quarta, 08 de abril de 2020
15/03/2018 15:12

SUPRG projeta dragagem com amplo acompanhamento social

A dragagem do Porto do Rio Grande assinada em 2015 é um projeto do Governo Federal cabendo à Suprg licenciar a obra junto ao Ibama

A Superintendência do Porto do Rio Grande depois de atender diversas exigências do Ibama com relação ao projeto de dragagem, assinado em 2015 pelo Governo Federal, foi surpreendido com um parecer, em outubro passado, aumentando o nível de condicionantes para autorizar a obra no complexo portuário Rio-grandino. Desde então, a Superintendência vem realizando uma série de estudos e contratações de monitoramento para atender os itens apresentados e garantir uma obra com amplo acompanhamento social.

 A dragagem do Porto do Rio Grande assinada em 2015 é um projeto do Governo Federal cabendo à Suprg licenciar a obra junto ao Ibama. “Desde que recebemos o parecer 50/2017 nos elevando o nível de exigências, com situações nunca antes mencionadas, passamos a buscar o atendimento de todas elas. Contratamos diversos estudos ambientais, entre eles o monitoramento da costa que nos mostrará de forma bastante precisa o comportamento dos sedimentos fluidos, antes, durante e depois das obras”, afirma o diretor-superintendente Janir Branco. O novo plano de dragagem, que constam o cumprimento dos itens solicitados, deve ser apresentado na próxima semana ao Ibama.

 “A Suprg reuniu em um grupo de trabalho os melhores técnicos da área em nossa cidade, reconhecidos mundialmente estando: o professor Lauro Barcellos, a professora Eliza Fernandes, o vice-reitor Danilo Giroldo e o professor Lauro Calliari, professor Carlos Garcia, professor Osmar Möller, o NEMA e a equipe técnica da Suprg. Esse grupo, somado a outros professores com alta capacidade vem analisando o parecer e construindo as respostas e ações necessárias para garantir a proteção ambiental”, afirma Branco. A Superintendência do Porto garante para a comunidade que construirá um processo de acompanhamento social para que não haja dúvidas quanto à lisura e o comprometimento ambiental da obra. “O assunto dragagem não diz respeito somente ao Porto. Falamos também que sem ela perderemos emprego e renda em nossa cidade. Perderemos contratos que serão repassado a outros portos e perderá a Cidade do Rio Grande e o Estado do Rio Grande do Sul como um todo. Não é o momento de surgirem oportunistas para criar novos empecilhos. Queremos o apoio, a crítica construtiva mas não sermos taxados de irresponsáveis. Estamos trabalhando com afinco para termos uma dragagem pautada pelo desenvolvimento sustentável e com amplo acompanhamento social”, conclui Branco.
 



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