domingo, 22 de setembro de 2019
17/04/2017

Mesmo em tempos de crise Portonave mantém trajetória de crescimento


O terminal de uso privado (TUP) Portonave S/A - Terminal Portuário Navegantes divulgou na manhã desta segunda-feira o seu Relatório de Sustentabilidade 2016, que traz todos os números da companhia relacionados ao exercício passado nos setores econômico, social e ambiental.

Considerado o segundo maior movimentador de contêineres entre todos os portos e terminais portuários do Brasil pela Agência Nacional dos Transportes Aquaviários (Antaq), o TUP movimentou 910,87 mil TEU (unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés) em 2016, com acréscimo de 34% sobre 2015 (679,79 TEU). Volume que respondeu por 82,64% de toda a carga operada no Complexo Portuário do Itajaí.

Já o Iceport, que é um armazém frigorífico com capacidade para 16 mil posições pallets que realiza, além do armazenamento, o manuseio e a consolidação de carga congelada, Pertencente à Portonave, operou 455,96 mil toneladas de cargas em 2016, com avanço de 48% sobre as operações do ano anterior.

Os volumes operados em 2016 impactaram no crescimento econômico-financeiro da Portonave, apesar do cenário econômico recessivo e de um cenário político instável. A receita operacional bruta foi de R$ 485,5 milhões e o lucro-base para distribuição de dividendos atingiu R$ 105,7 milhões no ano. O valor adicionado pela companhia foi de R$ 339,4 milhões, dos quais 23,8% foram destinados para a remuneração dos colaboradores.

Os resultados incluem a Portonave entre as 500 maiores empresas do Sul do Brasil, segundo a consultoria Centronave-Datarmar, com a 19ª posição em Santa Catarina e 108ª na Região Sul. Com relação aos portos catarinenses, a Portonave detém 54% do market share, enquanto o TUP Porto Itapoá detém 34%, Porto de Itajaí (APM Terminals) 12%.

 



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