sábado, 25 de maio de 2024
24/05/2024

Valor médio das compras no Dia das Mães caiu, mas faturamento subiu em relação a 2023, revela Fecomércio


O Dia das Mães é uma data significativa para a economia catarinense. Os setores de comércio e turismo são especialmente beneficiados pelo aumento do consumo e pela movimentação no mercado de trabalho, gerando um impacto positivo nas vendas e no fluxo de visitantes. 

A Fecomércio SC investigou diversos indicadores, incluindo o de contratação de trabalhadores temporários, para analisar os resultados das vendas do Dia das Mães 2024.
No âmbito do mercado de trabalho, manteve-se a trajetória de redução no número de empresas que fizeram contratações para atender a demanda extra do período. Em comparação com o Dia das Mães do ano passado, a contratação de temporários caiu três pontos percentuais, representando 5,4% dos empresários.

Apesar da queda, a quantidade média de colaboradores temporários chegou a 2,9 colaboradores, o maior valor registrado na série histórica. Os segmentos de ‘vestuário e acessórios’, de ‘floriculturas’ e de ‘perfumes e cosméticos’ se destacaram entre os que realizaram contratações no período.

Os consumidores gastaram, em média, R$ 266 no Dia das Mães de 2024. Em comparação com o ano passado, esse ticket caiu 17,4% e, descontando os efeitos da inflação, a queda foi de 21,1%. Mesmo assim, o gasto ficou acima do nível pré-pandemia e da intenção de gasto prevista. 

Os segmentos de 'joalheria e relojoaria' e 'tecnologia e comunicação' apresentaram os maiores tickets médios, atingindo R$ 778 e R$ 432, respectivamente, devido ao alto valor agregado desses produtos. Destaca-se que o ticket médio no segmento de 'tecnologia e comunicação' aumentou 5,6% neste ano.

Os resultados do faturamento foram positivos, com um crescimento de 9,4% em comparação com os demais meses do ano. Adicionalmente, em relação ao Dia das Mães do ano anterior, verificou-se um aumento de 1,6%.


Pouco mais da metade dos consumidores preferiu realizar suas compras à vista (56,2%). A opção pelo pagamento parcelado cresceu 4,2 pontos percentuais, representando 42% do total. Essa tendência pode estar relacionada ao cenário de redução das taxas de juros, que tem tornado o parcelamento mais atrativo para os consumidores. Em relação à forma, predominou o pagamento parcelado no cartão de crédito (39%). A escolha por esse tipo cresceu 7,1 p.p. no período. Destaca-se o crescimento de 2,6 p.p. no pagamento via PIX, forma escolhida por 14,9% dos consumidores.

Para 36,2% dos empresários, a frequência dos clientes realizando pesquisa de preços foi razoável. Para 32,1% a frequência foi alta e para 30,5% a frequência foi baixa. O resultado desse indicador para este ano foi semelhante ao observado no ano passado. Por fim, a Fecomércio SC também questionou os empresários catarinenses a
respeito dos impactos das chuvas no próprio negócio. Do total de entrevistados, pouco mais da metade (53,3%) afirmou ter sofrido impacto com as chuvas, enquanto 46,7% não relataram impactos. Em relação ao faturamento, cerca de metade dos empresários (50,5%) relataram não ter observado mudanças. Para 47,2%, houve uma redução, enquanto 2,3% relataram um aumento. Entre os empresários que relataram ter enfrentado algum tipo de impacto, destaca-se a diminuição das vendas, afetando 87% deles, e os problemas relacionados à entrega de mercadorias para os

Contratações

A Fecomércio SC investigou diversos indicadores, incluindo o de contratação de trabalhadores temporários, para analisar os resultados das vendas do Dia das Mães 2024.
Os resultados indicam que 5,4% dos empresários contrataram colaboradores temporariamente para atender aos consumidores. Em comparação com o Dia das Mães do ano passado, a contratação de trabalhadores caiu três pontos percentuais, enquanto o percentual de empresários que não realizaram contratações no período aumentou em dois
pontos percentuais. Historicamente, os empresários catarinenses tendem a não contratar colaboradores temporários para esta data.

Entre os que realizaram contratações, a maioria foi nos segmentos de ‘vestuário e acessórios’, de ‘floriculturas’, e ‘perfumes e cosméticos’. Apesar do pequeno percentual de empresas contratantes, aquelas que efetuaram contratações tiveram em média 2,9 colaboradores para atender à demanda, o maior valor registrado na série histórica.

Ticket médio​

O ticket médio nominal dos estabelecimentos comerciais no Dia das Mães caiu 17,4% em relação a 2023, totalizando R$ 266. Esse declínio interrompeu a trajetória de crescimento observada desde 2021. Apesar da queda, tal desempenho ficou acima do nível pré-pandemia (R$ 224 em 2019). Descontando o efeito da inflação, o ticket médio de 2024 é 21,1% inferior ao de 2023.

