domingo, 22 de setembro de 2019
29/03/2017

Paralisação de motoristas impacta nas operações portuárias


Os transportadores autônomos de contêineres que atuam nos portos de Itajaí, Navegantes, Itapoá e Imbituba continuam de braços cruzados a espera de uma definição com relação às reivindicações da categoria. E isso impacta diretamente nas operações portuárias. Embora a Autoridade Portuária ainda não tenha divulgado números oficiais do Complexo, praticamente não houve movimentação de caminhões no Porto de Itajaí e APM Terminals nesta quarta-feira, informou o assessor de da Superintendência do Porto de Itajaí, Heder Cassiano Moritz.

Segundo informações de operador portuário que atua na margem direita, o Porto de Itajaí amarga uma retração de 53% desde o início da greve. Inclusive, o movimento foi intensificado nos últimos dois dias, depois que o operador perdeu o apoio da polícia na condução dos comboios, o que deixa a situação ainda mais preocupante. Cargas estão migrando para outros portos.

O terminal privado Portonave, em Navegantes, informou que está acompanhando o movimento, mas que ainda é prematuro falar em números.

A real situação virá à tona na primeira semana de abril, com a divulgação das estatísticas de março pela Autoridade Portuária. A expectativa é de que ocorra um recuo significativo nas exportações, gerado pela greve dos motoristas, associada aos impactos da “operação carne fraca”.

 



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