quarta, 16 de outubro de 2019
21/06/2018 15:55

Sem consenso, definição sobre tabela de frete pode ficar para agosto

Depois de o Palácio do Planalto, o Ministério dos Transportes e a ANTT (Associação Nacional de Transportes Terrestres) terem tentado chegar a um consenso de caminhoneiros e setor produtivo em relação à tabela, chegou a vez do Judiciário.

A indefinição sobre a tabela de fretes para o transporte rodoviário de cargas pode durar pelo menos até o fim de agosto, se não houver acordo dos caminhoneiros com a indústria e o agronegócio na próxima semana. 

Depois de o Palácio do Planalto, o Ministério dos Transportes e a ANTT (Associação Nacional de Transportes Terrestres) terem tentado chegar a um consenso de caminhoneiros e setor produtivo em relação à tabela, chegou a vez do Judiciário.   

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luiz Fux se reuniu ontem, quarta-feira, 20, com representantes do governo, dos caminhoneiros, da indústria e do agronegócio. Fux pediu que eles tentem chegar um consenso sobre valores para a tabela de frete até dia 28 de junho, data da nova reunião. 

A decisão tomada pelo ministro foi de suspender todas as decisões liminares até a semana que vem, dia 28 de junho, quando eles apresentam uma proposta intermediária. Não chegando a um consenso, o STF deve reavaliar a suspensão do processo ou não até a realização de audiência pública em 27 de agosto.  

Apesar do ministro ter dito que as entidades mostraram "muito boa vontade" e "sensibilidade", os caminhoneiros deixaram a reunião defendendo a existência de uma tabela com preços mínimos e, por outro lado, as confederações da indústria (CNI) e do agricultura (CNA) pedem uma tabela com preços de referência.

 




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