segunda, 08 de março de 2021
08/12/2020

Inflação medida pelo INPC tem alta de 0,95% em novembro


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de novembro registrou alta de 0,95%. A variação é maior que a de outubro, que subiu 0,89%.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é o maior resultado para um mês de novembro desde 2015.quando o indicador ficou em 1,11%. No ano, o INPC acumula alta de 3,93%. Nos últimos 12 meses, o índice é de 5,2% e ficou acima dos 4,77% registrados no período imediatamente anterior. Em novembro de 2019, a taxa era de 0,54%.

Os dados foram divulgados hoje (8) pelo IBGE. “Os pesos dos alimentos são maiores no INPC do que no IPCA [Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo], então, a aceleração dos últimos meses é por conta disso, dos alimentos, efetivamente”, disse o gerente da pesquisa Pedro Kislanov.

Alimentos

O INPC é calculado com base nos gastos das famílias com rendimento de um a cinco salários mínimos, sendo que a fonte da chefia da família é assalariada. Os produtos alimentícios subiram de 2,11% em outubro para 2,65% em novembro. No caso dos não alimentícios, apesar da alta de 0,42%, o percentual ficou abaixo de outubro, quando registrou 0,52%.

Regiões

O indicador que compreende as regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, do Recife, de Salvador, Belo Horizonte, Vitória, do Rio de Janeiro, de São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju, mostrou que todas as áreas pesquisadas tiveram inflação em novembro. O maior resultado foi o do município de Goiânia (1,40%). A explicação é a elevação nos preços das carnes (9,43%) e na energia elétrica (3,78%). O menor índice, por sua vez, ficou com a região metropolitana de Belém (0,36%), por causa do recuo nos preços da energia elétrica (-1,72%). “A energia elétrica tem um peso maior no INPC do que no IPCA. É um componente mais representativo no orçamento das famílias de menor renda”, explicou Kislanov.

A diferença no cálculo dos dois indicadores é que o do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) se refere às famílias que ganham até 40 salários mínimos, independentemente da fonte de rendimento.

Para o cálculo do índice do mês, foram comparados os preços coletados no período de 28 de outubro a 27 de novembro de 2020 (referência) com os preços vigentes no período de 29 de setembro a 27 de outubro de 2020 (base). O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979.



Blog

Projeto Mais Milho: Em debate a complexa questão do suprimento de milho para SC

        Com o apoio das principais entidades do agronegócio, o FORUM FECOAGRO – atividade do Projeto Mais Milho – discutirá as principais questões do setor em evento on line no dia 16 de março, das 14h às 17h, com transmissão ao vivo pelo Canal Rural e suas redes sociais. Em pauta a crescente escassez de milho para Santa Catarina.

                 Os mediadores Queli Ávila e Glauber Silveira conversarão com convidados especiais sobre programas e incentivos a culturas de inverno, logística e desafios para a implantação da rota do milho e sobre a sanidade do milho, incluindo problemas como as pragas cigarrinha e podridão.

A cultura do milho é fundamental para abastecer as cadeias produtivas de proteína animal em Santa Catarina. O Estado é o maior produtor de suínos do País, segundo maior produtor de aves e também se destaca na produção de leite. Por isso, a demanda de milho do Estado é muito maior do que a produção. Para agravar a situação, o Brasil está vivendo novamente um período de escassez na oferta de milho e, por consequência, de preços superaquecidos.

                 As cadeias produtivas da avicultura e da suinocultura catarinenses geram uma riqueza econômica de mais de 1 bilhão de aves e 12 milhões de suínos por ano, sustentam mais de 150 mil empregos diretos e indiretos e geram bilhões de reais em movimento econômico. O principal insumo que fomenta essa megaestrutura é o milho.

Santa Catarina necessita pelo menos de 7 milhões de toneladas para alimentar sua agroindústria e a produção interna seria de 2,7 milhões de toneladas. Seria, porque seca, excesso de chuvas e praga baixaram essa previsão para 1,5 milhão de toneladas. A situação somente irá melhorar no segundo semestre, com a entrada da safrinha. No País, os números também não são animadores. A safra nacional de milho que já está sendo colhida deve render 20 milhões de toneladas. Isso indica que faltará milho já neste primeiro semestre no mercado brasileiro e essa situação deve se manter até a entrada da safrinha.

