segunda, 10 de dezembro de 2018
12/03/2018 11:16

Situação do mercado europeu para carnes brasileiras ainda é preocupante


Embora a Ásia seja o principal mercado para as exportações brasileiras de proteína animal, a situação do mercado europeu, com embargos da Rússia às carnes brasileiras, preocupa o setor produtivo. Aliado a isso, a adulteração de exames de sanidade feitos pela gigante BR Foods – a exemplo do que ocorreu no ano passado – pode gerar um novo efeito “carne fraca” e impactar significativamente nas vendas das aves brasileiras no mercado externo.

Segundo números do comércio exterior brasileiro, enquanto as cargas secas tiveram crescimento de 10,5% em comparação com o mesmo período de 2016, as refrigeradas registraram alta de 8,3% na mesma base de comparação. A expectativa é de que esses índices se mantenham no decorrer do ano, se levada em consideração a retomada do mercado russo e o não comprometimento nas exportações de aves.

No terceiro trimestre de ano passado a Europa e Ásia foram os mercados que sustentaram a exportação de carga refrigerada do Brasil, com crescimento de 5,4% e 19,3%, respectivamente. Tendência que deve se manter em 2018. As exportações para a África caíram 0,9% no quarto trimestre de 2017 e para o Oriente Médio cresceram apenas 0,7%.

Outro problema que, certamente, vai impactar negativamente nas exportações brasileiras de proteína animal no primeiro semestre deste ano é falta de reposição de contêineres reefer.

 

 




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