segunda, 10 de agosto de 2020
26/03/2020 09:29

Dois navios pedem ajuda ao Brasil devido ao coronavírus; um deles já atracou no Rio


Devido à pandemia do coronavírus, dois navios de bandeira francesa pediram ajuda humanitária ao Brasil para poderem atracar e fazer a remoção dos seus passageiros para seus países de origem. Após receber autorização da Agência Nacional de Vigilâcia Sanitária (Anvisa), o primeiro deles, o cruzeiro L’Austral, atracou nesta terça-feira (24) no Porto do Rio de Janeiro e removeu 252 passageiros. Nenhum deles apresentou sintomas do novo vírus.

A Anvisa informou que o navio ficou em alto mar, sem atracar em nenhum outro porto, por mais de 20 dias, ou seja, período maior que o recomendado para o isolamento, sem que houvessem casos a bordo.

Para a remoção dos passageiros, a Anvisa exigiu que todos utilizassem equipamentos de proteção. A medida teve como objetivo proteger os passageiros, tendo em visto a transmissão comunitária já confirmada na cidade do Rio de Janeiro.

O navio se encontra atualmente ancorado em frente à Praia de Copacabana aguardando a chegada do segundo navio, o Le Boreal, que deve atracar no porto na tarde desta quarta-feira (25). Ambos farão uma parada técnica para o abstecimento de água e alimentos e seguirão juntos de volta à França, país de origem das embarcações.

O Le Boreal completa nesta quarta-feira 10 dias de navegação sem que tenha atracado em nenhum outro porto. Também não existem relados de casos suspeitos do coronavírus a bordo. Porém, o desembarque só será autorizado a partir de amanhã (26), desde de que mantidas todas as condições de saúde exigidas pela agência.

A Anvisa afirmou ainda que o desembarque deve acontecer a medida que os voos de retorno estiverem disponíveis aos passageiros. O transporte acontece de forma direta, ou seja, da porta do navio até o aeroporto. Por meio de nota, o Terminal Píer Mauá, do Porto do Rio de Janeiro, informou que são 324 passageiros a bordo do Le Boreal, sendo 124 hóspedes. Há também a presença de idosos.

O terminal destacou ainda que os passageiros entram nos ônibus disponíveis, assim que saem do navio, sem que passem pelo Píer Mauá. Com informações da Portos e Navios




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