Quanto ao ticket médio por segmento econômico*, o destaque em termos absolutos foi Joalherias e Relojoarias, com uma média de R$ 778, representando uma queda de 0,6% em comparação com o Dia das Mães de 2023. O segundo ticket médio mais alto foi registrado no segmento de Tecnologia e Comunicação, com R$ 432, sendo o único segmento a apresentar crescimento no período, com um aumento de 5,6%. Em terceiro lugar, o segmento de Vestuário e Acessórios teve um ticket médio de R$ 282, registrando uma queda de 23,5% no período.

Variação do faturamento
Os empresários também foram questionados a respeito da variação do faturamento de suas empresas, tanto em relação à mesma data de 2023, quanto em relação aos demais meses do ano. Em comparação com o Dia das Mães de 2023, o faturamento cresceu 1,6%. Já em relação aos demais meses do ano, o faturamento nominal cresceu 9,4%. Os dados mostram que houve desaceleração desse crescimento. No ano passado, o faturamento cresceu 8,9% em relação ao dia das mães do ano anterior e 15,8% em relação aos meses comuns do ano. Ainda merece destaque o fato de que as vendas online e por telefone representaram 16,5% do faturamento do período


Formas de pagamento
Dentre as formas de pagamento das compras, a maioria dos consumidores preferiu pagar parcelado no cartão de crédito (39%). A opção por essa forma cresceu 7,1 p.p. em relação ao dia das mães do ano passado. A segunda forma de pagamento mais utilizada pelos consumidores catarinenses foi à vista no cartão de crédito, com 27,4% optando por essa modalidade. 

O uso dessa forma de pagamento caiu 4,7 p.p. no período. O pagamento via PIX foi escolhido por 14,9% dos consumidores, representando um aumento de 2,6 pontos percentuais em comparação com o ano anterior. A popularidade desta forma de pagamento tem crescido em toda a economia catarinense em diversas datas comemorativas.

As demais formas de pagamento utilizadas foram: ‘à vista, cartão de débito’ (13,1%, com queda de 1 p.p.); parcelamento no crediário (3,1% e queda de 2,9 p.p.); outro (1,5% e aumento de 0,5 p.p.); ‘à vista em dinheiro’ (0,8% e queda de 1 p.p.


Impactos das chuvas no Rio Grande do Sul
A Fecomércio SC questionou os empresários a respeito dos impactos das chuvas no Rio Grande do Sul nos negócios. Considerando que a pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 16 de maio, os resultados apresentados ainda são preliminares. Os questionamentos abordaram o impacto no faturamento, o tipo de impacto sofrido, e o percentual desse impacto em relação ao faturamento previsto para o mês de maio deste ano.
Do total de entrevistados, pouco mais da metade (53,3%) afirmou ter sofrido impacto com as chuvas, enquanto 46,7% não relataram impactos. Em relação ao faturamento, cerca de metade dos empresários (50,5%) relataram não ter observado mudanças. Para 47,2%, houve uma redução, enquanto 2,3% relataram um aumento.


Do total de empresários que relataram algum impacto decorrente das chuvas, 87% registraram redução das vendas; 76,9% encontraram dificuldades em relação à entrega de mercadorias para os clientes; 24% relataram aumento no valor dos insumos; e 15,9% cancelaram seus compromissos; 2,9% tiveram colaboradores afetados e 1,9% tiveram mercadorias prejudicadas/avariadas. Por outro lado, 4,3% desses empresários registraram aumento.



Blog

Demissão sem justa causa: há motivo para preocupação?

Os rumores de que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgaria uma ação que pode proibir as empresas de demitir trabalhadores sem justa causa ganharam espaço nas redes sociais no início do ano e provocaram uma série de dúvidas em empregados e empregadores.
O advogado especialista em Direito do Trabalho Fernando Kede, do escritório Schwartz e Kede, explica que o que o STF vai analisar agora não é se as empresas podem demitir o empregado sem justa causa ou não, e sim sobre o decreto feito na época então presidente da república Fernando Henrique Cardoso suspendendo a adesão à Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). "A corte decidirá se o presidente da República pode ou não, sem anuência do Congresso Nacional, suspender essa adesão”, diz.
 
