domingo, 22 de setembro de 2019
11/09/2019 15:00

Coopercon SC lidera importação de aço para construção civil no país


A Cooperativa das Indústrias da Construção Civil (Coopercon SC) conduzirá a compra de um lote de 30 mil toneladas de aço, importado da Turquia, para abastecer indústrias de todo o país. O acerto ocorreu em reunião com outras 14 cooperativas do setor, realizada em São Paulo em agosto. As compras compartilhadas reduzem significativamente os custos para aquisição de suprimentos. No caso do aço, que representa 20% dos custos de uma obra, a valor pode ser até 30% menor quando viabilizado pela cooperativa.

"A nossa cooperativa é a única do Brasil habilitada pelo Inmetro para fazer importação de aço dentro dos critérios exigidos. Conseguimos fazer grandes negócios nesses dois anos de trabalho e queremos dobrar o volume de compra de material", destaca o presidente da Cooperativa da Construção Civil do Estado de Santa Catarina (Coopercon-SC), José Sylvio Ghisi.

A cooperativa catarinense completa dois anos agora em setembro e conta com 92 construtoras cooperadas em todo Estado. Já superou a marca de R$17 milhões em negócios concretizados, com economias que chegam a 30% em alguns materiais.

A plataforma de negociação permite o relacionamento entre as construtoras associadas e fornecedores para compras compartilhadas. "A interação entre a cooperativa e os cooperados é toda online, por meio do portal de compras eletrônico. Isso facilita a rotina de compras com negociações em condições exclusivas disponíveis 24 horas", explica Roberth Meinert, que faz a gestão do portal. "A plataforma agrega outras funcionalidades como monitoramento de notas eletrônicas, follow-up de pedidos e indicadores em tempo real para gerenciar as compras com total transparência", acrescenta.

A iniciativa tem fortalecido os sindicatos industriais. Para participar, as empresas precisam se filiar ao Sinduscon e cadastrar-se no portal de compras da Coopercon-SC. Lá, é possível cadastrar demandas específicas e manifestar interesse em lotes já em negociação pela cooperativa. "A aproximação com a indústria catarinense pode ampliar as vendas do setor por conta do volume de compras", lembra Meinert. O grupo planeja alcançar R$ 10 milhões/mês em negociações.




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