sexta, 12 de agosto de 2022
22/03/2022

ENTRE MUITAS VITÓRIAS, SINDUSCON CELEBRA 30 ANOS!


Estas três décadas acumulam capítulos marcados por muito trabalho, doação, associativismo e luta. Um episódio especial, que acabou representando um terço da história do sindicato, merece destaque e remete a 2009, quando o empresário João Formento foi eleito presidente da entidade. Estava dado o passo que transformaria a trajetória do Sinduscon, alçando o sindicato a um novo patamar de representação.

Com excelente trabalho realizado pelas diretorias anteriores, o Sinduscon que Formento assumiu já havia trilhado um caminho excepcional até então, de avanços expressivos, organização e conquistas valorosas ao setor. Acreditando que a entidade estava pronta para voar mais alto, ele apostou em ampliar a atuação e participação do sindicato no cenário econômico e social. Esta transformação passou pela troca de nome, que até então chamava-se “Sinduscon de Itapema”, para “Sinduscon Costa Esmeralda”, sendo mais fiel à sua base territorial composta também por Porto Belo e Bombinhas. Com isso, promoveu maior aproximação com os empresários da construção estabelecidos nestas cidades, tendo por resultado a ampliação – ao longo do tempo - em mais de 100% no número de associados.

 

ABRINDO NOVAS PORTAS

Com maior representatividade, o momento foi de ampliar as conexões e posicionar a construção civil da região nos cenários estadual e nacional. Formento filiou o Sinduscon à FIESC (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina) e à CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) e começou a colher os frutos de um relacionamento em esferas mais elevadas, o que trouxe inúmeros ganhos. “Dentro destas instituições, tivemos a oportunidade de conhecer novas pessoas, ter acesso a informações importantes para o setor, abrir canais de diálogo não somente com as esferas político-partidárias, mas também junto ao comando de entidades intervenientes à nossa área de atuação”, relembra. As demandas, assim como as contribuições em aspectos técnicos, foram favorecidas, estabelecendo em definitivo a participação do Sinduscon Costa Esmeralda nos debates e decisões que afetavam o setor localmente e em Santa Catarina.

Comparecendo com frequência às reuniões da FIESC na capital, Formento foi eleito presidente da Câmara Catarinense da Indústria da Construção (CDIC) e, posteriormente, diretor da FIESC, cargo que ocupa até hoje. Outras importantes conquistas na sua gestão conduziram o Sinduscon aos patamares de representatividade que atualmente desfruta. Entre elas, a ampliação significativa na oferta de serviços aos empresários associados, tendo na parceria firmada com o Sesi um passo decisivo nesta área, bem como a conquista da nova sede.

Em 2016, João Formento e sua Diretoria entenderam que era momento de dotar o Sinduscon de espaço mais amplo, moderno e devidamente alinhado com os novos propósitos da instituição. Uma nova sede foi idealizada, com recursos tecnológicos e espaços adequados para realização de reuniões, cursos e treinamentos, recepção, área gourmet, sanitários com acessibilidade e salas para atendimento de serviços na área da saúde e segurança do trabalho – destinadas ao seu novo parceiro, o Sesi, e mudando em definitivo a história do sindicato.

 

DETERMINAÇÃO, CONFIANÇA E FAMÍLIA

Nascido em Tijucas e criado em Lages, Formento conheceu cedo o significado das palavras 'trabalho', 'dedicação' e 'confiança'. Começou a trabalhar aos 13 anos como engraxate, vendeu desde cocada em jogo de futebol a roupas em serrarias, e teve na figura materna sua principal inspiração. Mulher de fibra, ensinou Formento e os outros seis filhos o valor do trabalho. “Cresci num ambiente humilde, onde compreendemos que para conquistar algo precisaríamos empenhar nossa dedicação, não desanimar diante dos desafios e agir de forma correta para conquistar a confiança das pessoas, porque sem honestidade não há boas parcerias. Sem parcerias não há continuidade, e sozinhos não chegamos a lugar algum”, resume.

Aos 18 anos, prestou concurso para uma empresa nacional de telecomunicações, onde fez carreira por 25 anos. Relembra que ao receber o primeiro salário – algo como dois salários mínimos nos dias de hoje – ficou muito feliz pois nunca havia visto tanto dinheiro. “Fui pra um local reservado na empresa e comecei a pular de alegria, mas como sempre fui alto, acabei rachando a cabeça no teto. Então os colegas perguntavam o que houve e eu tinha vergonha de contar”, recorda, divertindo-se. Os anos passaram, ele se casou, entrou para a universidade, concluiu duas graduações, tornou-se empresário, pai de três filhos e construiu sua própria história de sucesso.