Legislação trabalhista não deve sofrer alterações significativas no momento
O advogado explica que, ainda que a decisão seja de que o presidente não poderia ter suspendido a adesão à convenção, a empresa vai poder demitir os empregados por motivos relacionados a sua capacidade ou comportamento ou baseada nas necessidades de funcionamento da empresa, estabelecimento ou serviço.“Ainda que o STF decida que o presidente não poderia ter suspendido a adesão, deverá haver uma lei para regulamentar essa convenção da OIT e adequá-la à nossa legislação", observa.
Na avaliação do especialista, a legislação trabalhista não deve sofrer alterações significativas no momento. “Para mudar a legislação trabalhista é necessário aprovação de uma lei complementar pelo Congresso e há todo um trâmite legal para isso. Por enquanto, tudo permanece como está", completa.

 

A dificuldade do empreendedorismo no Brasil

*Por Roberto Folgueral

 

A portaria MTP 1010/2021, editada em 24 de dezembro de 2021, pelo então Ministro Onix Lorenzoni, em seu artigo 1º, obriga as empresas a emitir o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) -  Exclusivamente em meio eletrônico, a partir de 01/01/2023.

Aparentemente um mero assunto burocrático, porém, com enormes consequências negativas para empresas e empresários que geram riqueza para o Brasil. A portaria resulta na transferência de custos, despesas ou gastos que deveriam ser de obrigação do Estado para o seu contribuinte, que já está esgotado em sua capacidade contributiva e devidamente ignorado pelas autoridades administrativas.

O Estado, como perdulário que é, gastando muito e nem sempre corretamente, vai transferindo suas obrigações de fiscalizar e de operacionalizar as atividades de controle para o contribuinte, através da criação de obrigações acessórias, tornando o custo de empreender no Brasil um dos maiores do mundo, senão o maior.

Ao empreendedor, notadamente os menores, não resta outra alternativa senão a de amargar com prejuízos, pois nem sempre consegue repassar esses custos aos seus produtos, bens ou serviços e, assim, a possibilidade de sucesso se reduz.

Não poderia ser diferente, com a exigência da Portaria 1010/2021 que transfere o trabalho do Estado de fiscalizar e monitorar a Saúde do trabalhador, durante todo o seu vínculo laboral, para o seu empregador, no que denominou de evento S-2220, no novo e-social. Esse evento não exclui a obrigatoriedade anterior, da realização de exames periódicos.

Além do evento S2220, criou ainda a obrigatoriedade da elaboração do evento S-2240, que correspondente às Condições Ambientais do Trabalho, não bastando a obrigatoriedade da elaboração dos correspondentes Laudos.

Ato contínuo: incrível majoração dos honorários cobrados por clínicas “credenciadas” desses serviços, onde independem o número de empregados, o valor do “laudo” não se altera.

PENALIDADES:

As entidades que não se adequarem à nova sistemática estarão sujeitas a multas que variam de R$402,53 até R$181.284,63 - pasmem!

EMPRESAS OBRIGADAS:

Todo e qualquer empregador, pessoa jurídica ou física, exceto os empregadores domésticos estão obrigados.

Essa obrigação independe do porte da empresa ou opção de regime tributário; pode ser MEI, Simples, Lucro Presumido, Lucro Real ou Lucro Arbitrado, ou ainda Pessoa Física equiparado à Pessoa Jurídica.

Apelamos aos gestores públicos de plantão para repensarem nessa nova obrigação acessória extremamente onerosa sobre a já onerada função de empreender e gerar riqueza no Brasil.

O Estado brasileiro necessita parar de criar problemas para o empreendedor brasileiro e sim pensar em gerar soluções sobre os problemas já existentes.

Que fique claro aqui; não estamos falando em redução de tributos e sim na exclusão das obrigações acessórias!

 

Roberto Folgueral é vice-presidente da FCDL-SP (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo)

Governo de Pernambuco indica novo presidente do Porto de Suape

Em linha com o compromisso de atrair nomes técnicos para funções estratégicas na gestão pública, o Governo de Pernambuco traz para presidir o Complexo Industrial Portuário de Suape Marcio Guiot. O executivo tem extensa experiência no setor. Acumula passagens em cargos de liderança executiva por várias companhias do segmento, além de ter atuado como consultor em diversos projetos na área.

 

Guiot foi diretor da Brasil Terminal Portuário, porto de Itapoá e Libra Terminais Santos. Também ocupou a superintendência da Ceará Terminal Operator (CTO) – no Complexo de Pecém – e diversos outros cargos em companhias do segmento.

 

Formado em Ciências Náuticas pela Academia de Marinha Mercante do Rio de Janeiro, o novo presidente tem MBA pela Fundação Dom Cabral, especialização em ESG pela Fundação Instituto de Administração da USP, além de cursos de desenvolvimento executivo no Brasil e no exterior.

 

Governança

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Guilherme Cavalcanti, reforça o compromisso com o perfil técnico da nova diretoria do complexo e com a dimensão estratégica para Suape no governo Raquel Lyra.