Para abastecer o mercado interno, Santa Catarina terá que importar cerca de cinco milhões de toneladas de milho no ano, o que também impactará nos custos de produção das agroindústrias.

OUTROS TEMAS

Cultura de inverno é outro tema importante da pauta, pois é uma alternativa que Santa Catarina está buscando para reduzir a dependência de milho e diminuir os custos de produção. A Secretaria de Estado da Agricultura reforçou o apoio para o plantio de trigo, triticale e cevada e já desenvolve um projeto de incentivo ao plantio de cereais de inverno, que pretende ampliar em 120 mil hectares a área plantada com esses grãos. Por outro lado, o Sindicarne e a ACAV firmaram acordo de cooperação com a Embrapa Suínos & Aves, através do qual esse centro de pesquisa estudará a formulação da ração animal com outros grãos, além do milho.

Também estará em discussão a conexão transfronteiriça conhecida como a Nova Rota do Milho. O projeto consiste em buscar no Paraguai o milho para abastecer a imensa cadeia produtiva da avicultura e da suinocultura industrial catarinense. A nova rota encurtará em pelo menos 1.500 quilômetros a distância entre a região consumidora (oeste catarinense) e a região fornecedora, no Paraguai. Se for efetivamente implantado o Corredor do Milho, o produto seguirá o seguinte roteiro, o qual passará a ser conhecido como Corredor do Milho: será adquirido nos Departamentos de Itapua e Alto Paraná (Paraguai), passará pelo porto paraguaio de Carlos Antonio Lopez, atravessará o rio Paraná em balsas, entrará em território argentino pelo porto de Sete de Agosto e seguirá até a divisa com o Brasil, sendo internalizado pelo porto seco de Dionísio Cerqueira.

O controle fitossanitário é uma preocupação: Santa Catarina quer evitar a entrada de pragas que grassam nas lavouras de outros Estados. Uma delas, porém, já está em território barriga-verde. A incidência da cigarrinha-do-milho, inseto-vetor de doenças provocadas por vírus e bactérias, tem ocorrido de forma generalizada em todas as regiões e com danos econômicos variáveis na safra 2020/2021.

SOBRE O FÓRUM

O Fórum Mais Milho é realizado pelo Canal Rural, Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) e Aprosoja Mato Grosso. O apoio local é da Fecoagro, Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado de Santa Catarina (Sindicarne), Associação Catarinense de Avicultura (ACAV), Sistema Faesc/Senar e Governo do Estado de Santa Catarina.

O evento será transmitido pelo Canal Rural: canalrural.com.br, /canalrural (Facebook), @canalrural (Instagram) e Canal Rural no Youtube (encurtador.com.br/nrBEY).

 

 

SERVIÇO (EVENTO ON LINE)

 

O que: Fórum Mais Milho

Quando: 16 de março (terça-feira)

Hora: 14h às 17h

Transmissão: canalrural.com.br, /canalrural (Facebook), @canalrural (Instagram) e Canal Rural no Youtube (encurtador.com.br/nrBEY)

Foram divulgados pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários os dados estatísticos aquaviário de 2020

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) divulgou na manhã de segunda-feira, 01, os resultados do Estatístico Aquaviário 2020 com os dados dos portos públicos e privados do Brasil. A cerimônia online contou com a presença do ministro da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas, do Secretário Nacional de Portos e Transportes Aquaviários (SNPTA) Diogo Piloni, do diretor-geral da Ataq Eduardo Nery e da diretora interina da Antaq Gabriela Costa. Os dados apresentados são da Gerência de Estatística e Avaliação de Desempenho da ANTAQ.

O destaque apresentado foi o crescimento de 4,2% da movimentação portuária em 2020 no país em relação à 2019. Os Portos organizados e terminais privados movimentaram juntos 1,151 bilhão de toneladas, sendo que os Portos Públicos do Rio Grande do Sul (Rio Grande - somados os 5 terminais arrendados, Porto de Pelotas e Porto de Porto Alegre) representam 26.397.380 de toneladas em movimentação.