Hoje, aos 65 anos de idade, 23 deles dedicados à construção civil em Itapema – cidade que escolheu para empreender, viver e firmar raízes, Formento é proprietário de uma das grandes construtoras que promovem o desenvolvimento imobiliário da região, responsável pela geração de mais de 300 empregos diretos e 17 empreendimentos com 22 torres residenciais já entregues. “A prosperidade nos negócios veio com o relacionamento junto aos nossos clientes, pautado na lisura, na segurança dos contratos sempre cumpridos, e em relações duradouras... que só sobrevivem ao tempo quando estabelecemos verdadeiros laços de confiança”, completa.

Neste cenário onde desempenha tantos papéis, ele também encontra tempo para ser pai, amigo e companheiro. Vascaíno de coração, tem no futebol seu esporte favorito e exibe com orgulho a condecoração recebida pela marca dos mil gols alcançados ao longo dos muitos anos que jogou futebol - um dos seus hobbies favoritos. Perguntado o que guarda no coração, ele resume: “O amor pela minha família, pelo Vasco da Gama e sonhos, ainda muitos sonhos por realizar”, finaliza.



Blog

Setor cerâmico enfrenta retração no primeiro semestre

No primeiro semestre de 2022, o volume de vendas de revestimentos cerâmicos no mercado interno teve queda de 14% na comparação com igual período de 2021, com retração de 449,3 milhões para 386,37 milhões de metros quadrados. Os resultados refletem a conjuntura de incertezas da economia brasileira e mundial, num cenário ainda impactado pela pandemia e, mais recentemente, pela invasão da Rússia à Ucrânia. Os dados foram tabulados pela Anfacer (Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimentos, Louças Sanitárias e Congêneres).
 

O desempenho do setor cerâmico é muito atrelado ao da indústria da construção, cuja receita deflacionada acumulada no primeiro semestre de 2022 apresentou queda de 8,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. O volume de vendas no varejo dos materiais de construção também teve redução, que foi de 6,4% nos primeiros cinco meses na comparação com o verificado de janeiro a maio de 2021.
 

Produção

A produção nacional de revestimentos cerâmicos foi de 501,9 milhões de metros quadrados no primeiro semestre de 2022, ante 519,6 milhões em igual período do ano passado, com uma queda de 3,40%. Cabe ressaltar que a produção total havia crescido 24,8% em 2021 ante o ano anterior, passando de 840,1 milhões de metros quadrados para 1,04 bilhão.
 

Exportações

As exportações brasileiras de revestimentos cerâmicos no primeiro semestre de 2022 foram de 63,19 milhões de metros quadrados, com divisas de US$ 281,16 milhões. O volume ficou praticamente estabilizado em relação aos 63,89 milhões de metros quadrados verificados em igual período de 2021, mas a receita cresceu 25,12% ante os US$ 224,7 milhões do ano passado.
 

No acumulado de 2021, as exportações somaram 130,3 milhões de metros quadrados, uma alta de 38,5% em relação a 2020, e receita foi de US$ 448,14 milhões, com avanço de 48,1%. Foi estabelecido recorde no mês de abril. Os Estados Unidos foram os principais compradores no primeiro semestre de 2022, com 11,29 milhões de metros quadrados. Seguem-se: Paraguai (8,51 milhões), Argentina (6,26 milhões), Colômbia (5,91 milhões), Chile (5,72 milhões), República Dominicana (4,84 milhões), Bolívia (3,21 milhões) e Uruguai (2,51 milhões).

Compra de euro em espécie ultrapassa dólar pelo segundo mês seguido no Itaú Unibanco

A aproximação da cotação do dólar e do euro, que chegou à paridade entre as duas moedas pela primeira vez em 20 anos em julho deste ano, levou a uma mudança de comportamento entre os brasileiros que compram moeda estrangeira em espécie. Pelo segundo mês consecutivo, a venda de euro em espécie superou a do dólar no Itaú Unibanco, com a moeda europeia representando 55% do total comprado pelos clientes pessoa física do banco durante julho.

 

“Na série histórica, o dólar representa em média 65% do total de moeda estrangeira em espécie vendida pelo Itaú aos seus clientes. Começamos a ver esse movimento de aproximação do euro em maio deste ano, quando ambas as moedas tiveram quase que o mesmo montante vendido no mês; em junho, o euro já passou a ser mais procurado, movimento que se ampliou no último mês e que já observamos como tendência neste mês -- na primeira semana de agosto, o euro segue superando o dólar nas vendas para clientes”, explica Gabriel Rombenso, superintendente de Câmbio do Itaú Unibanco.