 

“O time que estamos montando tem como missão elevar Suape a um novo patamar de competitividade, sustentabilidade, efetividade e adequação a um modelo de governança orientado à atração de investimentos”, afirma.

 

“Vamos alinhar o complexo com os compromissos de sustentabilidade do século XXI, aprimorar sua gestão para permitir alianças estratégicas e conduzir seu desenvolvimento de forma a materializar tudo aquilo que o povo pernambucano aspira para esta que é uma das principais âncoras da economia do nosso estado”, detalha.

 

O secretário agradece à equipe atual que, em sintonia com a sua gestão, conduziu os trabalhos nestes últimos 30 dias e acompanhou todo o processo de transição.

 

Novo presidente

Marcio Guiot destaca o estilo de gestão que vai conduzir à frente de um porto-indústria que está entre os principais do Brasil. “Vamos trabalhar em sintonia com todas as partes envolvidas para que o complexo gere cada vez mais valor para o povo pernambucano”.

 

“Isso se dará por meio da valorização das pessoas e respeito ao meio ambiente, segurança jurídica e transparência para atrairmos mais negócios, melhoria contínua dos nossos processos e emprego de tecnologia para nos tornarmos ainda mais eficientes. Dessa forma, Suape ficará ainda mais forte para o estado e para toda a região”, explica.

 

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Cumprindo a norma regimental, o Governo de Pernambuco indica o nome do novo presidente ao Conselho de Administração de Suape junto com o parecer do comitê de elegibilidade. O Conselho se reúne nesta quarta-feira (1/2) para promover a nomeação da nova diretoria.

Empresa pioneira na praia Brava entrega mais um empreendimento de luxo com ares de casa à beira mar

Em tempos de volatilidade, incertezas e escândalos no mercado financeiro, os imóveis sempre representam interessante alternativa de investimento e proteção de capital. E Itajaí, que atualmente é a segunda maior economia de Santa Catarina atrás apenas de Joinville, é um dos principais focos do segmento da construção civil, com a charmosa praia Brava se destacando como recanto mais sofisticado e cobiçado da região. Nesse contexto, o Brava Beach Group foi pioneiro nos lançamentos de complexos imobiliários de alto padrão na Brava e se prepara para entregar, no próximo sábado (28), mais um empreendimento: o Bay House Praia Brava.

Seguindo o conceito “pé na areia’ que consagrou a empresa nacionalmente com os empreendimentos Brava Beach Internacional e Mirage Residence, o Bay House inova por trazer um conceito mais intimista e exclusivo, com uma única torre com seis pavimentos, para quem não abre mão da privacidade mantendo o padrão de sofisticação na arquitetura e nos detalhes. São apenas 11 unidades com apartamentos que variam entre 226m² e 435m² de área privativa.

As áreas de lazer como salão de festa gourmet, sala de jogos, espaço fitness e dog park seguem o mesmo padrão de todos os empreendimentos do Grupo.  Da mesma forma os aspectos de sustentabilidade como otimização energética, racionalização do uso da água e luz solar, gerenciamento de resíduos e o controle da emissão de gases na obra, através do Programa CarbonOK.

 Mas o destaque fica para o conceito diferenciado. Quem conhece o Bay House tem a sensação de estar em uma casa magnífica e sossegada, debruçada sobre o mar da praia Brava, num clima intimista de alto padrão. “O Bay House vem atender uma clientela que buscava o tradicional padrão dos nossos empreendimentos, mas desejava algo mais reservado, com mais tranquilidade e privacidade. Creio que acertamos, pois o empreendimento ficou com um charme diferenciado e muito especial, agregando uma nova opção na nossa cartela aqui na praia Brava”, destaca Tero Nunes, sócio diretor do Brava Beach Group.

 

Fábrica catarinense de roupas infantis completa 34 anos de atuação e lança aplicativo próprio

Nesta semana, o Grupo Marlan, fábrica de roupas infantis de Santa Catarina conhecido pela criatividade e qualidade de acabamentos de suas peças, completou 34 anos de atuação no mercado. Com mais de 3 milhões de roupas produzidas ao ano, a empresa é uma das pioneiras do segmento de vestuários em Guaramirim (SC). Em comemoração, a empresa preparou para os colaboradores um bolo em metro e apresentou aplicativo para comunicação interna de colaboradores: o “UAU!”. A ferramenta servirá como uma rede social interna que irá concentrar informações sobre o mercado da moda e novidades sobre a fábrica, além de conectar colaboradores, a direção da empresa e também o RH.