O Porto do Rio Grande ficou em sexto lugar na lista dos vinte Portos Organizados com mais movimentação em 2020, sendo mais de 24.661.138 de toneladas de carga somente no complexo público (incluindo os 5 terminais arrendados). Um dos destaques do ano foi o mês de junho, período em que foi movimentado o montante de 4.401.716 toneladas, batendo o recorde que havia sido verificado no mês de setembro de 2018, quando haviam sido 4.340.915 toneladas. Junho de 2020 foi o melhor mês da história do Porto do Rio Grande. A movimentação total no somatório dos terminais públicos, arrendados e terminais de uso privado no complexo do Superporto do Rio Grande foi ratificada em 36.532.226 t ao longo do ano de 2020.
Já na lista dos vinte Terminais de Uso Privado com mais movimentação em 2020 o Terminal Aquaviário de Osório e o Terminal Graneleiro Termasa ficaram, respectivamente, em 15° e 20°, os terminais citados fazem parte do Sistema Hidroportuário do Rio Grande do Sul. Além disso, o Terminal Aquaviário de Osório obteve um crescimento na movimentação de Granel Líquido com 10,4% a mais. Tal incremento contribuiu para o valor de 289,5 milhões de toneladas de graneis líquidos movimentados com o crescimento de 14,8% em relação à 2019, sendo o maior crescimento entre os perfis de carga.

Com relação a movimentação de contêineres os portos brasileiros movimentaram 118,2 milhões de toneladas, sendo mais de 1,1% em relação à 2019 apresentando um expressivo crescimento de participação dos Terminais de Uso Privado (TUP).

Com relação ao ano de 2021 nos Portos do Rio Grande do Sul o Superintendente, Fernando Estima, afirma que 2021 se mostra uma grande janela para o fomento da logística multimodal através de ações e políticas públicas que já se tornaram realidade no ano anterior, como a homologação do novo calado do Complexo do Porto do Rio Grande. Além disso, o executivo também destaca a celebração de acordos e tratativas com a iniciativa privada na busca de novas parcerias negociais para o mercado logístico, em especial para o projeto Rio Grande Porto Indústria e o Terminal Logístico do Arroz com capacidade de armazenagem para 50.000 toneladas.

Entre outras conquistas que podemos verificar é o fato de que já em 2021 que o Porto do Rio Grande apresentou uma movimentação total em janeiro de 2.377.030 t, que representa o aumento de 26% das movimentações em relação ao mesmo período de a 2020.

Os dados apresentados estão disponíveis em http://anuario.antaq.gov.br

WEBINAR DISCUTE O FUTURO DA CABOTAGEM NO BRASIL

 

         O futuro do transporte marítimo entre os portos brasileiros, segmento de grande importância para o desenvolvimento do país, é o tema do webinar BR do Mar – Desafios e Perspectivas para a Cabotagem, a ser realizado na próxima quarta-feira 10/03, a partir das 9h.

Com transmissão ao vivo (ver links de acesso abaixo), o evento contará com a participação de autoridades e especialistas dos setores de transporte marítimo e logística portuária, para debater o Projeto de Lei 4.199/2020, novo marco legal da Cabotagem, também conhecido como BR do Mar, numa alusão à nomenclatura das rodovias federais.

 O objetivo do PL, de iniciativa do Executivo, é aumentar a oferta de serviços de transporte entre os portos brasileiros, bem como aumentar a concorrência do setor. O projeto enfrentou algumas controvérsias, sofreu alterações na Câmara e, no momento, começa a ser discutido no Senado. Hoje a cabotagem representa 11% da matriz de transportes brasileira, e tem crescido em média 10% ao ano.

         Entre os panelistas do seminário virtual estarão o vice-presidente da Associação Brasileira de Armadores de Cabotagem (ABAC), Luís Resano; o diretor de Gestão Portuária da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) e ex-presidente da ANTAQ, Mario Povia; o engenheiro naval e consultor em logística Nelson L. Carlini; e o especialista em transporte marítimo Milton Tito.

