quarta, 16 de outubro de 2019
18/03/2019 14:06

Governo federal inicia processo de privatização dos aeroportos de Navegantes e Joinville

São três blocos de concessão: Norte, Sul e Central. O Bloco Sul, do qual Navegantes faz parte, tem como principal chamariz o Aeroporto Afonso Pena, de Curitiba.

O Ministério da Infraestrutura publicou nesta segunda-feira, no Diário Oficial da União, edital de chamamento público para apresentação de projetos e estudos técnicos que vão subsidiar a concessão de 22 aeroportos no país – entre eles o Aeroporto de Navegantes, que integra o Bloco Sul. A publicação é o primeiro passo para a entrega dos terminais à iniciativa privada. A intenção do governo é que o leilão ocorra em agosto do ano que vem~.

São três blocos de concessão: Norte, Sul e Central. O Bloco Sul, do qual Navegantes faz parte, tem como principal chamariz o Aeroporto Afonso Pena, de Curitiba. Os outros terminais na lista são os de Joinville, Foz do Iguaçu (PR), Londrina (PR), Pelotas (OS), Uruguaiana (RS), Bagé (RS) e Bacacheri, também em Curitiba (PR).

O Bloco Sul é o que tem o maior valor máximo de ressarcimento para a empresa que vencer a licitação, de R$ 34 milhões. O edital prevê avaliação de demanda de passageiros e cargas, análise da competição com outros aeroportos próximos e com outros tipos de transporte, inventário, relatório de obras a serem feitas, e análise de como cada terminal pode ser inserido na malha aérea doméstica e internacional.

O prazo para entrega dos estudos é de cinco meses, a partir da autorização do Ministério da Infraestrutura, e pode ser ampliado. A entrega de aeroportos em blocos foi a alternativa encontrada pelo governo para garantir a venda de terminais que não são tão atraentes para a iniciativa privada. Em cada bloco há pelo menos um aeroporto de grande movimentação, que puxa o interesse pelos demais.

O leilão será o sexto organizado pelo governo para vender terminais aeroportuários. O último, na sexta-feira, ofereceu ao mercado 12 aeroportos em três blocos. Os lances chegaram a R$ 2,377 bilhões – pouco mais do que o estipulado pelo governo, que correspondiam a R$ 2,1 bilhões.




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