 

“É com muita alegria que comemoramos os 34 anos do Grupo Marlan, que vem crescendo ano a ano em atuação no Brasil. Atualmente, temos mais de 10 mil m² de fábrica, 185 colaboradores diretos e mais de 3 mil lojistas multimarcas no país. Logo, a comunicação se torna ainda mais desafiadora e essencial para a produtividade. Pensando nisso, lançamos essa novidade aos colaboradores, um aplicativo onde iremos compartilhar, além de bons momentos e reforço à união entre colaboradores, também as novidades que ocorrem na fábrica e fora dela”, comenta a gerente de marketing do Grupo Marlan, Tálita Forlin.

 

Sobre a Marlan

O Grupo Marlan é conhecido pela criatividade das roupas infantis, qualidade e excelência em acabamentos como estampas, apliques e bordados. Reúne peças de roupas para crianças de até 16 anos, dentro das quatro marcas do Grupo – Marlan, Marlan Baby, Milli&Nina e Ioluigi - com atendimento por e-commerce em todo o território nacional, além de mais de 3 mil clientes lojistas multimarcas. Ao todo, são mais de 10 mil m² de fábrica, com sede em Guaramirim (SC), e mais 30 anos de atuação no mercado. Créditos: Divulgação

Mercado projeta inflação maior para 2023

Analistas de mercado projetam inflação de 5,48% para 2023, uma nova alta em relação à semana passada, quando a projeção era de 5,39%. É a sexta semana seguida em que o mercado projeta inflação maior para 2023. Há quatro semanas, o índice projetado era de 5,23%.

Os números constam do Boletim Focus, divulgado na manhã desta segunda-feira, 23, pelo Banco Central.

O relatório também projeta crescimento econômico maior para 2023 em relação à semana passada, de 0,77% para 0,79%, mesmo índice projetado há quatro semanas.

 

Os analistas mantiveram a projeção quanto à taxa de juros, em 12,5%. Há quatro semanas o índice projetado era de 12%.

Quanto à taxa de câmbio, o Boletim Focus manteve a projeção de que o dólar fechará 2023 em R$ 5,28.

O Relatório Focus, divulgado toda segunda-feira pelo Banco Central, resume as estatísticas calculadas considerando as expectativas de mercado coletadas até a sexta-feira anterior à sua divulgação. O relatório traz a evolução gráfica e o comportamento semanal das projeções do mercado para índices de preços, atividade econômica, câmbio, taxa Selic, entre outros indicadores.

Círculo S/A completa 85 anos levando seus produtos a mais de 45 países

Para celebrar os 85 anos de história, comemorados em 23 de janeiro, a Círculo S/A faz um resgate a dois de seus mais antigos e tradicionais produtos, traz uma grande novidade aos usuários do aplicativo Love Círculo, entrelaça histórias de quem acompanha essa trajetória e expande sua distribuição para o mundo, exportando para mais de 45 países e levando a beleza do “feito à mão” para lugares belíssimos.
Os fios Cléa e Anne são os mais antigos da marca e seguem até hoje entre os queridinhos de artesãos e artesãs. Indicados para produzir peças de moda e decoração, possuem ótimo rendimento e caimento. “Nossos designers redesenharam os rótulos de Anne e Cléa de 1948, que serão aplicados em uma edição especial dos produtos Anne 500 e Cléa 1000, na cor branca. Serão cerca de 20 mil novelos contemplados com esta edição limitada”, explica o diretor de Marketing da Círculo S/A, Osni de Oliveira Junior. 
Para reforçar a vocação inovadora da Círculo S/A no segmento de artes manuais, o aplicativo da marca, o primeiro sobre artesanato do Brasil, que reúne receitas e gráficos, eventos, além da ferramenta de precificação de projetos, receberá uma atualização. Além de uma nova interface, remodelada e mais intuitiva, o lançamento também contará com uma versão premium do app. “Funcionará por meio de assinatura, assim como Spotify, Prime e outros. Quem se tornar usuário premium do Love Círculo terá acesso a materiais exclusivos digitais como apostilas de Amigurumis, revistas, vídeos, receitas e ações especiais em feiras e eventos. Mensalmente, o assinante terá livre acesso a novos materiais”, esclarece Junior. O aplicativo está disponível para iOS e Android.
As assinaturas seguirão três modelos: mensal (R$19,98), semestral (R$ 17,90) e anual (R$ 14,99). Essa novidade será divulgada em detalhes em um live no perfil da Círculo S/A no Instagram, no dia 23 de janeiro, às 15h.
E mais uma ação celebra os 85 anos da Círculo S/A, que envolve o relacionamento afetivo da empresa com seu público interno e externo. Foram recebidas e selecionadas 85 histórias de consumidores, colaboradores, ex-colaboradores, lojistas e representantes, que compartilharam algum momento especial, emocionante, engraçado, de superação ou de amor que viveram com a marca. Uma comissão interna fez a avaliação das 85 melhores histórias que serão publicadas no blog da Círculo S/A no decorrer de 2023. “Nos surpreendemos com tantas memórias incríveis que foram compartilhadas que as pessoas construíram junto aos nossos produtos, que ultrapassam gerações, conectam famílias, ressignificam sentimentos, concedem independência e empoderamento e transformam vidas”, comenta Fernanda Wieser, coordenadora de Marketing da Círculo S/A. 
 
