quinta, 11 de agosto de 2022
07/01/2021

Novo presidente assume CREA/SC para gestão 2021/2023


O engenheiro civil e de segurança do trabalho Carlos Alberto Kita Xavier iniciou na última segunda-feira (4) a gestão à frente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina (CREA/SC). Kita vai ocupar o cargo no mandato 2021/2023. 

A primeira atividade foi uma reunião na sede do Conselho, pela manhã, com lideranças, assessores e alguns colaboradores, dando as boas vindas e apresentação do trabalho. Kita destacou o espírito de equipe, o foco nas ações para a união dos profissionais e a expansão do CREA/SC em Santa Catarina, um trabalho em conjunto com os profissionais, empresas, entidades, instituições, órgãos parceiros, conselheiros, diretores e colaboradores em todo o Estado.

Entre as principais metas da gestão estão o incremento da fiscalização, buscando convênios com prefeituras e órgãos públicos para atuação em conjunto, abrindo assim novas frentes de trabalho aos profissionais catarinenses; a informatização dos processos e serviços; a solicitação junto ao Confea para a reformulação de algumas resoluções, por exemplo a que trata de Pessoa Jurídica para reduzir a anuidade e valorizar o profissional do quadro técnico da empresa.

Outra ação importante será a criação da Universidade Corporativa do CREA-SC, em parceria com as instituições de ensino e as entidades de classe, para realização de cursos de capacitação e qualificação do público interno e dos profissionais registrados. 



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Países do ‘BRICS’ debatem como alavancar qualificação para indústria 4.0

A qualificação de profissionais para ocupações cada vez mais tecnológicas é foco dos trabalhos de um grupo de especialistas do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o chamado BRICS. A participação brasileira é liderada pela Confederação Nacional da Indústria, por meio do SENAI, a partir de indicação dos ministérios da Casa Civil e da Educação. O objetivo é criar estratégias para promover a capacitação padronizada entre os países.

“Somos reconhecidos por aliar a teoria e a prática. As discussões que estão em curso no grupo formado pelos países do BRICS vêm sendo amplamente abordadas em nossas formações. Não é uma agenda apenas de entidades privadas, ela exige políticas públicas mais robustas, com respaldo técnico e competência para guiar os debates”, destaca o diretor-regional do SENAI, Fabrizio Machado Pereira.

São oito grupos de trabalho, sendo um deles voltado para as áreas de inteligência artificial, machine learning e big data, coordenado pelo professor Valério Junior Piana, do Centro Universitário do SENAI em Chapecó. “Os grupos debatem temas como a falta de profissionais qualificados para atuar com as tecnologias da indústria 4.0 e as habilidades fundamentais para o futuro do trabalho, não apenas na indústria, mas também em outras áreas”, afirma Piana. “Estamos focando nas ocupações mais tecnológicas e o que fazer diante da falta de profissionais”, acrescenta.

Piana, que no SENAI coordena os cursos de graduação e pós-graduação em TI, cita, principalmente, a falta de profissionais qualificados na área de tecnologia para atuar com programação, automação e outros setores. O grupo de trabalho do BRICS atua com base no relatório do Fórum Econômico Mundial, que elenca habilidades que as pessoas precisam ter ou desenvolver, como criatividade, solução de problemas complexos, trabalho em equipe, entre outras, incluindo as habilidades e conhecimentos técnicos.

O grupo está elaborando uma proposta de esforço conjunto dos países para capacitar a força de trabalho. “Algumas alternativas que estamos sugerindo são a implementação de laboratórios-modelo, equipados para desenvolver as capacidades necessárias para o mundo do trabalho, e cursos de graduação e pós-graduação com currículos padronizados entre os países”, relata Piana.

O SENAI é referência mundial em qualidade de ensino. Capacita os trabalhadores da indústria por meio de educação profissional e superior, consultorias especializadas e serviços de inovação voltados ao desenvolvimento e à competitividade industrial. A instituição está presente em todos os estados brasileiros.

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