sábado, 16 de outubro de 2021
14/01/2021 14:35

Produção industrial: Santa Catarina registra crescimento de 11,1%, o segundo maior do país


A indústria catarinense vem mantendo o ritmo de recuperação e crescimento econômico. Santa Catarina apresentou um crescimento de 11,1% na produção industrial de novembro, quando comparado ao mesmo período de 2019. O desempenho representa a segunda maior alta entre os 15 locais pesquisados e está bem acima da média nacional de 2,8%. Os dados da Pesquisa Industrial Mensal foram divulgados na manhã desta quinta-feira, 14, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números evidenciam Santa Catarina no cenário nacional e demonstram a confiança do segmento.

“Os índices são resultados das ações do Governo do Estado, das entidades, das indústrias e da própria população, que seguem as orientações dos protocolos sanitários estabelecidos. Buscamos preservar vidas e assegurar a retomada segura das atividades econômicas em meio à pandemia. A indústria não parou neste período. Temos um povo trabalhador e resiliente. Nosso estado é competitivo e tem uma economia forte e diversificada. Com união de esforços, faremos de Santa Catarina um lugar cada vez melhor para se viver”, disse o governador Carlos Moisés.

No comparativo, Paraná está em primeiro lugar com crescimento de 14%. Seguidos de Santa Catarina estão os estados de Pernambuco (10%), Rio Grande do Sul (8,7%), Amazonas (7,8%), Ceará (6%), Minas Gerais (5,2%), São Paulo (4,7%) e Região Nordeste (3%), que também mostraram avanços mais intensos do que a média nacional (2,8%), enquanto Bahia (1%) completou o conjunto de locais com crescimento na produção no índice mensal de novembro de 2020.

“A indústria de Santa Catarina é muito forte e é um dos grandes motores da retomada por conta de sua diversidade e presença no Estado. Os números comprovam que a produção vem num bom ritmo de recuperação e, mesmo em um ano de pandemia, apresentou índices melhores que o mesmo período de 2019, assim como superou o patamar pré-pandemia. É uma amostra do trabalho de todos os catarinenses e a confiança no processo de retomada do governo, juntamente com as entidades e demais envolvidos”, frisa o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Celso Albuquerque.

Até novembro de 2020, Santa Catarina já havia superado em 9,5% a produção industrial de fevereiro, antes da pandemia da Covid-19. O Estado apresentou resultado positivo em quatro indicadores da indústria no acumulado de 2020: celulose, papel e produtos de papel; produtos de borracha e material plástico; máquinas, aparelhos e materiais elétricos; e máquinas e equipamentos.

Outubro para novembro de 2020

Na comparação entre outubro para novembro de 2020, Santa Catarina também se destacou com um crescimento de 2,8%, superior à média nacional (1,2%). Dez dos 15 locais pesquisados tiveram aumento na produção industrial no período, na série com ajuste sazonal. Oito dessas altas foram acima da média nacional (1,2%): Bahia (4,9%), Rio Grande do Sul (3,8%) Amazonas (3,4%), Região Nordeste (2,9%), Santa Catarina (2,8%), Ceará (1,7%), Rio de Janeiro (1,6%) e São Paulo (1,5%). O Paraná (1,2%) e Minas Gerais (0,6%) completam a lista de locais com índices positivos no mês.

Já as quedas mais acentuadas foram registradas no Pará (-5,3%) e em Mato Grosso (-4,3%), além de Pernambuco (-1%), Espírito Santo (-0,9%) e Goiás (-0,9%).

O desempenho no trimestre

A média móvel trimestral no Brasil cresceu 1,7% no trimestre encerrado em novembro de 2020 frente ao nível do mês anterior, após também avançar em outubro (2,4%), setembro (4,8%), agosto (7%) e julho (9%), quando interrompeu a trajetória predominantemente descendente iniciada em novembro de 2019. Esse indicador ficou positivo em 11 dos 15 locais pesquisados, com destaque para os avanços mais acentuados registrados por Paraná (4,5%), Santa Catarina (3,4%), Bahia (3,2%), Rio Grande do Sul (3,1%), Amazonas (2,7%), São Paulo (2,2%) e Região Nordeste (1,9%). Por outro lado, Pará (-3,6%), Rio de Janeiro (-1,9%), Mato Grosso (-1,8%) e Goiás (-1,3%) assinalaram os recuos em novembro de 2020.




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