 

O webinar é uma realização da Meira Mattos Educação (MME), com apoio da ABAC e apoio institucional da Ferreira de Mello Advocacia (FMA) e do Rotary Club

 

Para participar, basta acessar as redes sociais da MME e do FMA Facebook, LinkedIn ou Youtube. O evento é gratuito.

 

Serviço

Webinar “BR do Mar - Desafios e Perspectivas para a Cabotagem”

DIA: 10 de março, quarta-feira

HORÁRIO: 9h às 13h

LOCAL: Facebook, LinkedIn ou Youtube

Evento gratuito

PIB 2020: o que esperar da economia em 2021?

Os dados do PIB 2020 foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e o que era esperado pelo mercado foi confirmado: houve uma queda de 4,1% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. Mas o que isso significa? Como impacta nossas vidas? O PIB mede o crescimento econômico. Quando falamos em crescimento, é importante ter em mente que estamos nos referindo à soma do que é produzido internamente em nosso país em termos monetários. Desse modo, esse indicador reflete o tamanho da nossa economia. 

Assim, o dado divulgado, nos mostra que em termos monetários, nossa economia sofreu uma queda de 4,1% em relação ao ano de 2019. Essa situação não é uma surpresa, pois, mesmo antes da pandemia, esperava-se que a economia brasileira sofreria uma retração econômica. Entretanto, a pandemia veio para reafirmar e piorar ainda mais a situação da economia brasileira, pois diminuiu o ritmo das atividades econômicas.  

Mas, e como se comportaram os três grandes setores da nossa economia? Todos sofreram queda? O setor industrial retraiu 3,5%, o que representa a queda mais intensa nos últimos cinco anos. Em termos industriais, o setor de construção civil e a indústria de transformação, foram as áreas da indústria que tiveram o pior desempenho em 2020. 

O setor de serviços, que de modo geral, é o que mais contribui para o crescimento do PIB, foi o que sofreu uma queda maior, retraindo 4,5% em relação ao ano anterior. Com a diminuição da circulação de pessoas, o comércio se viu de portas fechadas, gerando uma queda das vendas, fechamento de estabelecimentos e um maior nível de desemprego nesse setor. Além disso, os serviços prestados às famílias e os transportes, armazenagem e correio foram os serviços mais impactados no ano passado. Aqui, é importante mencionar que, apesar de ser considerado um valor baixo, o auxílio emergencial fornecido para as famílias mais afetadas com a pandemia, corroborou para que o resultado desse setor não fosse ainda pior, o que pode nos mostrar a relevância da continuidade desse auxílio em 2021. 

Por outro lado, se o setor de serviços e a indústria sofreram queda em 2020, o desempenho do agronegócio seguiu um caminho oposto, apresentando um aumento de 2,0% no ano de 2020, se comparado com o ano anterior. Tal fato, é reflexo, em grande medida, das nossas exportações. Câmbio altamente desvalorizado em conjunto com o fato de que, mesmo em crises, commodities e produtos de primeira necessidade continuam sendo demandados mundialmente, permitiram um saldo positivo desse setor no ano em que a economia brasileira apresentou uma queda de 4,1% no seu tamanho. 

Esses dados nos geram muitas incertezas em relação ao ano de 2021. O que sabemos é que, o Brasil precisa mudar o rumo e acelerar o processo de vacinação, pois enquanto isso, mortes estão acontecendo, pessoas estão sendo infectadas, demandando leitos hospitalares, nossos hospitais estão lotados e equipe médica sobrecarregada, e o brasileiro vive com dúvidas em relação o que deve ser feito: isolamento ou não? Não há uma unificação do discurso entre políticos do nosso país, o que dificulta ainda mais o estabelecimento de normas a serem seguidas pela população. O que sabemos é que, com esse resultado econômico, não estamos mais entre as 10 economias mundiais, o que não é um resultado favorável. Para além disso, se o leme do nosso barco não mudar e os ventos, digo, a equipe econômica e governo não tomarem medidas mais assertivas quanto à pandemia, aprofundaremos nossa crise entrando em uma recessão econômica profunda. 