Círculo S/A pelo mundo
Em 2023, a Círculo S/A registra mais de 45 países alcançados em seu núcleo de exportação. A marca está presente em cinco continentes e já possui mais de 60 distribuidores pelo mundo. “A expansão no mercado internacional começou em 1972 e, para celebrarmos esse importante marco, lançamos a campanha Círculo S/A pelo mundo – 85 anos, em que levamos a beleza do trabalho feito à mão e o artesanato brasileiro a cenários incríveis, como Trancoso, Mykonos, Miami, Paris, Nova York e Turim. Nossa equipe vai trabalhar a cada mês em um local diferente, com diversos materiais com muito conteúdo e receitas. Estamos desenvolvendo um cartão-postal com cada cidade que vamos passar, para prepararmos ações especiais, eventos e atividades com influencers”, pontua o diretor de Marketing da Círculo S/A.
 
Círculo S/A
A empresa é a maior fabricante de fios para trabalhos manuais da América Latina e desenvolve produtos e acessórios para artesanato. Há 85 anos no mercado, conta com mais de 1,5 mil colaboradores ativos na empresa, exporta para mais de 45 países e é a marca com maior atuação do segmento no país. Conta com mais de 500 produtos em seu mix e, através do Time de Artesãos, que soma 13 profissionais, oferece suporte na educação e profissionalização do artesanato, com workshops em todo o Brasil, além de estimular quem pratica o trabalho manual como hobby, oferecendo e-books gratuitos, aplicativo próprio e publicações especializadas em tricô, crochê, amigurumi e bordado.

 

Feriados de 2023 vão movimentar R$ 74,3 bilhões no turismo

As agências de turismo e os setores hoteleiros podem comemorar. Com diversos feriados no ano e pontos facultativos prolongados, 2023 já é um ano positivo para o turismo no Brasil. 
De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC),  tudo indica que, apenas este ano, o setor deve movimentar cerca de R$ 74,3 bilhões. Desde 2018, o turismo não via um crescimento expressivo como esse. 

O agente de viagens, Juracy Marques, conta que a perspectiva é sempre muito boa e que o público pode esperar uma baixa nos valores dos pacotes e passagens. “Eu acredito fielmente que nós teremos um aumento dos nossos passageiros, de pessoas que vão querer viajar. Em relação a valores, a nossa expectativa é que a economia melhore, porque isso vai fazer com que o pessoal viaje mais e procure as agências e os pacotes. Mas, ainda há uma incógnita na economia do ponto de vista de como ela vai se comportar.     Os pacotes são voláteis a partir do momento que há uma alteração no preço dos combustíveis", afirmou 

Viajar fica mais caro, mas gasto pode ser visto como investimentoEconomistas dão dicas de como economizar nas viagens de fim de ano

Com tantos feriados previstos, o melhor é se programar para aproveitar todos da melhor forma.

Confira os feriados de 2023: 

  • 2ª feira (20 de fev): ponto facultativo de Carnaval 
  • 3ª feira (21 de fev): ponto facultativo de Carnaval
  • 4ª feira (22 de fev): Quarta-feira de cinzas 
  • 6ª feira (7 de abril): Paixão de Cristo 
  • 6ª feira (21 de abril): Tiradentes 
  • 2ª feira: (01 de maio): Dia do Trabalhador 
  • 5ª feira (08 de junho): Corpus Christi 
  • 5ª feira (07 de setembro): Independência do Brasil 
  • 5ª feira (13 de outubro): Nossa Senhora Aparecida
  • Sábado (28 de outubro): Dia do servidor público 
  • 5ª feira (02 de novembro): Dia dos finados 
  • 4ª feira (15 de novembro): Proclamação da República 
  • 2ª feira (25 de dezembro): Natal 

No total, serão 8 feriados nacionais e 5 pontos facultativos. Em 4 deles, será possível emendar o feriado com o fim de semana. São eles: Paixão de Cristo, Tiradentes, Dia do Trabalhador e Natal. 



Fonte: Brasil 61

Escalada de endividamento dos catarinenses em 2022 acende sinal de alerta

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Estado de Santa Catarina (PEIC), realizada mensalmente pela Fecomércio SC há dez anos, aponta para um crescimento contínuo nos percentuais de famílias endividadas e inadimplentes ao longo de 2022.

