quarta, 20 de fevereiro de 2019
04/02/2019 09:54

Golar Power se posiciona com relação ao Terminal Gás Sul (TGS), na Baía Babitonga

Confira o posicionamento oficial da empresa com relação a matéria

A Golar Power informa ao mercado que está desenvolvendo o Terminal Gás Sul (TGS), na Baía Babitonga, de forma totalmente independente e autônoma.

Possíveis parcerias com supridores e parceiros que estejam alinhados com o interesse do estado de Santa Catarina (SC), municípios e população local são constantemente estudadas, mas até o momento não existe nenhuma negociação formal em curso.

A empresa jamais objetivou prejudicar o desenvolvimento de quaisquer outros projetos na região. E a seleção do site e elaboração dos projetos em andamento são única e exclusivamente focados na busca da melhor solução técnico-financeira para viabilizar a implementação do Terminal.

Após obter seu Registro de Instalação pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), em 18/12/2018, que contou inclusive com a anuência da Secretaria Nacional de Portos (SNP), a Golar Power continua dando seguimento aos processos de autorização para a implantação do TGS. 

Embora desconheça qualquer solicitação de reunião feita pela SNP e pela ANTAQ, a empresa reitera sua confiança nas autoridades competentes e se coloca à inteira disposição para eventuais reuniões.

A Golar Power reafirma seu compromisso com o investimento em projetos que levem desenvolvimento social, ambiental e econômico para o estado de SC, para a região Sul e para todo o país.

 

Confira a matéria anterior:

Três projetos de infraestrutura e logística poderão ser implantados em conjunto em Santa Catarina. O Porto Brasil Sul, da WorldPort, previsto para a região de Sumidouro em São Francisco do Sul e orçado em US$ 1 bilhão; o terminal de gás natural liquefeito (TGS- Terminal de Gás Sul) da norueguesa Golar Power orçado em US$ 100 milhões; e uma usina de geração térmica a gás natural da francesa Engie Energia que deve receber investimento de US$ 600 milhões.
Juntos, esses três projetos somam R$ 6,4 bilhões de investimentos em São Francisco e Garuva, no Norte catarinense. Há um conflito locacional entre o porto e o terminal de gás. Com o propósito de solucioná-lo, a Secretaria Especial de Portos do governo federal vai convidar as duas partes para negociar em Brasília neste mês e, além disso, corre em paralelo uma negociação entre a empresa empreendedora do porto e a cúpula da Golar, que atua em escritório em Londres, informa o presidente da WorldPort, Marcus Barbosa. A solução harmônica é boa para a Golar e a empresa portuária.

— Nós economizaremos 10% do capital a ser investido e ela ganha o acesso à terra – diz Barbosa.

Esse conflito locacional vem se arrastando há quase um ano. Em meados do mês passado a Golar conseguiu na Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) um registro de apoio marítimo, que foi concedido sem considerar detalhes do projeto do porto. Então a Worldport entrou com uma petição e a Antaq voltou atrás. Por isso, agora, a decisão da SEP de convidar as partes para negociar. O projeto do Porto Brasil Sul prevê sete piers de atracação e um terminal de gás natural liquefeito. Se as duas empresas chegarem a um acordo ficará mais fácil para todos. Se não, no futuro poderá ter um terminal de gás ao lado. O projeto de gás da Golar prevê ampliar de 2,4 milhões de metros cúbicos/dia de gás natural para 7 milhões por dia em todo o Estado.

O projeto da térmica da Engie será a âncora dessa unidade e será implantado se o terminal for instalado. O maior impacto social positivo estimado será do Porto Brasil Sul, com a geração de 3 mil empregos diretos. A térmica, quando concluída, vai ter 65 vagas diretas e o terminal de gás, 35. Considerando os vários impactos econômicos e sociais, o ideal seria um acordo entre os investidores do porto e do terminal.




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