domingo, 22 de setembro de 2019
23/03/2017

Opiniões divididas


O atual gestor do Porto de Itajaí defende, não é de hoje, a utilização dos berços para essas operações. Marcelo Salles, que conhece como poucos a realidade do porto e os problemas financeiros que a autarquia acumula desde 2008, quando teve dois de seus berços arrastados pelo rio Itajaí-Açu e desde então nunca mais voltou a operar em plena capacidade, sabe o bem que os recursos provenientes dessas operações fariam para o caixa da SPI.

Mas como sempre e em todos os lugares, tem a turma do contra. Aqueles que acham mais importante uma cidade impecavelmente limpa que um porto eficiente e que a saúde financeira do município, que tem cerca de 70% de sua economia atrelada direta e indiretamente a atividade portuária.

Tem ainda a posição do prefeito Volnei Morastoni, que não é abertamente a favor das operações com soja, mas nunca escondeu que pretende abrir os berços 3 e 4 à operação de carga geral não conteinerizada. Entra aí a possível vinda dos grãos para o Porto de Itajaí, já ensaiada no governo anterior.



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