quarta, 16 de outubro de 2019
23/03/2017

Prioridades para Itajaí


É inegável que o Porto de Itajaí precisa incrementar a movimentação após ter perdido metade das linhas, em 2015, assim como é inegável que as operações com graneis podem impactar no derramamento de grãos pela cidade, atrapalhar o já caótico trânsito de Itajaí e também tirar o lugar de outras cargas bem mais rentáveis na área primária do porto, como automóveis, por exemplo. Mas o momento é esse o tipo de carga que pode-se trazer para cá.

Porém, muito mais importante que discutir a futura utilização dos berços é a união de forças políticas para que os mesmos sejam concluídos. As obras iniciaram em 2014 e deveriam estar operando em julho do ano seguinte. Mas até hoje não estão aptas ao uso.

Sofreram atrasos por falta de pagamento pelo governo federal, por problemas de ordem técnicas e foram paralisadas no ano passado. Em janeiro o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil Maurício Quintella Lessa visitou as obras e estipulou prazos para a conclusão dos dois berços. Só que desde então nada mudou, ou seja, as obras continuam iguais a quando a empreiteira Serveng as paralisou.

Cada coisa a seu tempo. Não adianta a definição da ocupação dos berços se eles sequer podem ser utilizados.

 



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