcionar maior visibilidade de negócio para outros empresários, por meio de apresentação da empresa, produtos e serviços. Os empresários poderão levar cartão de visita e material de apoio da empresa para auxiliar o networking. A rodada de negócios é gratuita para associados na Acibalc. Para não associados, o valor da inscrição é de R$50,00.

De acordo com o Presidente da Acibalc, Héderson Cassimiro, a entidade tem tradição nas rodadas de negócios para fomentar o consumo entre as empresas locais. “Estamos felizes de voltar com este evento presencial depois de quase dois anos apenas com atividades online. É uma grande oportunidade de conhecer pessoas e fazer networking para esse momento de retomada da economia”, ressalta.

A Rodada de Negócios é uma realização da Acibalc e conta com patrocínio da CoBlue, Conjel Contabilidade, Clínica São Lucas, Hotel Sibara Flat & Convenções, Sicoob Maxicrédito e UniAvan. Empresários interessados devem se inscrever através do link: https://bit.ly/3AiTPwf.

Falta de contêineres e suas consequências

     Liana Lourenço Martinelli (*)
            SÃO PAULO – Em função dos efeitos suscitados pela pandemia de coronavírus (covid-19), o setor de comércio exterior vem passando por um problema, senão inusitado, pelo menos raro: a falta de contêineres, fenômeno provocado pela forte demanda que está sendo registrada nos principais portos exportadores dos Estados Unidos, Ásia e Europa. Como os preços pagos por aqueles portos são mais rentáveis em comparação com portos do Brasil e de outros países do Hemisfério Sul, os armadores se sentem atraídos por aqueles mercados, que acabam ganhando prioridade nas rotas de seus navios.
            Além disso, em razão de queda no comércio mundial, os fabricantes de contêineres diminuíram sua produção. E só agora, com o reaquecimento, tratam de aumentá-la. Para agravar o quadro, há ainda a conhecida questão da falta de estrutura dos portos localizados na parte inferior do Hemisfério, ou seja, são portos que não dispõem de plataformas para receber contêineres de 40 pés, mas apenas os de 20 pés. Mais: geralmente, esses portos não permitem a atracação de grandes embarcações, o que causa o cancelamento de escalas.
            É o caso de Santos, o maior complexo portuário da América Latina, cuja profundidade em seu canal do estuário não permite a entrada de grandes graneleiros. Além disso, a falta de dragagem de manutenção somada ao assoreamento do canal vem causando redução de seu calado operacional nos berços da Alemoa e da Ilha Barnabé, que são destinados às operações de granéis líquidos, como petróleo e seus subprodutos.
            Na margem esquerda do porto, em Guarujá, a redução do calado também tem impedido a atracação nos berços públicos de navios de grande porte, enquanto num dos berços a preferência é da Petrobrás. Com isso, ocorre uma demanda nos demais berços que acaba por provocar fila de navios. Como se sabe, navio parado causa prejuízo ao importador, que tem de assumir o pagamento aos armadores da taxa diária de estadia, a demurrage, o que leva os interessados a procurar outro porto para descarga.
            Os problemas não param por aqui. A falta de contêineres ocorre também pelas inevitáveis medidas sanitárias que as autoridades foram obrigadas a baixar para evitar a expansão da pandemia. Tais medidas, em alguns casos, podem causar a retenção das embarcações por até quinze dias, se algum tripulante tiver de ser socorrido e internado em hospital da cidade portuária.
            No caso de mercadorias que ficam em ambientes refrigerados e têm prazo de validade, a preocupação aumenta porque os importadores começam a levantar dúvidas quanto a qualidade dos produtos embarcados. Obviamente, todos esses obstáculos redundam em prejuízos para o setor, pois também o frete fica mais caro. Tudo isso acaba por gerar um volume maior de cargas destinadas à exportação retidas no porto.
            Pesquisa recente encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostrou que, entre 128 empresas e associações consultadas, mais de 70% admitiram sofrer prejuízos com a falta de contêineres ou navios de grande porte. Afinal, muitas indústrias precisam de insumos importados para fabricar seus produtos.  Também os exportadores de alimentos, em especial os de carnes, frutas, café e outros produtos, têm enfrentado dificuldades para encontrar contêineres vazios para embarcar sua produção, pois sofrem com o aumento de custos de frete e logística.      < /span>
            Não é preciso ser economista para se concluir que muitos dos prejuízos são repassados para os consumidores, o que acaba por agravar a situação no mercado interno. O que se prevê é que essa situação deve perdurar até o começo de 2022 e que a recuperação total se dê apenas no segundo semestre, desde que não haja um agravamento na proliferação do coronavírus. Por enquanto, só resta esperar que o governo tome algumas medidas de curto prazo que possam ao menos aplacar o cenário adverso.
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(*) Liana Lourenço Martinelli, advogada, pós-graduada em Gestão de Negócios e Comércio Internacional, é gerente de Relações Institucionais do Grupo Fiorde, constituído pelas empresas Fiorde Logística Internacional, FTA Transportes e Armazéns Gerais e Barter Comércio Internacional. E-mail: fiorde@fiorde.com.br. Site: www.fiorde.com.br
 

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