 

A procura pelas duas moedas em espécie cresceu bastante este ano no Itaú, alcançando pico em março e superando o total comercializado no mesmo período de 2019, pré-pandemia. Clientes Itaú podem realizar a compra de moeda estrangeira via app, garantindo a taxa de câmbio no momento da transação, e efetuar a retirada de dólar e euro em espécie nos caixas exclusivos do Banco24Horas Moeda Estrangeira e na rede de agências Itaú habilitadas.

BOSS, da Hugo Boss irá abrir sua primeira loja em Santa Catarina

Conhecida por sua elegância e precisão, o grupo Hugo Boss chega à Santa Catarina com a primeira loja da BOSS, no Balneário Shopping. A abertura está prevista para o mês de outubro. É a 29ª loja no Brasil do grupo, e será aberta em um dos pontos mais badalados da América Latina, em Balneário Camboriú.  “A chegada da BOSS, principal marca do grupo Hugo Boss, ao mix do Balneário Shopping traz ainda mais sofisticação, qualidade e exclusividades para os clientes”, comenta Elizângela Cardoso, superintendente do Balneário Shopping.  
 
Pertencente ao grupo Hugo Boss, a BOSS expandiu além dos limites da alfaiataria para oferecer uma gama completa de roupas casuais, bodywear, acessórios e athleisure que formam um guarda-roupa completo. A variedade de produtos inclui produtos licenciados, como fragrâncias, óculos, relógios e roupas infantis.
 
Parte da nova geração de lojas da BOSS, a loja no Balneário Shopping tem como foco principal a criação de uma atmosfera convidativa para fazer o cliente sentir-se em casa. Isso é transmitido por meio de materiais arquitetônicos mais quentes como armários em madeira, assentos confortáveis, assim como o piso de granito. Tudo seguindo a nova identidade visual da marca, que conta com as cores branco, preto e camel, sendo destaques no contraste visual.

Novidades no mix do Balneário Shopping

Também estão chegando no próximo mês, no Balneário Shopping, as primeiras lojas da Ray-Ban e Sephora, em Santa Catarina. Além das marcas inéditas no estado também irão abrir suas lojas no mix do shopping a Oakley, Body for Sure, Quiksilver, Luiza Barcelos, Life by Vivara e Paquetá Esportes. “Estamos sempre buscando marcas que tragam as tendências e tenham qualidade para o mix do Balneário Shopping”, conta Elizângela Cardoso.    

Países do ‘BRICS’ debatem como alavancar qualificação para indústria 4.0

A qualificação de profissionais para ocupações cada vez mais tecnológicas é foco dos trabalhos de um grupo de especialistas do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o chamado BRICS. A participação brasileira é liderada pela Confederação Nacional da Indústria, por meio do SENAI, a partir de indicação dos ministérios da Casa Civil e da Educação. O objetivo é criar estratégias para promover a capacitação padronizada entre os países.

“Somos reconhecidos por aliar a teoria e a prática. As discussões que estão em curso no grupo formado pelos países do BRICS vêm sendo amplamente abordadas em nossas formações. Não é uma agenda apenas de entidades privadas, ela exige políticas públicas mais robustas, com respaldo técnico e competência para guiar os debates”, destaca o diretor-regional do SENAI, Fabrizio Machado Pereira.

São oito grupos de trabalho, sendo um deles voltado para as áreas de inteligência artificial, machine learning e big data, coordenado pelo professor Valério Junior Piana, do Centro Universitário do SENAI em Chapecó. “Os grupos debatem temas como a falta de profissionais qualificados para atuar com as tecnologias da indústria 4.0 e as habilidades fundamentais para o futuro do trabalho, não apenas na indústria, mas também em outras áreas”, afirma Piana. “Estamos focando nas ocupações mais tecnológicas e o que fazer diante da falta de profissionais”, acrescenta.

Piana, que no SENAI coordena os cursos de graduação e pós-graduação em TI, cita, principalmente, a falta de profissionais qualificados na área de tecnologia para atuar com programação, automação e outros setores. O grupo de trabalho do BRICS atua com base no relatório do Fórum Econômico Mundial, que elenca habilidades que as pessoas precisam ter ou desenvolver, como criatividade, solução de problemas complexos, trabalho em equipe, entre outras, incluindo as habilidades e conhecimentos técnicos.

O grupo está elaborando uma proposta de esforço conjunto dos países para capacitar a força de trabalho. “Algumas alternativas que estamos sugerindo são a implementação de laboratórios-modelo, equipados para desenvolver as capacidades necessárias para o mundo do trabalho, e cursos de graduação e pós-graduação com currículos padronizados entre os países”, relata Piana.

O SENAI é referência mundial em qualidade de ensino. Capacita os trabalhadores da indústria por meio de educação profissional e superior, consultorias especializadas e serviços de inovação voltados ao desenvolvimento e à competitividade industrial. A instituição está presente em todos os estados brasileiros.

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