>>> Confira a análise completa da PEIC 2022

Em 2021, a parcela dos endividados oscilou entre 36,5% e 45,6%, apresentando recordes mínimos- em agosto (36,5%) atingiu o menor índice de toda a série histórica e fechou o ano com média de 41,0%. Já em 2022 houve forte tendência de aumento do índice, que acelerou ainda no segundo semestre. No ano passado, a variação foi entre 41,5% (janeiro) e 65,4% (dezembro), alcançando a média de 51,0%.

O cenário de 2022 foi oposto ao observado durante quase todo o período da pandemia (2020 e 2021), quando as famílias catarinenses reduziram o nível de endividamento a mínimas históricas. E, por essa razão, na comparação com o mesmo período do ano anterior, o crescimento é bastante expressivo (25,8 p.p.). Em dezembro de 2021, a taxa era de 39,6%.

A escalada do endividamento das famílias em Santa Catarina é um fenômeno que requer atenção, conforme pontua o economista da Fecomércio SC, Pedro Henrique Pontes.

“O nível de endividamento não é um indicador negativo para a economia, uma vez que consumidores mais seguros de sua situação econômica fazem uso de crédito e compram de forma parcelada. O problema surge quando os endividados não conseguem honrar seus compromissos, passando assim para o grupo dos inadimplentes. Em 2022, a dinâmica do consumo e do endividamento foi diretamente pela impactada pela inflação e taxa de juros, que encareceu as dívidas e apertou o orçamento familiar”, analisa Pontes.
No vermelho

O comportamento anual da inadimplência foi bastante semelhante ao do endividamento. Enquanto em 2021 o percentual oscilou, chegando a atingir a mínima histórica (5,5%) nos meses de setembro e novembro, em 2022 percebe-se claramente o forte crescimento da taxa, sobretudo no segundo semestre. Desde junho de 2022, o índice vem apresentando variações mensais positivas consecutivas. De janeiro a dezembro, a taxa escalou 10,9 p.p. e fechou o ano em 18,6%, ou seja, quase dois em cada dez estão com contas atrasadas.

O resultado de dezembro é 6,8% superior ao de novembro (17,4%) e é o maior desde março de 2020 (19,2%), início do período mais crítico da pandemia. Na comparação com as taxas médias anuais, o percentual em 2022 é superior apenas a de 2021 (8,5%), mas inferior aos últimos anos da série histórica: 2020 (13,8%); 2019 (17,9%); 2018 (18,9%) e; 2017 (20,3%).

Leia  mais: 77,9% das famílias brasileiras estavam endividadas em 2022

PEIC- Realizada em cinco cidades (Blumenau, Chapecó, Florianópolis, Itajaí e Joinville), a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência (PEIC) mensura o nível da saúde financeira dos catarinenses. Pondera diversos fatores, como as condições para pagar as dívidas, tempo médio de atraso das contas, parcela da renda comprometida, tipos de dívidas, entre outros. Os dados podem ser importantes ferramentas para avaliar a situação do consumo e de acesso ao crédito no Estado e auxiliar os empresários nas estratégias de vendas e investimentos. Saiba mais

Brasil fecha 2022 com inflação abaixo dos EUA e da Zona do Euro

Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a inflação do Brasil em 2022 fechou menor que a dos Estados Unidos e da maior parte das nações da Zona do Euro, como a Alemanha. O feito é inédito, considerando o histórico do IBGE.

Nos EUA, a variação dos preços ficou em 6,5%. Na Zona do Euro, apenas a Espanha teve uma inflação menor que a brasileira em 2022. Ainda assim, a diferença entre espanhóis e brasileiros fechou com números próximos.

No caso do Brasil, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo IBGE, fechou em 5,8%. Para a Espanha, a variação do custo de vida, ficou em 5,6% — quase um empate.

 

Já em países como Alemanha, por exemplo, a diferença foi equivalente a um salto. O custo de vida dos germânicos subiu 9,6% durante 2022. Ou seja: os 4,6 pontos percentuais extras geraram um aumento 65% maior que o brasileiro.

Outras nações europeias que também são conhecidas por sua solidez econômica ficaram com a inflação acima dos dois dígitos. Fato registrado em Áustria (10,5%), Bélgica (10,2%) e Holanda (11%).

Na Zona do Euro, a inflação para 2022 ficou com a média de 9,2%. As piores situações ficaram para Letônia (20,7%), Lituânia (20%) e Estônia (17,5%) — países que no passado fizeram parte da União Soviética, cuja nação mais influente era a Rússia.

