quarta, 24 de abril de 2019
25/01/2019 11:09

Solo criado arrecada mais de r$ 24,5 milhões

Os valores pagos pela construção civil foram investidos em obras para o desenvolvimento da cidade, bem como em desapropriações de áreas fundamentais à extensão da malha viária do município

A Prefeitura de Itajaí, por meio da compra de potencial construtivo e regularização de obras, já arrecadou nada menos que R$ 24.522.638,33. Esses valores pagos pela construção civil foram investidos em obras para o desenvolvimento da cidade, bem como em desapropriações de áreas fundamentais à extensão da malha viária do município. O solo criado (ou potencial construtivo) é um instrumento regulamentado pelo Estatuto da Cidade e trata da outorga onerosa do direito de construir, ou seja, o construtor paga para edificar acima do limite estabelecido pelo coeficiente de aproveitamento básico – sem que haja qualquer prejuízo ao município ou aos cidadãos.

Conforme relatório de investimentos apresentado no mês passado ao Sinduscon da Foz do Rio Itajaí pela Secretaria Municipal da Fazenda, as desapropriações de imóveis nas ruas Uruguai, Umbelino de Brito, Juvenal Garcia e Alberto Werner somaram mais de R$ 9 milhões. Essas desapropriações fazem parte do projeto de prolongamento de vias previstas no PEMI 2040, que prevê muitas outras intervenções públicas em nome da infraestrutura e da mobilidade urbana em Itajaí.

Entre as obras que receberam recursos do solo criado, destacam-se o caminho de Cabeçudas e o restauro da Igrejinha da Imaculada Conceição. “Para nós, que congregamos as empresas responsáveis por esta compra do direito de construir em Itajaí, é uma satisfação participar do desenvolvimento da cidade”, destaca o engenheiro Bruno Pereira, presidente do Sinduscon local. “A construção civil é um setor que participa ativamente e de forma muito clara deste desenvolvimento no momento em que as construtoras locais, imbuídas de sua expertise e excelência com foco em obras sustentáveis que utilizam técnicas construtivas sofisticadas, também geram milhares de empregos”, completa o engenheiro, enfatizando a responsabilidade social do setor enquanto segmento econômico.




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