Autora: Pollyanna Rodrigues Gondin é economista e professora da Escola de Negócios do Centro Universitário Internacional Uninter.

Porto Itapoá movimentou 440 mil contêineres em 2020

A retomada da produção industrial, somada ao crescimento do consumo no último trimestre de 2020, trouxe números positivos para a movimentação portuária brasileira. Foram vários os portos brasileiros que registraram recordes de movimentação, especialmente em novembro e dezembro.

Neste contexto, o Porto Itapoá, que chegou a movimentar apenas 4 mil contêineres de importação no mês de junho, chegou a 12 mil unidades por mês, em novembro e dezembro. Como comparação, nos três últimos meses de 2020 o Terminal recebeu 35 mil contêineres de importação, praticamente o dobro das movimentações do segundo e terceiro trimestre, representando crescimento de 10% em relação ao último trimestre de 2019.

Na exportação, contudo, houve estabilidade na movimentação, com média de pouco mais de 7 mil unidades movimentadas por mês.

Desde o início das operações, em junho de 2011, o Porto Itapoá sempre apresentou crescimento na movimentação ano a ano, finalizando 2020 entre os 5 maiores portos do País.

Complexo portuário da Babitonga é responsável pela maior movimentação em tonelagem do Estado de Santa Catarina

Quando consideramos a análise dos números de tonelagem abrangendo os complexos portuários de Santa Catarina, a Baía da Babitonga, que contempla os Portos de São Francisco do Sul e Itapoá, registra a maior movimentação do Estado. O complexo portuário da Babitonga representa 60% de todas as cargas (em tonelagem) que passam pelos portos catarinenses.

Esses números refletem diretamente no desempenho da economia da região. Recentemente o IBGE divulgou as cidades mais ricas do Sul do País, com Joinville ocupando a 3ª posição na região e a 1ª posição no Estado de Santa Catarina, com crescimento de cerca de 12% em relação ao ano anterior. O fluxo logístico e de comércio exterior, proporcionado pelos portos da Baía da Babitonga, são influenciadores diretos para esse desenvolvimento e, por consequência, para a geração de emprego e renda na região Norte catarinense.

Porto Itapoá lança seu novo site institucional e Portal do Cliente

Com a visão de ser líder em satisfação do cliente e inovação e buscando sempre a eficiência e a modernidade em seus serviços, o Porto Itapoá utilizou estes conceitos em seu novo site institucional (portoitapoa.com) e no novo Portal do Cliente (clientes.portoitapoa.com) que foram totalmente remodelados e entraram no ar nesta semana. O objetivo da reformulação desses dois ambientes é trazer mais facilidade para os clientes, parceiros e demais públicos de interesse.

Os novos site e Portal do Cliente são responsivos e podem ser facilmente acessados via celular. Os novos ambientes digitais do Porto Itapoá também já estão adequados à nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) referente às boas práticas e à governança no tratamento de dados pessoais.


No Novo Portal do Cliente os usuários contarão com as novas funcionalidades de módulo de faturamento on-line, agendamento de inspeção on-line, central de notificações e uma home page com muito mais interatividade. Já o novo site institucional traz muito mais modernidade e facilidade para navegação, mais intuitivo e prático para acesso às informações, acompanhando o mesmo padrão e identidade visual aplicada no novo Portal do Cliente.

Em caso de dúvidas sobre o novo Portal do Cliente o contato pode ser feito pelo email atendimento@portoitapoa.com

 

O Porto Itapoá

Sendo considerado um dos terminais mais ágeis e eficientes da América Latina, o Porto Itapoá é também um dos maiores e mais importantes do País na movimentação de cargas conteinerizadas, segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ). 

Situado no litoral norte de Santa Catarina, o Porto Itapoá está posicionado entre as regiões mais produtivas do Brasil, contemplando importadores e exportadores de diversos segmentos empresariais. Sua localização privilegiada, na Baía da Babitonga, proporciona condições seguras e facilitadas para receber embarcações de grande porte, uma tendência cada vez mais adotada na navegação mundial.

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