No mundo, a inflação deste ano foi impulsionada pela invasão Russa à Ucrânia, que elevou o custo da energia — sobretudo a de origem em matérias-primas como gás natural, carvão e petróleo — e dos alimentos. Além disso, as cadeias globais de suprimento ainda se recuperam da desestruturação causada durante a pandemia por covid-19.

Os acertos para frear a inflação no Brasil

Em meio ao ambiente hostil, o governo brasileiro, sob o comando do ex-presidente Jair Bolsonaro e a orientação do ex-ministro da economia Paulo Guedes, aplicou medidas para amenizar os efeitos. Entre elas, a redução dos impostos sobre o preço dos combustíveis.

O Banco Central (BC) do Brasil, que recebeu sua autonomia no mandato de Bolsonaro, também fez os ajustes necessários, conforme explicou Hugo Garbe, economista-chefe da G11 Finance e professor do curso de economia e finanças da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Política monetária acertada

“Prevendo o incremento da inflação no pós pandemia, o Banco Central do Brasil começou a aumentar a taxa de juros muito antes que os EUA e os países da Europa”, comentou o economista. “Como resultado, o processo inflacionário brasileiro começou a ceder antes. Os norte-americanos começaram a subir os juros quase um ano depois e os europeus demoraram ainda mais.”

De acordo com Garbe, o BC teve uma política monetária muito eficiente diante da crise. Contudo, ele avisa que é importante manter o mesmo rumo.

“Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, enviou uma carta aberta ao Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informando o que foi feito e o que precisa acontecer para continuarmos nesse ritmo”, disse o economista. “O comprometimento fiscal e a responsabilidade nas contas públicas são fundamentais.”

Haddad anuncia medidas de ‘recuperação fiscal’

ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta quinta-feira, 12, um pacote de medidas que visa a melhorar a situação fiscal do país neste ano.

Uma dessas medidas é o retorno parcial, a partir de março, da cobrança de impostos federais sobre combustíveis. A proposta está na planilha do Ministério da Fazenda, mas o governo só deve oficializar o retorno da cobrança depois que a nova diretora da Petrobras for empossada.

O ex-presidente Jair Bolsonaro zerou os impostos federais sobre os combustíveis, como forma de amenizar os efeitos da alta do petróleo no mercado internacional e, consequentemente, frear a alta do combustíveis no país. As medidas eram válidas até 31 de dezembro do ano passado.

 

Em 1º de janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva contrariou a decisão de Haddad e assinou um ato que prorrogou a desoneração dos combustíveis. Com isso, as alíquotas Cide-combustíveis, PIS/Pasep e Cofins não vão incidir sobre combustíveis como gasolina e etanol por 60 dias.

Medidas de recuperação Fiscal

O objetivo de Haddad é conter o déficit de R$ 231,5 bilhões previstos no Orçamento da União em 2023. Segundo o governo, as propostas podem ajudar a terminar o ano com saldo positivo de R$ 11,1 bilhões.

Outras medidas também foram apresentadas pelo ministro, como o programa “Litígio Zero”. A proposta permitirá a renegociação de dívidas de pessoas físicas e empresas, com descontos e prazo de até 12 meses para o pagamento.

Haddad anunciou ainda a extinção de recursos de ofício para dívidas abaixo de R$ 15 milhões — quando a Fazenda recorre de uma derrota sofrida na disputa por uma cobrança. Assim, se o contribuinte vencer na primeira instância, o litígio acaba definitivamente. Isso levaria à extinção de cerca de R$ 6 bilhões em cobranças, discutidas em quase mil processos no Conselho de Administração de Recursos Fiscais.

Bolsa tem leve queda depois de anúncio de Haddad

A Bolsa de Valores do Brasil (B3) encerrou com o Ibovespa em ligeira queda de 0,59%, aos 111.850 mil pontos, nesta quinta-feira, 12. Ao mesmo tempo, o dólar terminou o dia cotado em baixa, valendo R$ 5,10. Trata-se do menor valor desde agosto de 2022.

A leve instabilidade do índice brasileiro foi puxada pela espera dos investidores sobre o anúncio das primeiras medidas fiscais do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Durante coletiva nesta quinta-feira, Haddad apresentou um plano de recuperação fiscal de até R$ 242,7 bilhões, prevendo fechar o ano com superávit de R$ 11,13 bilhões.

Já o dólar respondeu à divulgação dos dados da inflação dos Estado Unidos e seguiu a tendência internacional. A visão global reforça que o Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos, pode desacelerar o ciclo de alta nos juros.

Outro ponto importante do dia de negociações do mercado foi a identificação de um buraco contábil na varejista Americanas — negociada como AMER3 na Bolsa de Valores — de R$ 20 bilhões. Isso resultou na queda de 77% das ações e na renúncia de seu CEO, Sergio Rial.

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